[Valid Atom 1.0]

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

HUMOR NEGRO :



Pesquisa Datafolha aponta Lula como brasileiro mais confiável


( SE O LULA É O BRASILEIRO MAIS CONFIAVEL DESSA "PESQUISA" , NOS BRASILEIROS ESTAMOS MUITO OFENDIDOS, AFINAL, ESTÃO INSINUANDO QUE NÓS SOMOS O QUE ENTÃO !!!!!!!????)

Lista dos escândalos do governo Lula

Publicado em 02/08/2007 pelo(a) wiki repórter Raphael Neves, Ribeirão Pires-SP

O que ainda falta e (se) não fizermos algo continuará faltando. - Foto: www.politics.com.br

Escândalos do Governo Lula (desde 2003)

* Caso Pinheiro Landim
* Caso Celso Daniel
* Caso Toninho do PT
* Escândalo dos Grampos Contra Políticos da Bahia
* Escândalo do Propinoduto (também conhecido como Caso Rodrigo Silveirinha)
* CPI do Banestado
* Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MST
* Escândalo da Suposta Ligação do PT com a FARC
* Escândalo dos Gastos Públicos dos Ministros
* Irregularidades do Fome Zero
* Escândalo do DNIT (envolvendo os ministros Anderson Adauto e Sérgio Pimentel)
* Escândalo do Ministério do Trabalho
* Licitação Para a Compra de Gêneros Básicos
* Caso Agnelo Queiroz (O ministro recebeu diárias do COB para os Jogos Panamericanos)
* Escândalo do Ministério dos Esportes (Uso da estrutura do ministério para organizar a festa de aniversário do ministro Agnelo Queizoz)
* Operação Anaconda
* Escândalo dos Gafanhotos (ou Máfia dos Gafanhotos)
* Caso José Eduardo Dutra
* Escândalo dos Frangos (em Roraima)
* Várias Aberturas de Licitações da Presidência da República Para a Compra de Artigos de Luxo
* Escândalo da Norospar (Associação Beneficente de Saúde do Noroeste do Paraná)
* Expulsão dos Políticos do PT
* Escândalo dos Bingos (Primeira grave crise política do governo Lula) (ou Caso Waldomiro Diniz)
* Lei de Responsabilidade Fiscal (Recuos do governo federal da LRF)
* Escândalo da ONG Ágora
* Escândalo dos Corpos (Licitação do Governo Federal para a compra de 750 copos de cristal para vinho, champagne, licor e whisky)
* Caso Henrique Meirelles
* Caso Luiz Augusto Candiota ( Diretor de Política Monetária do BC, é acusado de movimentar as contas no exterior e demitido por não explicar a movimentação)
* Caso Cássio Caseb
* Caso Kroll
* Conselho Federal de Jornalismo
* Escândalo dos Vampiros
* Escândalo das Fotos de Herzog
* Uso dos Ministros dos Assessores em Campanha Eleitoral de 2004
* Abuso de Medidas Provisórias no Governo Lula entre 2003 e 2004 (mais de 300)
* Escândalo dos Correios (Segunda grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Maurício Marinho)
* Escândalo do IRB
* Escândalo da Novadata
* Escândalo da Usina de Itaipu
* Escândalo das Furnas
* Escândalo do Mensalão (Terceira grave crise política do governo. Também conhecido como Mensalão)
* Escândalo do Leão & Leão (República de Ribeirão Preto ou Máfia do Lixo ou Caso Leão & Leão)
