Click on the photos for full recipes.
Sphere: Related Content
| |
En los últimos años, Fox News se ha situado como uno de los canales más vistos.
Fundado por la BBC inglesa, emite en más de 200 países alrededor del mundo.
El canal de información económica en español que no descuida los aspectos de la información global
Es el vehículo de información inmediata más importante para millones de hispanohablantes en Europa y América.
El primer canal internacional de noticias en inglés sobre Oriente Medio.
| |
| |
| |
| |
Ouvindo a música "Comfortably Numb", de Pink Floyd, #nowplaying na @RadioUOL http://uol.fm/bbc0X
☾˙❀‿❀˙☽
A então candidata Dilma Rousseff assumiu publicamente compromisso com a liberdade de imprensa e de expressão. Chegou a dizer, numa afirmação que contrasta com os precedentes de seu partido, que o único controle que admite é o controle remoto. Em seu primeiro discurso como presidente eleita do Brasil, Dilma renovou seu compromisso: "Prefiro o barulho da imprensa livre ao silêncio das ditaduras. As críticas do jornalismo livre ajudam o País e são essenciais aos governos democráticos, apontando erros e trazendo o necessário contraditório." Bom começo. Agora, os conceitos devem ser traduzidos em ações. E Dilma já tem pela frente um primeiro teste. Lula decidiu tocar adiante o polêmico projeto que cria o marco regulatório da comunicação eletrônica. Mas não o enviará ao Congresso. A decisão está nas mãos de Dilma Rousseff.
De acordo com o ministro Franklin Martins, padrinho do projeto, esse marco regulatório, uma vez criado, "vai garantir a concorrência, a competição, a inovação tecnológica, o atendimento aos direitos da sociedade à informação". Mas há grande desconfiança entre os profissionais de comunicação quanto a interesses já manifestados pelo governo de criar um controle social da mídia, o que significaria a censura à livre expressão.
A desconfiança não é gratuita. Afinal, em oito anos uma das constantes do governo Lula foi a tentativa de controlar os meios de comunicação. Desde o frustrado lançamento do Conselho Nacional de Jornalismo até a realização da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) em 2009, por convocação do governo Lula, o denominador comum é impressionante: tentar impor censura aos meios de comunicação e, em especial, à imprensa. Tenta-se, reiteradamente, montar um cenário aparentemente afirmativo: a defesa da "democratização" dos meios de comunicação. A palavra de ordem é romper a ação da "mídia monopolista". Mas o objetivo final é sempre o mesmo: controlar, punir, fiscalizar, censurar.
O propósito autoritário está sempre camuflado. Apresenta-se o governo como defensor da sociedade contra abusos e excessos cometidos por jornais, revistas, rádios e televisões. Ergue-se, igualmente, contra os formadores de opinião que se atrevem a contestar o discurso único. "Nós somos a opinião pública", declarou o presidente da República em notável arrebatamento.
O argumento não se sustenta. Para coibir abusos há a Justiça, como em qualquer sociedade democrática. Para garantir a democratização e a multiplicidade há a concorrência. O que o governo quer, lá no fundo mesmo, é o monopólio da comunicação para moldar a opinião pública em torno de um projeto de poder. Foi isso o que esteve no cerne de todas as tentativas. Nenhuma deu certo graças à força da sociedade civil brasileira.
Agora o governo resolveu comer o mingau pela beirada. Passou a bola, numa primeira etapa, aos Estados governados majoritariamente pelo PT. É o caso do Ceará, que já elaborou lei fiscalizadora e, com indisfarçável articulação, está sendo seguido por Alagoas, Piauí e Bahia. Pretende-se constituir conselhos para atuar no controle dos veículos de comunicação. O próximo passo é jogada cantada. O governo federal trataria de regulamentar a ação dos conselhos estaduais, sob pretexto de padronizá-los. Teríamos, por um atalho, instalada a censura no Brasil. Sei que há gente séria e bem-intencionada que, ingenuamente, acredita que os conselhos "fortalecem a democracia". Os conselhos podem ter uma fachada democrática, mas seu presumível aparelhamento os transforma rapidamente em braço do governo.
