domingo, 5 de dezembro de 2010
05 de dezembro de 2010 • 01h59 • atualizado às 02h04
Os CPFs de cinco deputados estaduais e de três federais do Rio eleitos ou reeleitos em outubro constam em uma lista do Detran-RJ com os nomes de mais de 123 mil pessoas que deixaram de pagar o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2006. A Procuradoria Geral do Estado (PGE) diz que quem não regularizar a situação até o dia 27 corre risco de ter bens penhorados. As dívidas somam cerca de R$ 31,7 mil
Adrian Mussi, eleito deputado federal pelo PMDB, é dono de um CrossFox vermelho que acumulou uma dívida de IPVA de cerca de R$ 11 mil. Ele não foi encontrado para comentar o assunto. O deputado estadual Edson Albertassi (PMDB) tem R$ 10 mil em dívidas referentes à falta de pagamento de IPVA de um Zafira preto. Procurado, Albertassi não atendeu às ligações feitas pela reportagem.
Também deputado estadual, Paulo Melo (PMDB) tem em seu CPF uma dívida de R$ 1,4 mil de IPVA de uma moto Yamaha DT 200R. A assessoria do deputado informou que o veículo já foi vendido e seu nome está no cadastro por engano.
O ex-jogador e deputado federal eleito Romário (PSB) também está na lista. Ele deve cerca de R$ 800 de IPVA de uma moto Agrale Elefant 27.5. A assessoria do ex-atleta informou que não poderia contatá-lo, pois ele se recupera de uma cirurgia.
Otávio Leite, deputado federal pelo PSDB, tem cerca de R$ 4,6 mil em dívidas referentes ao IPVA de uma S-10 preta. Ele afirmou que o veículo foi vendido há mais de seis anos e que iria providenciar a correção da lista.
Presidente do PPS-RJ, o deputado estadual Comte Bittencourt tem R$ 1,2 mil em dívidas de IPVA de uma motoneta Sundown. Ele disse que vendeu o veículo e providenciou junto à concessionária a correção da informação.
Os deputados estaduais Miguel Jeovani (PR), eleito em outubro, e Marcos Abrahão (PTdoB), reeleito, não foram encontrados para comentar as dívidas de R$ 1.135,99 e R$ 1.293,49 que aparecem em seus nomes.
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#rio RJ: 8 deputados e eleitos têm dívidas de R$ 31,7 mil em IPVA
05 de dezembro de 2010 • 01h59 • atualizado às 02h04
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Os CPFs de cinco deputados estaduais e de três federais do Rio eleitos ou reeleitos em outubro constam em uma lista do Detran-RJ com os nomes de mais de 123 mil pessoas que deixaram de pagar o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2006. A Procuradoria Geral do Estado (PGE) diz que quem não regularizar a situação até o dia 27 corre risco de ter bens penhorados. As dívidas somam cerca de R$ 31,7 mil
Adrian Mussi, eleito deputado federal pelo PMDB, é dono de um CrossFox vermelho que acumulou uma dívida de IPVA de cerca de R$ 11 mil. Ele não foi encontrado para comentar o assunto. O deputado estadual Edson Albertassi (PMDB) tem R$ 10 mil em dívidas referentes à falta de pagamento de IPVA de um Zafira preto. Procurado, Albertassi não atendeu às ligações feitas pela reportagem.
Também deputado estadual, Paulo Melo (PMDB) tem em seu CPF uma dívida de R$ 1,4 mil de IPVA de uma moto Yamaha DT 200R. A assessoria do deputado informou que o veículo já foi vendido e seu nome está no cadastro por engano.
O ex-jogador e deputado federal eleito Romário (PSB) também está na lista. Ele deve cerca de R$ 800 de IPVA de uma moto Agrale Elefant 27.5. A assessoria do ex-atleta informou que não poderia contatá-lo, pois ele se recupera de uma cirurgia.
Otávio Leite, deputado federal pelo PSDB, tem cerca de R$ 4,6 mil em dívidas referentes ao IPVA de uma S-10 preta. Ele afirmou que o veículo foi vendido há mais de seis anos e que iria providenciar a correção da lista.
Presidente do PPS-RJ, o deputado estadual Comte Bittencourt tem R$ 1,2 mil em dívidas de IPVA de uma motoneta Sundown. Ele disse que vendeu o veículo e providenciou junto à concessionária a correção da informação.
Os deputados estaduais Miguel Jeovani (PR), eleito em outubro, e Marcos Abrahão (PTdoB), reeleito, não foram encontrados para comentar as dívidas de R$ 1.135,99 e R$ 1.293,49 que aparecem em seus nomes.