* Escândalo da Secom
* Esquema de Corrupção no Diretório Nacional do PT
* Escândalo do Valerioduto
* Escândalo do Brasil Telecom (também conhecido como Escândalo do Portugal Telecom ou Escândalo da Itália Telecom)
* Escândalo da CPEM
* Escândalo da SEBRAE (ou Caso Paulo Okamotto)
* Caso Marka/FonteCindam
* Escândalo dos Dólares na Cueca
* Escândalo do Banco Santos
* Escândalo Daniel Dantas - Grupo Opportunity (ou Caso Daniel Dantas)
* Escândalo da Interbrazil
* Caso Toninho da Barcelona
* Escândalo da Gamecorp-Telemar (ou Caso Lulinha)
* Caso dos Dólares de Cuba
* Doação de Roupas da Lu Alckmin (esposa do Geraldo Alckimin)
* Doação de Terninhos da Marísia da Silva (esposa do presidente Lula)
* Escândalo da Nossa Caixa
* Escândalo da Quebra do Sigilo Bancário do Caseiro Francenildo (Quarta grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Francenildo Santos Costa)
* Escândalo das Cartilhas do PT
* Escândalo do Banco BMG (Empréstimos para aposentados)
* Escândalo do Proer
* Escândalo dos Fundos de Pensão
* Escândalo dos Grampos na Abin
* Escândalo do Foro de São Paulo
* Esquema do Plano Safra Legal (Máfia dos Cupins)
* Escândalo do Mensalinho
* Escândalo das Vendas de Madeira da Amazônia (ou Escândalo Ministério do Meio Ambiente).
* 69 CPIs Abafadas pelo Geraldo Alckmin (em São Paulo)
* Escândalo de Corrupção dos Ministros no Governo Lula
* Crise da Varig
* Escândalo das Sanguessugas (Quinta grave crise política do governo Lula. Inicialmente conhecida como Operação Sanguessuga e Escândalo das Ambulâncias)
* Escândalo dos Gastos de Combustíveis dos Deputados
* CPI da Imigração Ilegal
* CPI do Tráfico de Armas
* Escândalo da Suposta Ligação do PT com o PCC
* Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MLST
* Operação Confraria
* Operação Dominó
* Operação Saúva
* Escândalo do Vazamento de Informações da Operação Mão-de-Obra
* Escândalo dos Funcionários Federais Empregados que não Trabalhavam
* Mensalinho nas Prefeituras do Estado de São Paulo
* Escândalo dos Grampos no TSE
* Escândalo do Dossiê (Sexta grave crise política do governo Lula)
* ONG Unitrabalho
* Escândalo dos Fiscais do IBAMA do Rio de Janeiro
* Escândalo da Renascer em Cristo
* Crise no Setor Aéreo Brasileiro
* CPI das ONGs
* Operação Testamento
* CPI do Apagão Aéreo (Câmara dos Deputados)
* CPI da Crise Aérea (Senado Federal e Câmara dos Deputados)
* Operação Hurricane (também conhecida Operação Furacão)
* Operação Navalha
* Operação Xeque-Mate
* Operação Moeda Verde
* Caso Renan Calheiros
* Operação Sétimo Céu
* Operação Hurricane II (também conhecida Operação Furacão II)
* Caso Joaquim Roriz (ou Operação Aquarela)
* Operação Hurricane III (também conhecida Operação Furacão III)
* Operação Águas Profundas (também conhecida como Caso Petrobras)
* Escândalo do Corinthians (ou caso MSI)




