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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

#gastronomia 100 Things to Do with a Banana




Click on the photos for full recipes.

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☾˙❀‿❀˙☽ "Comfortably Numb", de Pink Floyd

Ouvindo a música "Comfortably Numb", de Pink Floyd, na @

☾˙❀‿❀˙☽

Comfortably Numb

Hello,
Is there anybody in there?
Just nod if you can hear me
Is there anyone at home?

Come on now
I hear you're feeling down
Well, I can ease your pain
And get you on your feet again

Relax
I'll need some information first
Just the basic facts
Can you show me where it hurts

There is no pain, you are receding
A distant ship's smoke on the horizon
You are only coming through in waves
Your lips move but I can't hear what you're saying
When I was a child I had a fever
My hands felt just like two balloons

Now I've got that feeling once again
I can't explain, you would not understand
This is not how I am
I have become comfortably numb

I have become comfortably numb

O.K.
Just a little pin prick
There'll be no more...aaaaaaaah!
But you might feel a little sick
Can you stand up?
I do belive it's working, good
That'll keep you going, through the show
Come on it's time to go.

There is no pain you are receding
A distant ship's smoke on the horizon
You are only coming through in waves
Your lips move, but I can't hear what you're saying
When I was a child
I caught a fleeting glimpse
Out of the corner of my eye
I turned to look but it was gone
I cannot put my finger on it now
The child is grown
The dream is gone
And I have become
Comfortably numb.

Confortavelmente Entorpecido

Olá?
Tem alguém aí?
Apenas acene se puder me ouvir
Tem alguém em casa?

Vamos lá,
Ouvi dizer que você está se sentindo deprimido
Bem, eu posso aliviar sua dor
E te pôr em pé de novo

Relaxe
Vou precisar de algumas informações primeiro
Apenas coisas básicas
Você pode mostrar onde dói?

Não há dor, você está retrocedendo
Uma fumaça de um navio distante no horizonte
Somente te vejo chegando por entre ondas
Seus lábios se movem, mas eu não consigo ouvir oque você está dizendo
Quando eu era criança eu tive uma febre
Minhas mãos se sentiam como se fossem dois balões

Agora eu tenho essa sensação mais uma vez
Eu não posso explicar, você não iria compreender
Isto não é o que eu sou
Estou me tornando confortavelmente entorpecido

Estou me tornando confortavelmente entorpecido

O.K.
Somente uma pequena picada
Não haverá mais... aaaaaahhhhh!
Mas você pode se sentir um pouco enjoado
Pode se levantar?
Acho que realmente está funcionando, ótimo.
Isso vai te manter vagando durante o show
Vamos, está na hora de ir

Não há dor, você está retrocedendo
Uma fumaça de um navio distante no horizonte
Somente te vejo chegando por entre ondas
Seus lábios se movem, mas eu não consigo ouvir oque
você está dizendo
Quando eu era criança tive uma visão fugaz
Pelo canto do olho
Eu virei para olhar mas tinha sumido
Eu não pude tocar na ferida
A criança cresceu
O sonho se foi
E eu me tornei
Confortavelmente entorpecido



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26/10/2008 free counters

#politica #dilma #lula Liberdade de imprensa, compromisso de campanha


15 de novembro de 2010 | 0h 00
Carlos Alberto Di Franco - O Estado de S.Paulo

A então candidata Dilma Rousseff assumiu publicamente compromisso com a liberdade de imprensa e de expressão. Chegou a dizer, numa afirmação que contrasta com os precedentes de seu partido, que o único controle que admite é o controle remoto. Em seu primeiro discurso como presidente eleita do Brasil, Dilma renovou seu compromisso: "Prefiro o barulho da imprensa livre ao silêncio das ditaduras. As críticas do jornalismo livre ajudam o País e são essenciais aos governos democráticos, apontando erros e trazendo o necessário contraditório." Bom começo. Agora, os conceitos devem ser traduzidos em ações. E Dilma já tem pela frente um primeiro teste. Lula decidiu tocar adiante o polêmico projeto que cria o marco regulatório da comunicação eletrônica. Mas não o enviará ao Congresso. A decisão está nas mãos de Dilma Rousseff.