Não defendo, por óbvio, uma imprensa irresponsável. Sinto-me com autoridade moral para condenar o espírito dessas iniciativas. Afinal, tenho martelado, teimosa e reiteradamente, que a responsabilidade é a outra face da liberdade. Não sou contra os legítimos instrumentos que coíbam os abusos da mídia. Mas eles já existem e estão previstos na Constituição e na legislação vigente, sem necessidade de novas intervenções do Estado.
A tentativa fracassará. Por algumas razões. A primeira, sem dúvida, é a confiança na palavra empenhada pela presidente eleita. E Dilma Rousseff foi taxativa: "O único controle que admito é o controle remoto." Devemos dar ao seu governo o necessário crédito de confiança.
Em segundo lugar, temos a Constituição. Os conselhos de comunicação, creio, estão em rota de colisão com a Constituição. Na verdade, o artigo 220 do texto constitucional garante a liberdade de imprensa, afirmando que ela não pode sofrer nenhuma restrição. Ao assumirem, de fato, o controle da mídia, os conselhos inibem, na prática, o exercício do jornalismo independente.
Recentemente, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, assinalou que a entidade poderá questionar judicialmente a criação dos conselhos. "Não podemos tolerar iniciativas que, ainda que de forma disfarçada, tenham como objetivo restringir a liberdade de imprensa. A OAB vai ter um papel crítico e ativo no sentido de ajuizar ações diretas de inconstitucionalidade contra a criação desses conselhos", afirmou.
Em terceiro lugar, a sociedade brasileira rejeita a censura. Segundo o professor de Ética e Política da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Roberto Romano, os eleitores mandaram um recado aos políticos por meio das urnas. "Não temos mais um rebanho", ponderou o especialista. Os mais de 40 milhões de votos dados ao candidato derrotado indicam algo. Há uma fatia expressiva do eleitorado que não se deixa levar pelo discurso populista. E isso, sem prejuízo da legitimidade do voto vitorioso, é muito importante como contraponto às aventuras autoritárias. A democracia brasileira amadureceu. É um fato. Agora, cabe esperar que a presidente Dilma Rousseff tenha a sabedoria de captar o recado profundo das urnas.
DOUTOR EM COMUNICAÇÃO, É PROFESSOR DE ÉTICA E DIRETOR DO MASTER EM JORNALISMOOuvindo a música "Keep Talking", de Pink Floyd, #nowplaying na @RadioUOL http://uol.fm/bscL3
O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante defendeu hoje (14), com veemência, as propostas de emenda constitucional que beneficiam aos advogados da União, da Fazenda, autarquias, além de procuradores de Estado e municípios. "A independência e a autonomia da advocacia publica são essenciais para evitar que governantes atentem contra à lei", afirmou Ophir frisando que "não se pode ter uma advocacia pública vinculada ao interesse de governos porque a sua atividade precípua é a defesa do Estado".
A PEC 452/2009 garante aos advogados públicos as prerrogativas de vitaliciedade, inamovibilidade e irredutibilidade de vencimentos, que hoje são exclusivas de juizes e integrantes do Ministério Público. Já a PEC 443/09, fixa como parâmetro para a remuneração dos advogados públicos um subsídio correspondente a 90,25% dos vencimentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal, teto do funcionalismo.
Sobre a opinião do presidente da Ajufe, Gabriel Wedy, de que as propostas "desvirtuam o papel da advocacia pública" e de que seria importante "fazer uma distinção entre juiz, agente político de Estado e membro de poder, com o advogado da União" o presidente nacional da OAB foi taxativo em sua crítica: "É lamentável que uma entidade de juizes tente diminuir o papel da advocacia pública situando-a como se fosse uma atividade acessória do Estado. A advocacia é imprescindível para a manutenção do princípio de que o governante só faz o que é autorizado por lei".