Escândalo do Mensalão ou "Esquema de compra de votos de parlamentares" é o nome dado à maior crise política sofrida pelo governo brasileiro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2005/2006. O neologismo mensalão, popularizado pelo então deputado federal Roberto Jefferson em entrevista que deu ressonância nacional ao escândalo, é uma variante da palavra "mensalidade" usada para se referir a uma suposta "mesada" paga a deputados para votarem a favor de projetos de interesse do Poder Executivo. Segundo o deputado, o termo já era comum nos bastidores da política entre os parlamentares para designar essa prática ilegal.

A palavra "mensalão" foi então adotada pela mídia para se referir ao caso. A primeira vez que a palavra foi grafada em um veículo de comunicação de grande reputação nacional ocorreu no jornal Folha de S.Paulo, na matéria do dia 6 de junho de 2005. A palavra, tal como ela é, foi utilizada também na mídia internacional sempre acompanhada de uma pseudo-tradução. Em espanhol já foi traduzida como "mensalón" e em inglês como "big monthly allowance" (grande pagamento mensal) e "vote-buying" (compra de votos).

Foi descoberto em julho de 2008, durante uma investigação sobre o banqueiro Daniel Dantas, que o Banco Opportunity foi uma das principais fontes de recursos do mensalão. Através do Banco Opportunity Daniel Dantas era o gestor da Brasil Telecom, controladora da Telemig e da Amazonia Telecom. As investigações apontaram que essas empresas de telefonia injetaram R$ 127 milhões nas contas da DNA Propaganda, administrada por Marcos Valério, o que, segundo a PF, alimentava o Valerioduto, esquema de pagamento ilegal a parlamentares. A Polícia Federal pôde chegar a essa conclusão após a Justiça ter autorizado a quebra de sigilo do computador central do Banco Opportunity.[1][2]

Entre 22 a 27 de agosto de 2007, o Supremo Tribunal Federal (STF), o tribunal máximo do Brasil, iniciou o julgamento dos 40 nomes denunciados pelo Procurador Geral da República, em 11 de abril de 2006. O STF recebeu praticamente todas as denúncias feitas contra cada um dos acusados, o que os fez passar da condição de denunciados à condição de réus no processo criminal, devendo defender-se das acusações que lhes foram imputadas perante a Justiça e, posteriormente, devendo ser julgados pelo STF. Os deputados acusados que conseguiram se reeleger nas eleições de 1º de outubro de 2006, poderão enfrentar mais um processo de perda de mandatos.

Índice

[esconder]

[editar] O mensalão

O desenrolar das investigações e das CPIs chamou a atenção para outros escândalos que envolveram o partido do governo brasileiro em 2005, o Partido dos Trabalhadores (PT), e eclodiram antes do aparecimento das primeiras grandes denúncias sobre a existência do mensalão.

Em 2004 estourou o escândalo dos Bingos e em maio de 2005 o escândalo dos Correios. As investigações das CPIs trouxeram ainda para a pauta de discussões a misteriosa morte do prefeito Celso Daniel (2002) e as denúncias de corrupção na Prefeitura de Santo André (São Paulo), administrada por ele.

Dois inquéritos foram conduzidos. O primeiro, de abril de 2002, concluíra por sequestro comum, uma casualidade. Um segundo inquérito, conduzido pela Dra Elizabete Sato, indicada pelo então Secretário Saulo de Abreu, aberto no segundo semestre de 2005, novamente levou à tese de crime comum. O inquérito, com data de 26 de Setembro de 2006, é anterior ao primeiro turno das eleições presidenciais. Sua repercussão na mídia só se deu no final de novembro de 2006.

A relação entre os principais escândalos.

Por conseguinte, a crise do mensalão envolveu não somente o escândalo provocado pela denúncia de compra de votos (o mensalão, propriamente dito), mas todos esses escândalos juntos, que de alguma forma ou de outra se relacionam. Um dos elementos que ligam esses outros eventos com o mensalão, são as acusações de que em todos eles foram montados esquemas clandestinos de arrecadação financeira para o PT. O dinheiro oriundo desses esquemas, pelo menos em parte, poderia ter sido usado para financiar o mensalão. Agora essa hipótese, ao menos em tese, se choca com a descoberta, em julho de 2008, de que o Banco Opportunity foi uma das principais fontes de recursos do mensalão: as investigações da Polícia Federal apontaram que empresas de telefonia privatizadas, então controladas pelo banqueiro Daniel Dantas, injetaram mais de R$ 127 milhões nas contas da DNA Propaganda, administrada por Marcos Valério, o que alimentava o caixa do Valerioduto.[1][2]

Com o desenvolvimento da crise surgiram ainda novas denúncias e novos escândalos, como, por exemplo: o escândalo dos fundos de pensão, do Banco do Brasil, esquema do Plano Safra Legal, a suposta doação de dólares de Cuba para a campanha de Lula e a quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo.

Confirmada, em segundo turno, a reeleição do Presidente da República para o mandato de 2007 a 2010, o peso das denúncias e sua valorização pela mídia é reavaliado por contraste, podendo evidenciar a tentativa de manipulação através da comunicação de massa, dada a nítida redução das manchetes politicamente escandalosas após 1 de Outubro de 2006. Outra reavaliação diz respeito à idéia familiar de que a formação de opinião segue o modelo de "ondas em um lago" - onde progressivamente camadas se influenciam ao longo do tempo, sem áreas de resistência. Ainda que as denúncias tenham repercutido em setores de classe média - em especial no sul-sudeste - isso não repercutiu ao longo do tempo nas classes sociais com maior número de pessoas.