De acordo com o ministro Franklin Martins, padrinho do projeto, esse marco regulatório, uma vez criado, "vai garantir a concorrência, a competição, a inovação tecnológica, o atendimento aos direitos da sociedade à informação". Mas há grande desconfiança entre os profissionais de comunicação quanto a interesses já manifestados pelo governo de criar um controle social da mídia, o que significaria a censura à livre expressão.

A desconfiança não é gratuita. Afinal, em oito anos uma das constantes do governo Lula foi a tentativa de controlar os meios de comunicação. Desde o frustrado lançamento do Conselho Nacional de Jornalismo até a realização da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) em 2009, por convocação do governo Lula, o denominador comum é impressionante: tentar impor censura aos meios de comunicação e, em especial, à imprensa. Tenta-se, reiteradamente, montar um cenário aparentemente afirmativo: a defesa da "democratização" dos meios de comunicação. A palavra de ordem é romper a ação da "mídia monopolista". Mas o objetivo final é sempre o mesmo: controlar, punir, fiscalizar, censurar.

O propósito autoritário está sempre camuflado. Apresenta-se o governo como defensor da sociedade contra abusos e excessos cometidos por jornais, revistas, rádios e televisões. Ergue-se, igualmente, contra os formadores de opinião que se atrevem a contestar o discurso único. "Nós somos a opinião pública", declarou o presidente da República em notável arrebatamento.

O argumento não se sustenta. Para coibir abusos há a Justiça, como em qualquer sociedade democrática. Para garantir a democratização e a multiplicidade há a concorrência. O que o governo quer, lá no fundo mesmo, é o monopólio da comunicação para moldar a opinião pública em torno de um projeto de poder. Foi isso o que esteve no cerne de todas as tentativas. Nenhuma deu certo graças à força da sociedade civil brasileira.

Agora o governo resolveu comer o mingau pela beirada. Passou a bola, numa primeira etapa, aos Estados governados majoritariamente pelo PT. É o caso do Ceará, que já elaborou lei fiscalizadora e, com indisfarçável articulação, está sendo seguido por Alagoas, Piauí e Bahia. Pretende-se constituir conselhos para atuar no controle dos veículos de comunicação. O próximo passo é jogada cantada. O governo federal trataria de regulamentar a ação dos conselhos estaduais, sob pretexto de padronizá-los. Teríamos, por um atalho, instalada a censura no Brasil. Sei que há gente séria e bem-intencionada que, ingenuamente, acredita que os conselhos "fortalecem a democracia". Os conselhos podem ter uma fachada democrática, mas seu presumível aparelhamento os transforma rapidamente em braço do governo.

Não defendo, por óbvio, uma imprensa irresponsável. Sinto-me com autoridade moral para condenar o espírito dessas iniciativas. Afinal, tenho martelado, teimosa e reiteradamente, que a responsabilidade é a outra face da liberdade. Não sou contra os legítimos instrumentos que coíbam os abusos da mídia. Mas eles já existem e estão previstos na Constituição e na legislação vigente, sem necessidade de novas intervenções do Estado.

A tentativa fracassará. Por algumas razões. A primeira, sem dúvida, é a confiança na palavra empenhada pela presidente eleita. E Dilma Rousseff foi taxativa: "O único controle que admito é o controle remoto." Devemos dar ao seu governo o necessário crédito de confiança.

Em segundo lugar, temos a Constituição. Os conselhos de comunicação, creio, estão em rota de colisão com a Constituição. Na verdade, o artigo 220 do texto constitucional garante a liberdade de imprensa, afirmando que ela não pode sofrer nenhuma restrição. Ao assumirem, de fato, o controle da mídia, os conselhos inibem, na prática, o exercício do jornalismo independente.