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#lula Brasil reconhece oficialmente a existência do Estado Palestino
Há 10 anos, Guga tornava-se campeão mundial
Tenista brasileiro superou o norte-americano André Agassi na final do Masters de Lisboa
SÃO PAULO - No dia 3 de dezembro o tenista brasileiro Gustavo Kuerten, o Guga, tornou-se o número 1 do mundo no ranking dos campeões do tênis, depois de vencer Andre Agassi por 3 sets a 0 (6/4, 6/4 e 6/4), na final do Masters Cup de Lisboa, na última partida do ano 2000.
Veja também:Guga relembra título da Masters Cup, há 10 anos: 'maior momento da carreira'
Emocionado, Guga envolveu-se na bandeira brasileira para falar de uma semana inesquecível em Lisboa, em que superou problemas físicos e adversários fortes. A conquista de Guga foi histórica para o Brasil que nunca havia tido um tenista líder do ranking mundial.
"Ser número 1 do mundo é a realização de um sonho", disse Guga ao repórter enviado especial do Estado, logo após a partida. "É uma emoção inacreditável", prosseguiu. "Tive várias chances de ser o número 1 durante o ano e acabei conquistando a posição justamente no último jogo da temporada."
Ainda na quadra, Guga fez questão de dedicar a vitória histórica à mãe, Alice. Não se importou com o protocolo da cerimônia de entrega de prêmios e foi até o box onde ela estava para um abraço emocionado. "Acho que este é o dia mais feliz da minha vida", resumiu Guga.
Alegre e descontraído, como sempre, Guga estava radiante e chegou para a entrevista coletiva após o jogo com o troféu em uma mão e uma garrafa de champanhe na outra.
"Quando era criança e comecei a jogar tênis, jamais imaginei que poderia ganhar um título de Grand Slam, chegar a um Masters e, muito menos, sair da competição como o número 1", contou Guga. "Nas minhas primeiras raquetadas, em Florianópolis, era um garoto desengonçado, meio sem jeito para o esporte", prosseguiu. "Só fui acreditando aos poucos que poderia ir longe, pois nunca havia jogado um torneio grande no Brasil e precisei sair para o mundo para arriscar a sorte", lembrou. "Só consegui bons resultados por causa da minha vontade, mas, enfim, sou o melhor do mundo.
A história de Guga e seu técnico Larri Passos tinha tudo para não dar certo. Quem jogava com estilo na casa dos Kuerten era o irmão mais velho, Rafael, que teve de ajudar a mãe quando o pai morreu. Aldo, que trabalhava com esquadrias de alumínio, teve um enfarte fulminante quando atuava como juiz de cadeira em uma partida de tênis em Curitiba. A responsabilidade de ser o único tenista da família ficou para o pequeno Guga, então com seis anos.
Larri era um técnico mal visto no tênis brasileiro depois de ter estourado Marcus Vinicius Barbosa, o Bocão. Após chegar às semifinais da chave juvenil de Wimbledon, em 1988 e, naturalmente, ser guindado à condição de ‘maior esperança’ do tênis brasileiro, o catarinense Bocão começou a sentir dores no pulso direito. O técnico achou que não era nada grave e continuou forçando nos treinamentos. O resultado foi uma cirurgia delicada que, entretanto, não conseguiu recuperar todo o movimento do pulso e forçou Bocão a abandonar prematuramente a carreira.
Adolescência. Aos 13 anos, Guga ia sozinho treinar em Camboriú, onde ficava a academia de Larri. Passava a semana toda lá, treinando duro durante o dia e à noite dormindo em um colchonete no chão do pequeno apartamento do técnico. Após quatro meses, Larri resolveu mudar-se para Florianópolis e investir todo o seu tempo no garoto.
Quando ganhou Roland Garros em 1997 e se referiu a Larri como "meu pai, meu tudo", Guga certamente estava lembrando as noites dormidas no chão, quando só mesmo ele, Larri, a mãe Alice e o irmão Rafael confiavam que aquele esforço daria certo. Mesmo o título juvenil de duplas em Roland Garros, em 94 (com o equatoriano Nicolas Lapenti), não queria dizer que a história de Guga seria diferente. Não ficou no quase.
Em 1996, com 19 anos, Guga terminou o ano como 88.º colocado do ranking, mas até aí muitos brasileiros tinham conseguido. Pareceu coincidência conquistar seu primeiro título em um challenger de Curitiba, mesmo cidade onde seu pai morreu. Um mês depois jogou venceu Roland Garros, conseguindo o milagre de ser, segundo Thomaz Koch, o "o primeiro brasileiro a não ficar no quase".