[editar] Pontos de vista

De um modo geral, os governistas e aliados alegam que nada foi provado sobre a existência do mensalão. Os oposicionistas retrucam que não há como ter "recibo" para o mensalão e que as evidências que apareceram até o momento são provas suficientes.

A oposição faz um jogo duro, não dando trégua nenhuma na esperança de enfraquecer Lula e derrotá-lo nas eleições presidenciais de outubro de 2006. Contudo, ao mesmo tempo procura preservar e evitar o fim abrupto do governo Lula, através de um processo de impeachment.

O atual governo e os aliados tentam pôr fim nas CPI's e investigações ao mesmo tempo que querem também investigar o governo anterior (FHC do PSDB), alegando que houve compra de votos durante a votação para a emenda da Constituição que permitiu a reeleição de Fernando Henrique.

O PT e partidos aliados, governistas acusam alguns membros da oposição de receber caixa 2 durante as eleições. O caso mais famoso é o do Senador mineiro Eduardo Azeredo, do PSDB, principal protagonista do Mensalão tucano. Azeredo teve seu nome divulgado como recebedor de pagamentos de Marcos Valério. Acuado, confessou ter recebido os famosos "recursos não contabilizados" para a sua campanha ao governo de Minas em 1998, mas culpou seu coordenador de campanha Marcos Mourão pelo ocorrido. Em entrevista ao Jornal Folha de São Paulo, retrucou: "eventuais irregularidades no processo eleitoral" não podem ser confundidos com "outra coisa, mais grave e hedionda" que seria o pagamento de mesada a parlamentares para votarem em favor do governo.

[editar] Pontos de vista do Partido dos Trabalhadores

De forma geral, a direção e as pessoas do Partido dos Trabalhadores (PT) envolvidas no escândalo, no início da crise, disseram que todas as denúncias eram falsas e criadas por inimigos políticos, com o intuito de prejudicar o partido e o governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com o aparecimento de documentos e testemunhas que corroboravam as denúncias, o PT passou a defender a tese de que não houve pagamentos de propinas a deputados, mas acertos de campanhas com empréstimos feitos pelo então tesoureiro Delúbio Soares junto ao empresário Marcos Valério, não declarados à Justiça Eleitoral, e que os detalhes dos acertos eram desconhecidos dos outros integrantes do partido, inclusive da direção.

Logo depois da entrevista de Roberto Jefferson para a Folha de S. Paulo em que ele denunciou o mensalão, o Partido dos Trabalhadores (PT) e o tesoureiro Delúbio Soares reagiram negando todas as acusações.

Ainda que alguns[quem?] integrantes do partido defendessem o afastamento do tesoureiro, Delúbio Soares, acusado por Jefferson de participar do esquema do mensalão, a maioria da direção nacional do PT decidiu pela permanência dele no cargo.[3]

Reportagem da Folha de S. Paulo do dia 8 de junho, dois dias depois da publicação da denúnica de Jefferson, trouxe a seguinte declaração de Delúbio: O governo tem feito um combate implacável à corrupção no país. Nesses mais de 30 anos de militância política, não acumulei vantagens. Coloco à disposição da Justiça meus sigilos fiscal e bancário. Não me prejulgue por uma versão de chantagem. Estou muito indignado com o que foi dito a respeito da minha pessoa, do nosso partido. O PT não participa de compra de votos nem de apoio de deputados.[4]

O então Presidente do PT, José Genoíno defendeu a permanência de Delúbio Soares e emitiu a seguinte opinião sobre a denúncia: "É uma denúncia falsa, mentirosa. Nós confiamos nos dirigentes do partido." Genoíno disse que as denúncias eram "infundadas, inverídicas e estapafúrdias" e que o partido apoiaria a instauração da CPI dos Correios.[5]

No dia 13 de junho, o deputado federal Professor Luizinho (PT-SP), uma das principais lideranças do PT, disse a respeito das denúncias: "O Roberto Jefferson está construindo uma nova parte de sua peça de teatro, mas precisa de fatos. Qualquer pessoa que acusa precisa de provas, ou então vira um circo". [23]

No início de julho, Delúbio Soares, durante a posse da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego ) discursou por meia hora, chorou três vezes e disse: "Se deixarmos, a direita vai querer fazer o impeachment do presidente". O tesoureiro reafirmou que "o PT não compra deputado, o PT não compra voto" e que os veículos de comunicação "trabalham a favor dos interesses dos setores conservadores que querem voltar ao poder" e "querem fazer o impeachment do Presidente Lula".[6]