Recentemente, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, assinalou que a entidade poderá questionar judicialmente a criação dos conselhos. "Não podemos tolerar iniciativas que, ainda que de forma disfarçada, tenham como objetivo restringir a liberdade de imprensa. A OAB vai ter um papel crítico e ativo no sentido de ajuizar ações diretas de inconstitucionalidade contra a criação desses conselhos", afirmou.

Em terceiro lugar, a sociedade brasileira rejeita a censura. Segundo o professor de Ética e Política da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Roberto Romano, os eleitores mandaram um recado aos políticos por meio das urnas. "Não temos mais um rebanho", ponderou o especialista. Os mais de 40 milhões de votos dados ao candidato derrotado indicam algo. Há uma fatia expressiva do eleitorado que não se deixa levar pelo discurso populista. E isso, sem prejuízo da legitimidade do voto vitorioso, é muito importante como contraponto às aventuras autoritárias. A democracia brasileira amadureceu. É um fato. Agora, cabe esperar que a presidente Dilma Rousseff tenha a sabedoria de captar o recado profundo das urnas.

DOUTOR EM COMUNICAÇÃO, É PROFESSOR DE ÉTICA E DIRETOR DO MASTER EM JORNALISMO
E-MAIL: DIFRANCO@IICS.ORG.BR


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26/10/2008 free counters

#listening "Keep Talking", de Pink Floyd,

Ouvindo a música "Keep Talking", de Pink Floyd, #nowplaying na @RadioUOL http://uol.fm/bscL3


Keep Talking

For millions of years mankind lived just like animals
Then something happened which unleashed the power of our imagination
We learned to talk

There's a silence surroundiing me
I can't seem to think straight
I'll sit in the corner
Where no one can bother me
I think I should speak now (why won't you talk to me)
But I can't seem to speak now (you never talk to me)
My words won't come out right (what are you thinking)
I feel like I'm drowning (What are you feeling)
I'm feeling weak now (why won't you talk to me)
But I can't show my weakness (you never talk to me
I sometimes wonder (what are you thinking)
Where do we go from here (what are you feeling)

It doesn't have to be like this
All we need to do is make sure we keep talking

Why won't you talk to me (I feel like I'm drowning)
You never talk to me (you know I can't breathe now)
What are you thinking (we're going nowhere)
What are you feeling (we're going nowhere)
Why won't you talk to me
You never talk to me
What are you thinking
Where do we go from here

It doesn't have to be like this
All we need to do is make sure we keep talking

Continuar A Falar

Por milhôes de anos a Humanidade viveu como os animais
Então algo aconteceu que libertou o poder da nossa imaginação
Nós aprendemos a falar

Há um silêncio me envolvendo
Não consigo pensar direito
Me sentarei naquele canto
Onde ninguém irá me incomodar
Penso que deveria falar (Por que é que não fala comigo?)
Mas não consigo falar (Você nunca fala comigo)
As minhas palavras não saem direito (No que você está pensando?)
Sinto que estou me afogando (O que você está sentindo?)
Sinto-me fraco agora (Por que você não fala comigo?)
Mas não posso mostrar a minha fraqueza (Você nunca fala comigo)
Às vezes me pergunto (O que você está pensando?)
Onde vamos chegar saindo daqui? (O que você está sentindo?)

Isso não tem que ser assim
Tudo o que devemos fazer é ter certeza que continuamos a falar

Por que você não fala comigo? (Sinto que estou me afogando)
Você nunca fala comigo (Você sabe que agora não posso respirar)
No que você está pensando ? (Não chegaremos a lugar nenhum)
O que você está sentindo? (Não chegaremos a lugar nenhum)
Por que você não fala comigo?
Você nunca fala comigo
No que você está pensando?
Onde vamos chegar saindo daqui?

Isso não tem que ser assim
Tudo o que precisamos fazer é ter certeza que continuamos a falar

LAST

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26/10/2008 free counters

"Wish You Were Here", de #Pink #Floyd, #nowplaying

"Wish You Were Here", de , na @


Wish You Were Here

So,
So you think you can tell
Heaven from Hell,
Blue skies from pain
Can you tell a green field
From a cold steel rail?
A smile from a veil?
Do you think you can tell?