Um surto de dissimulação varre o programa Minha Casa, Minha Vida.
No lançamento, em março de 2009, prometia-se a entrega de 1 milhão de casas até o final de 2010.
Com o tempo, as casas foram sendo convertidas em promessas de papel.
Em vez de moradias prontas, passou-se a falar de número de contratos.
Em 30 de junho, a Caixa Econômica anunciou que o volume de contratos assinados era de 520,9 mil.
Em 26 de agosto, o Ministério das Cidades elevou a conta para 604 mil. Em 10 de setembro, a Caixa alou em 630,9 mil contratos.
No mês seguinte, 15 de outubro, a conta da pasta das Cidades já somava 732 mil.
Neste final de semana, o ministro Márcio Fortes tonificou o número de contratações de moradias para alguma coisa “na faixa de 800 mil unidades”.
Empenhado em continuar ministro, Fortes repisou a meta de 2010: “Perseguimos o objetivo de fechar 1 milhão de residências contratadas”.
Antes, trombeteavam-se os números da Caixa. Agora, o ministro inclui na conta “unidades” supostamente contratadas pelo Banco do Brasil.
Fala também de casas que serão erguidas sobre os alicerces de “ações do próprio Ministério das Cidades”.
Acomoda a coisa toda num mesmo balaio: “Tudo isso faz parte do Minha Casa, Minha Vida.”
Para medir a taxa de embromação que separa os anúncios oficiais daquilo que realmente acontece é preciso responder:
Afinal, quantas chaves foram às mãos de felizardos proprietários? O governo foge da resposta como os sem-teto da chuva.
Em 13 de agosto, as repórteres Andréa Michael e Daniela Lima informaram que a Caixa omitia de suas divulgações propagandísticas os dados desfavoráveis.
A instituição abstinha-se de informar a quantidades de casas efetivamente levantadas. Alegava não dispor do levantamento. Lorota.
Os números existiam, mas só chegavam às mãos dos “parceiros do programa”. No balanço de 30 de junho, manuseado pelas repórteres, anotou-se:
Para a clientela mais pobre, de até três salários mínimos, haviam sido contratadas 240,569 mil casas. Desse total, apenas 1,2% chegara ao telhado.
O número de chaves efetivamente entregues era ainda mais modesto: escasas 565 moradias. Ou 0,23% do contratado.
No dia seguinte, 14 de agosto, inquiriu-se Dilma Rousseff sobre a miudeza dos números. Na resposta, ela preferiu tratar dos contratos, não das casas:
"Estamos dando um show, porque tem mais de 500 mil [unidades] contratadas, quando se dizia que não conseguiríamos 200 mil".
Quanto ao esconde-esconde das informações que tratam das casas prontas, Dilma escorregou:
"Aí você pergunta para a Caixa. Não tenho a menor condição de responder. Se não mostrou, está errado...”
“...A Caixa tem um dos melhores desempenhos dos últimos anos em matéria de habitação".
Pelo cronograma oficial, depois de contratada, a casa demora entre um e dois anos para ficar pronta.
Significa dizer que, cumprida a meta de 1 milhão de contratos, as últimas casas prometidas por Lula seriam entregues em 2012, segundo ano da gestão Dilma.
Na propaganda eleitoral de 2010, Dilma adicionou ao já prometido um segundo andar de promessas. Disse que vai entregar mais 2 milhões de unidades. Falou de casas, não de contratos.
Considerando-se o déficit habitacional do Brasil (5,6 milhões de moradias, numa conta de 2008), o flagelo merece o tratamento de prioridade.
Natural que, em fase de campanha, a marquetagem açule os sonhos. Mas a malversação da verdade, quando é muita, costuma resultar em desculpa esfarrapada e frustração.