No dia 9 de julho foi preso em São Paulo o assessor parlamentar do PT José Adalberto Vieira da Silva, 39, com R$ 200 mil em uma valise e US$ 100 mil escondidos na cueca. Inicialmente Vieira disse aos policiais que o dinheiro tinha sido obtido com a venda de verduras. Mais tarde apresentou outras versões para explicar a origem do dinheiro.[7]

O Presidente do PT José Genoíno, sob o impacto da prisão de Vieira -que era assessor do deputado estadual José Nobre Guimarães e irmão de Genoíno- renunciou. Na sua saída Genoíno declarou: "Nós do PT não praticamos irregularidades. O PT não compra nem paga deputados. A divisão no partido é só de idéias. Não é entre bons e maus"[8]

Em 6 de julho Delúbio pediu afastamento do cargo de tesoureiro. Na carta que enviou à Executiva Nacional do partido, Delúbio Soares disse: As investigações em andamento na administração e no Congresso Nacional voltam-se contra mim. Não temo, tenho a plena consciência de nunca haver transgredido os princípios éticos da prática política. Prova eloquente disso é meu reduzido patrimônio. Conduzi com seriedade e honestidade os assuntos financeiros do PT durante o tempo em que exerci a Secretaria de Finanças e Planejamento.[9]

Em 20 de julho de 2005, Delúbio Soares prestou depoimento para a CPI dos Correios e disse que movimentou recursos financeiros não declarados à Justica Eleitoral (conhecido no Brasil como "caixa 2") e que esses recursos foram usados para cobrir dívidas de campanhas do PT e dos partidos aliados. Delúbio disse que ele foi o único responsável por essas operações e que ninguém do partido, principalmente da direção, tinha conhecimento delas.

Delúbio também declarou que convenceu o empresário Marcos Valério a avalizar dois empréstimos bancários do PT e a tomar emprestados em nome de suas empresas R$ 39 milhões, os quais foram depois repassados para o PT. Delúbio negou a existência do mensalão e explicou que o que houve foi uma transferência de recursos financeiros "não contabilizados" junto à Justiça Eleitoral entre políticos do PT e da base aliada.[10][11][12]

[editar] Antecedentes

No dia 18 de setembro de 2004, sábado, chega às bancas do Brasil a edição de número 1872 da revista semanal Veja,[13] datada de 22 de setembro de 2004, quarta-feira, em cuja capa pode-se ler a manchete: "O escândalo da compra do PTB pelo PT. Saiu por 10 milhões de reais". Na página 44, o artigo "10 milhões de divergências" conta sobre que bases teria se assentado a aliança entre o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e o Partido dos Trabalhadores (PT). De acordo com o hebdomadário, o PT se comprometia a pagar a quantia de R$ 150.000,00 a cada deputado federal do PTB, em troca do apoio dos parlamentares petebistas ao Executivo. O não cumprimento da promessa teria provocado o rompimento entre os dois partidos, o que veio a culminar com a série de denúncias de corrupção alardeadas a partir de maio de 2005.

No dia 24 de setembro de 2004, sexta-feira, o diário carioca Jornal do Brasil publica em sua seção 'Brasil' o artigo "Miro denuncia propina no Congresso" [14] o qual recebe destaque na primeira página com a manchete "Planalto paga mesada a deputados".[15] A matéria, que faz menção à que havia sido publicada anteriormente na revista Veja, diz que Miro Teixeira, ex-ministro das Comunicações, havia comunicado a existência do "mensalão" ao Ministério Público Federal.