Did they get you to trade
Your heroes for ghosts?
Hot ashes for trees?
Hot air for a cool breeze?
Cold comfort for change?
Did you exchange
A walk on part in the war
For a lead role in a cage?

How I wish, how I wish you were here
We're just two lost souls
Swimming in a fish bowl,
Year after year,
Running over the same old ground.
What have we found?
The same old fears
Wish you were here

Queria Que Você Estivesse Aqui

Então,
Então você acha que consegue distinguir
O paraíso do inferno
Céus azuis da dor
Você consegue distinguir um campo verde
de um frio trilho de aço?
Um sorriso de um véu?
Você acha que consegue distinguir?

Fizeram você trocar
Seus heróis por fantasmas?
Cinzas quentes por árvores?
Ar quente por uma brisa fria?
Conforto frio por mudança?
Você trocou
Um papel de coadjuvante na guerra
Por um papel principal numa cela?

Como eu queria, como eu queria que você estivesse aqui
Somos apenas duas almas perdidas
Nadando num aquário
Ano após ano
Correndo sobre este mesmo velho chão
O que encontramos?
Os mesmos velhos medos
Queria que você estivesse aqui



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26/10/2008 free counters

OAB defende PECs que beneficiam advocacia pública


22:53 - 14/11/2010

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante defendeu hoje (14), com veemência, as propostas de emenda constitucional que beneficiam aos advogados da União, da Fazenda, autarquias, além de procuradores de Estado e municípios. "A independência e a autonomia da advocacia publica são essenciais para evitar que governantes atentem contra à lei", afirmou Ophir frisando que "não se pode ter uma advocacia pública vinculada ao interesse de governos porque a sua atividade precípua é a defesa do Estado".

A PEC 452/2009 garante aos advogados públicos as prerrogativas de vitaliciedade, inamovibilidade e irredutibilidade de vencimentos, que hoje são exclusivas de juizes e integrantes do Ministério Público. Já a PEC 443/09, fixa como parâmetro para a remuneração dos advogados públicos um subsídio correspondente a 90,25% dos vencimentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal, teto do funcionalismo.

Sobre a opinião do presidente da Ajufe, Gabriel Wedy, de que as propostas "desvirtuam o papel da advocacia pública" e de que seria importante "fazer uma distinção entre juiz, agente político de Estado e membro de poder, com o advogado da União" o presidente nacional da OAB foi taxativo em sua crítica: "É lamentável que uma entidade de juizes tente diminuir o papel da advocacia pública situando-a como se fosse uma atividade acessória do Estado. A advocacia é imprescindível para a manutenção do princípio de que o governante só faz o que é autorizado por lei".





Fonte: OAB


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26/10/2008 free counters

#lula #dilma Minha Casa, Minha Vida e a malversação da verdade

Um surto de dissimulação varre o programa Minha Casa, Minha Vida.

No lançamento, em março de 2009, prometia-se a entrega de 1 milhão de casas até o final de 2010.

Com o tempo, as casas foram sendo convertidas em promessas de papel.

Em vez de moradias prontas, passou-se a falar de número de contratos.

Em 30 de junho, a Caixa Econômica anunciou que o volume de contratos assinados era de 520,9 mil.

Em 26 de agosto, o Ministério das Cidades elevou a conta para 604 mil. Em 10 de setembro, a Caixa alou em 630,9 mil contratos.

No mês seguinte, 15 de outubro, a conta da pasta das Cidades já somava 732 mil.

Neste final de semana, o ministro Márcio Fortes tonificou o número de contratações de moradias para alguma coisa “na faixa de 800 mil unidades”.

Empenhado em continuar ministro, Fortes repisou a meta de 2010: “Perseguimos o objetivo de fechar 1 milhão de residências contratadas”.

Antes, trombeteavam-se os números da Caixa. Agora, o ministro inclui na conta “unidades” supostamente contratadas pelo Banco do Brasil.