Terminou 97 como o 14º do mundo, mas a demora em ganhar novo título fez muitos o definirem como mais uma promessa perdida. Caiu para 23º em 98, mas a partir de 99 se firmou entre os dez mais, voltou a vencer Roland Garros em 2000 até conquistar o Masters e tornara-se o primeiro tenista brasileiro a liderar o ranking mundial.1/12/2010 | 11h54min
Instituto Guga Kuerten celebra 10 anos em São Paulo
Noite beneficente teve a participação de Gilberto Gil
Os 10 anos do Instituto Guga Kuerten (IGK) foi comemorado na noite de segunda-feira, dia 29, na pinacoteca do Estado de São Paulo, transformando o ambiente em um grande palco em prol de ações sociais. O evento contou com a coordenação conjunta da empresária Luziah Hennessy, que realiza ações filantrópicas em vários países, e do ex-número 1 no tênis mundial, Gustavo Kuerten. Anfitriã da noite, a família Kuerten recebeu, ao lado de Luziah, 120 convidados que participaram de um jantar e de um leilão, cuja renda foi revertida para o IGK.
Durante o evento, as crianças do IGK agradeceram os convidados com uma apresentação do coral, formado por educandos da instituição que viajaram a São Paulo especialmente com essa finalidade. “Esse momento para nós é marcante, sabemos que para as crianças essa performance é muito significativa. Muitos, inclusive, jamais haviam saído do próprio bairros onde moram”, explicou Alice Kuerten que preside o IGK desde sua fundação, em 2000.
“Me sinto profundamente honrado e satisfeito em poder participar desse evento em prol do IGK. Hoje o trabalho com o IGK me motiva muito, é estimulante trabalhar para garantir a inclusão social de nossas crianças e pessoas com deficiência”, declarou Guga, agradecendo a participação dos convidados. Gilberto Gil também participou do evento. O cantor e compositor, de forma voluntária, subiu ao palco ao lado do filho Ben, para um pocket show.
O objetivo da noite foi garantir a manutenção dos projetos do IGK que atualmente atende 470 crianças, adolescentes e pessoas com deficiência nos núcleos esportivos. A instituição que utiliza o esporte como ferramenta para garantir cidadania já atendeu diretamente cerca de 35 mil pessoas.
Assessoria de Imprensa IGK
16/11/2010 05h17 - Atualizado em 16/11/2010 05h17
FOTO: Guga recebe duas homenagens em Buenos Aires
Um dos prêmios o ex-tenista brasileiro recebe de Gabriela Sabatini
Segunda-feira, 8 de novembro de 2010 - 21h09 Última atualização, 08/11/2010 - 21h17
Gustavo Kuerten se casa cercado de troféus e para poucos convidados
Da Redação
esporte@eband.com.br
Sem fazer alarde, Gustavo Kuerten se casou com a fonoaudióloga Mariana Soncini, na última quarta-feira, dia 3, em cerimônia civil na sala de troféus de seu escritório. A data teria sido escolhida por ser a do aniversário do seu irmão caçula, Guilherme, morto em 2007. As informações são do blog de Juliana Wosgraus, do portal ClicRBS.
A cerimônia foi acompanhada somente por alguns parentes de Guga e Mariana, incluindo a mãe do ex-número 1 do mundo, o irmão Rafael e a cunhada Letícia. Depois, os convidados almoçaram na casa de Guga, no sul da ilha.
O casal passou a lua de mel em Recife e ontem assistiram ao show de Paul McCartney em Porto Alegre.
#politica Relator do Orçamento distribui verba e faz lobby para esquema fraudulento
Senador Gim Argello (PTB), que ganhou prestígio no atual governo, destinou recursos de emendas parlamentares individuais a entidades fantasmas que fraudam estatuto para se transformar em institutos e repassar dinheiro para laranjas
Pelo menos R$ 3 milhões dos cofres do governo federal caíram desde abril na conta de um jardineiro e um mecânico. Eles são laranjas num esquema organizado por institutos fantasmas que superfaturam eventos culturais, fraudam prestações de contas e repassam dinheiro para empresas de fachada. Parte desse esquema é sustentada por emendas e lobby explícito, por escrito aos ministérios, de quem hoje elabora o projeto do Orçamento da União de 2011: o senador Gim Argello (PTB-DF).