03/11/2010 por Jorge Roriz
Vocês precisam aprender a ser comportados como o PT foi até chegar ao poder. Vejam só como é que eles eram:
1985 – O PT é contra a eleição de Tancredo Neves e expulsa os deputados que votaram nele;
1988 – O PT vota contra a Nova Constituição que mudou o rumo do Brasil;
1989 – O PT defende o não pagamento da dívida brasileira, o que transformaria o Brasil num caloteiro mundial;
1993 – Itamar Franco convoca todos os partidos para um governo de coalizão pelo bem do país. O PT foi contra e não participou;
1994 – O PT vota contra o Plano Real e diz que a medida é eleitoreira;
1996 – O PT vota contra a reeleição.
1998 – O PT vota contra a privatização da telefonia, medida que hoje nos permite ter acesso a internet e mais de 150 milhões de linhas telefônicas;
1999 – O PT vota contra a adoção do câmbio flutuante;
1999 – O PT vota contra a adoção das metas de inflação;
2000 – O PT luta ferozmente contra a criação da Lei de Responsabilidade Fiscal, que obriga os governantes a gastarem apenas o que arrecadarem, ou seja, o óbvio que não era feito no Brasil;
2001 – O PT vota contra a criação dos programas sociais no governo Fernando Henrique: Bolsa Escola, Vale Alimentação, Vale Gás, Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, enquanto outras bolsas são classificadas como “esmolas eleitoreiras e insuficientes”.
Um sujeito que se identifica como Antonio L Skoldharougs — conta-me que costuma freqüentar seções de comentários de vários blogs; aqui ele não volta! — enviou-me alguns comentários desaforados. No primeiro deles, ele resolveu atacar os meus leitores. Leiam (segue com todas as apedeutices originais):
Reinaldo primeiro voce tem que apresentar Chico Buarque, acho que seus participantes nunca ouviu falar o nome dele, eles só sabem que são Tiririca, Netinho diPaula, Zeze de Camargo e Luciano, Xitãozinho e Xororó etc.
É QUERER MUITO QUE SEU PUBLICO CONHEÇA CHICO BUARQUE DE HOLLANDA, JOÃO GILBERTO, CAETANO VELOSO, GILBERTO GIL, BADEN POWEL. NÃO ACHA??
Chico Buarque é aquele filho do maior dicionárista da lingua Poretuguesa, ele é compositor e escritor, um dos maiores gênios internacionais, super premiado em todos os festivais, detentor de varios premios.
Voltei
Não vou tentar corrigir a língua do bruto porque é caso perdido. Fiquemos no essencial. Chico Buarque nunca foi nem mesmo parente de Aurélio Buarque de Holanda. O sambista é filho, como sabe quase todo mundo, do historiador Sérgio Buarque de Holanda — os dois com um único “l”. Informei isso à pobre alma. Sem contar que o Netinho e o Tiririca estavam é no mesmo palanque de Chico Buarque, certo? O rapaz voltou com o que chamou “tréplica” (corto as ofensas. E em caixa alta:
EU QUERIA TER A CERTEZA QUE MESMO APAGANDO TODOS OS MEUS TEXTOS, VOCE OS LIA ANTES, EU FIZ UMA PEGADINHA E VOCE CAIU, CLARO QUE O CHICO É FILHO DO SERGIO BUARQUE DE HOLLANDA, PRIMO DO AURÉLIO B. DE HOLLANDA, O SÉRGIO FOI HISTORIADOR DA UNICAMP, CASADO COM A SR.ª mARIA AMÉLIA ALVIN B. DE HOLLANDA. QUERIA TER A CERTEZA QUE MEUS TEXTOS ERAM LIDOS.
Ai, ai…
Não! Sérgio e Aurélio não eram primos. Pertenciam a famílias distintas. Ele acredita que caí numa “pegadinha”! E Sérgio Buarque de Holanda foi professor da USP, não da Unicamp. Publiquei o que deu para publicar. O rapaz escreveu um monte de impropérios e ofensas, a exemplo de quase duas centenas de outros até agora. O grau de informação não é muito diferente do que se vê acima. Ele gosta de comentar em blogs? No meu, foi pego pelo mata-burro.