Fala também de casas que serão erguidas sobre os alicerces de “ações do próprio Ministério das Cidades”.

Acomoda a coisa toda num mesmo balaio: “Tudo isso faz parte do Minha Casa, Minha Vida.”

Para medir a taxa de embromação que separa os anúncios oficiais daquilo que realmente acontece é preciso responder:

Afinal, quantas chaves foram às mãos de felizardos proprietários? O governo foge da resposta como os sem-teto da chuva.

Em 13 de agosto, as repórteres Andréa Michael e Daniela Lima informaram que a Caixa omitia de suas divulgações propagandísticas os dados desfavoráveis.

A instituição abstinha-se de informar a quantidades de casas efetivamente levantadas. Alegava não dispor do levantamento. Lorota.

Os números existiam, mas só chegavam às mãos dos “parceiros do programa”. No balanço de 30 de junho, manuseado pelas repórteres, anotou-se:

Para a clientela mais pobre, de até três salários mínimos, haviam sido contratadas 240,569 mil casas. Desse total, apenas 1,2% chegara ao telhado.

O número de chaves efetivamente entregues era ainda mais modesto: escasas 565 moradias. Ou 0,23% do contratado.

No dia seguinte, 14 de agosto, inquiriu-se Dilma Rousseff sobre a miudeza dos números. Na resposta, ela preferiu tratar dos contratos, não das casas:

"Estamos dando um show, porque tem mais de 500 mil [unidades] contratadas, quando se dizia que não conseguiríamos 200 mil".

Quanto ao esconde-esconde das informações que tratam das casas prontas, Dilma escorregou:

"Aí você pergunta para a Caixa. Não tenho a menor condição de responder. Se não mostrou, está errado...”

“...A Caixa tem um dos melhores desempenhos dos últimos anos em matéria de habitação".

Pelo cronograma oficial, depois de contratada, a casa demora entre um e dois anos para ficar pronta.

Significa dizer que, cumprida a meta de 1 milhão de contratos, as últimas casas prometidas por Lula seriam entregues em 2012, segundo ano da gestão Dilma.

Na propaganda eleitoral de 2010, Dilma adicionou ao já prometido um segundo andar de promessas. Disse que vai entregar mais 2 milhões de unidades. Falou de casas, não de contratos.

Considerando-se o déficit habitacional do Brasil (5,6 milhões de moradias, numa conta de 2008), o flagelo merece o tratamento de prioridade.

Natural que, em fase de campanha, a marquetagem açule os sonhos. Mas a malversação da verdade, quando é muita, costuma resultar em desculpa esfarrapada e frustração.



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26/10/2008 free counters

【•】_【•】 #listening C'est La Vie Emerson Lake And Palmer 【•】_【•】

#listening to C Est La Vie by Emerson Lake And Palmer on @Grooveshark: http://tinysong.com/gHYE #nowplaying

Composição: Lake / Sinfield
C'est la vie
Have your leaves all turned to brown
Will you scatter them around you
C'est la vie
Do you love
And then how am I to know
If you dont let your love show for me
C'est la vie
Oh c'est la vie
Oh c'est la vie
Who knows, who cares, for me
C'est la vie
In the night
Do you light a lover's fire
Do the ashes of desire for you remain
Like the sea
There's a love to deep to show
Took a storm before my love
Flowed for you
C'est la vie
Oh c'est la vie
Oh c'est la vie
Who knows, who cares, for me
C'est la vie
Like a song
Out of tune and out of time
All I needed was a rhyme for you
C'est la vie
Do you give
Do you live from day to day
Is there no song I can play for you
C'est la vie
Oh c'est la vie
Oh c'est la vie
Who knows, who cares, for me
C'est la vie

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#dilma #lula O #PT

03/11/2010 por Jorge Roriz

Vocês precisam aprender a ser comportados como o PT foi até chegar ao poder. Vejam só como é que eles eram:

1985 – O PT é contra a eleição de Tancredo Neves e expulsa os deputados que votaram nele;
1988 – O PT vota contra a Nova Constituição que mudou o rumo do Brasil;
1989 – O PT defende o não pagamento da dívida brasileira, o que transformaria o Brasil num caloteiro mundial;
1993 – Itamar Franco convoca todos os partidos para um governo de coalizão pelo bem do país. O PT foi contra e não participou;
1994 – O PT vota contra o Plano Real e diz que a medida é eleitoreira;
1996 – O PT vota contra a reeleição.
1998 – O PT vota contra a privatização da telefonia, medida que hoje nos permite ter acesso a internet e mais de 150 milhões de linhas telefônicas;
1999 – O PT vota contra a adoção do câmbio flutuante;
1999 – O PT vota contra a adoção das metas de inflação;
2000 – O PT luta ferozmente contra a criação da Lei de Responsabilidade Fiscal, que obriga os governantes a gastarem apenas o que arrecadarem, ou seja, o óbvio que não era feito no Brasil;
2001 – O PT vota contra a criação dos programas sociais no governo Fernando Henrique: Bolsa Escola, Vale Alimentação, Vale Gás, Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, enquanto outras bolsas são classificadas como “esmolas eleitoreiras e insuficientes”.





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26/10/2008 free counters

#pt Um petralha exemplar


Um sujeito que se identifica como Antonio L Skoldharougs — conta-me que costuma freqüentar seções de comentários de vários blogs; aqui ele não volta! — enviou-me alguns comentários desaforados. No primeiro deles, ele resolveu atacar os meus leitores. Leiam (segue com todas as apedeutices originais):

Reinaldo primeiro voce tem que apresentar Chico Buarque, acho que seus participantes nunca ouviu falar o nome dele, eles só sabem que são Tiririca, Netinho diPaula, Zeze de Camargo e Luciano, Xitãozinho e Xororó etc.
É QUERER MUITO QUE SEU PUBLICO CONHEÇA CHICO BUARQUE DE HOLLANDA, JOÃO GILBERTO, CAETANO VELOSO, GILBERTO GIL, BADEN POWEL. NÃO ACHA??
Chico Buarque é aquele filho do maior dicionárista da lingua Poretuguesa, ele é compositor e escritor, um dos maiores gênios internacionais, super premiado em todos os festivais, detentor de varios premios.

Voltei
Não vou tentar corrigir a língua do bruto porque é caso perdido. Fiquemos no essencial. Chico Buarque nunca foi nem mesmo parente de Aurélio Buarque de Holanda. O sambista é filho, como sabe quase todo mundo, do historiador Sérgio Buarque de Holanda — os dois com um único “l”. Informei isso à pobre alma. Sem contar que o Netinho e o Tiririca estavam é no mesmo palanque de Chico Buarque, certo? O rapaz voltou com o que chamou “tréplica” (corto as ofensas. E em caixa alta:
EU QUERIA TER A CERTEZA QUE MESMO APAGANDO TODOS OS MEUS TEXTOS, VOCE OS LIA ANTES, EU FIZ UMA PEGADINHA E VOCE CAIU, CLARO QUE O CHICO É FILHO DO SERGIO BUARQUE DE HOLLANDA, PRIMO DO AURÉLIO B. DE HOLLANDA, O SÉRGIO FOI HISTORIADOR DA UNICAMP, CASADO COM A SR.ª mARIA AMÉLIA ALVIN B. DE HOLLANDA. QUERIA TER A CERTEZA QUE MEUS TEXTOS ERAM LIDOS.

Ai, ai…
Não! Sérgio e Aurélio não eram primos. Pertenciam a famílias distintas. Ele acredita que caí numa “pegadinha”! E Sérgio Buarque de Holanda foi professor da USP, não da Unicamp. Publiquei o que deu para publicar. O rapaz escreveu um monte de impropérios e ofensas, a exemplo de quase duas centenas de outros até agora. O grau de informação não é muito diferente do que se vê acima. Ele gosta de comentar em blogs? No meu, foi pego pelo mata-burro.

Por Reinaldo Azevedo

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