Investigação feita pelo Estado mostra que, desses R$ 3 milhões, ao menos R$ 1,4 milhão foi repassado para institutos fantasmas por meio de emendas individuais de Gim Argello no Orçamento. E, logo depois, o dinheiro foi repassado para a conta de uma empresa que tem um jardineiro e um mecânico como donos - tudo sem licitação.
A reportagem rastreou um roteiro fraudulento complexo, que envolve entidades de fachada e laranjas. Inicialmente, o parlamentar apresenta uma emenda ao Orçamento que reserva recursos públicos para promover shows ou eventos culturais. Ele apresenta, além da emenda, uma carta ao ministro da pasta. O dinheiro é destinado a um instituto fantasma. O suposto instituto, em seguida, repassa recursos para uma empresa de promoção de eventos ou marketing, com endereço falso e em nome de laranja. As emendas constam em rubricas dos Ministérios do Turismo e da Cultura, que não fazem a checagem presencial da prestação de contas do serviço, nem verificam a atuação do instituto e da empresa subcontratada.
Exposição. Por conta desse esquema, Gim Argello fatura - ao menos politicamente - com shows e eventos turísticos no Distrito Federal pagos com dinheiro público.
Nos documentos obtidos pela reportagem fica claro que as prestações de contas entregues ao governo são assinadas pelos laranjas e os endereços dos institutos são falsos.
A reportagem localizou o jardineiro Moisés da Silva Morais em sua casa, numa rua de terra batida na periferia de Águas Lindas, cidade do entorno do Distrito Federal. O nome dele está nos convênios do governo em contratos e orçamentos. O jardineiro Moisés admitiu que emprestou o nome ao esquema em troca de uma promessa, não cumprida segundo ele, de R$ 500 mensais. "Virei laranja", disse.
Estatutos comprados. Os papéis revelam que essas entidades compram estatutos de associações comunitárias de periferia e viram "institutos" somente para intermediar sem licitação os convênios com o governo, em troca de uma comissão, conforme relatos de dirigentes em conversas gravadas.
Líder do PTB, Gim Argello era suplente e virou senador em 2007 após a renúncia de Joaquim Roriz, envolvido em corrupção. Em pouco tempo, ganhou espaço e respeito do governo federal, principalmente da ex-ministra e presidente eleita, Dilma Rousseff.
Em troca da lealdade ao governo, Gim conseguiu um presente político: ser o relator do Orçamento da União, de R$ 1,3 trilhão para 2011. Cabe a ele elaborar toda a proposta orçamentária - incluindo as emendas parlamentares - a ser votada pelo Congresso até o fim deste mês.
O destino das emendas feitas pelo próprio senador para 2010 mostra que, no mínimo, Gim Argello não tem controle sobre o rumo e o uso do dinheiro público que lhe diz respeito.
Ele mesmo, na sua versão (veja reportagem na pág. A6), disse que, apesar de destinar emendas, não conhece as entidades, nem acompanha as prestações de contas.
Cartas e lobby. No dia 29 de junho deste ano, o senador enviou uma carta ao ministro da Cultura, Juca Ferreira, e fez um apelo: pediu que R$ 600 mil das emendas feitas por ele fossem transferidos para o Instituto Renova Brasil. O convênio foi aprovado e liberado em R$ 532 mil. Só que a entidade não existe. É fantasma. No endereço funciona uma vidraçaria, a Requinte Vidros.Sphere: Related Content
Cinema & Literatura apresenta Os Maias
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#dilma #LULA #homofobiaNao :Alerta nacional: Ativistas ligados ao Movimento GLBT tentarão aprovar PLC 122/06 no Senado nos dias 08 e 09 dezembro/10.
zenobiofonseca.blogspot.com
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#desing The BIOME Concept from Mercedes-Benz
The BIOME Concept design by designers of the Mercedes-Benz Advanced Design Studios in Carlsbad, California. Designers taking their inspiration from nature, they designed a vehicle which is fully integrated into the ecosystem. According to Hubert Lee, Head of the Mercedes-Benz Advanced Design Studios in Carlsbad “The Mercedes-Benz BIOME Concept is a natural technology hybrid, and forms part of our earth’s ecosystem. It grows and thrives like the leaves on a tree”.
#gastronomia Creative Chocolate
3D Illustration, Advertising, Art Direction, Set Design, Look Development and Visualization by Rachael Dunk info@rachaeldunk.com
This appetite set of chocolates was created in 3ds Max and Vray by designer from Australia Rachael Dunk. Each chocolate represents a different event that took place around Sydney for October 2009. For now it’s just a concept but I doubt that I’ll be able to eat such piece of art. And you?
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