No dia 25 de setembro de 2004 o Jornal do Brasil publica outra notícia que diz que o então Presidente da Câmara dos Deputados, João Paulo Cunha (PT) teria se comprometido a investigar profundamente a denúncia. Segundo o jornal, o Presidente Nacional do PPS, Roberto Freire, comentou: "Este assunto circula há meses no Congresso sem que ninguém tenha a coragem de abordá-lo".[16]

Em fevereiro de 2005 a jornalista e cientista política Lúcia Hippólito, da Rádio CBN faz o seguinte comentário:

Na Câmara dos Deputados, volta e meia circulam histórias sobre deputados que teriam vendido o voto por tantos mil reais. Ninguém conta a história até o fim, ninguém apura direito. As coisas ficam por isso mesmo, mas vai se cristalizando a imagem do Congresso como um mercado persa, onde tudo se compra e tudo se vende. Desde a semana passada, circulam boatos de que vários deputados teriam recebido dinheiro para engordar bancadas partidárias na Câmara. Por conta do troca-troca desenfreado que aconteceu nos primeiros dias do ano legislativo criou-se até a figura do ‘deputado pré-pago’[17]

[editar] Estopim

No dia 14 de maio de 2005, sábado, chega às bancas do Brasil a edição número 1905 da Revista Veja,[18] datada de 18 de maio de 2005, quarta-feira. Na página 54, a matéria "O homem-chave do PTB" denuncia um suposto esquema de corrupção na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, o que valeu na capa da revista a seguinte manchete: "O vídeo da corrupção em Brasília".

O artigo descreve, com base em gravações feitas com uma câmera escondida, um episódio em que o diretor do Departamento de Contratação e Administração de Material dos Correios, Maurício Marinho, parece explicar a dois empresários como funcionava um esquema de pagamentos de propina para fraudar licitações.

O esquema seria supostamente gerido pelo diretor de Administração dos Correios, Antônio Osório Batista, e por Roberto Jefferson, deputado federal pelo Rio de Janeiro e presidente do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), aliado do governo. O vídeo, que foi ao ar pelas principais redes de televisão, mostra Marinho embolsando a quantia de R$ 3 mil, referentes a um suposto adiantamento para garantir uma fraude.

A maleta usada na gravação.

Em função da participação de agentes da Abin na investigação da fraude nos Correios, suspeita-se que foi o próprio governo quem comandou as investigações, com o objetivo de lograr desfazer-se de aliados indesejados sem arcar com o respectivo custo político [24].

A partir daí, trava-se uma batalha política em que o governo tenta sistematicamente obstruir a instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPI) para investigar os factos.

Um acontecimento decisivo para a instalação da Comissão foi a manchete do jornal paulistano Folha de S.Paulo de 3 de junho, sexta-feira: "Operação abafa da CPI custa R$ 400 mi".[19] No artigo "Operação contra CPI envolve R$ 400 milhões em emendas",[20] publicado na seção 'Brasil', o jornal denuncia que o governo estaria liberando a quantia acima na forma de emendas ao orçamento, como moeda de troca para que o Legislativo não fizesse nenhuma investigação.

Diante dessa denúncia, parte da base governista se junta à oposição, defendendo a instalação da CPI. Acuado e abandonado pelos seus ex-aliados, Roberto Jefferson parte para o contra-ataque. No dia 6 de junho, segunda-feira, a mesma Folha de S. Paulo publica uma entrevista exclusiva com o deputado petebista, até então membro da base aliada do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na entrevista dada para a então editora do Painel da Folha,[21] Renata Lo Prete, Jefferson conta que Delúbio Soares, tesoureiro do PT (o mesmo partido do presidente) pagava uma mensalidade de R$ 30 mil a alguns deputados do Congresso Nacional brasileiro, para que eles votassem seguindo a orientação do bloco governista. Roberto Jefferson referiu-se a essa mensalidade como mensalão. A palavra "mensalão" passa a significar a mensalidade paga a cada deputado e fica famosa em todo o País por causa da entrevista.

Segundo Jefferson, o operador do mensalão seria o empresário Marcos Valério de Souza, cujas agências de publicidade SMP&B e DNA têm contractos de trabalho com muitos órgãos públicos. A divulgação da entrevista de Jefferson aprofunda a crise no governo brasileiro e o escândalo passa a ser conhecido como escândalo do mensalão.

Após a denúncia da operação de abafamento da CPI e da entrevista de Jefferson, a oposição, com apoio de deputados governistas, consegue finalmente instalar, a 9 de junho, a chamada "CPMI dos Correios". O facto determinante, isto é, o objectivo da CPI, é segundo o seu requerimento de criação: "investigar as causas e conseqüências de denúncias de atos delituosos praticados por agentes públicos nos Correios — Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos".[22][23]

Tendo perdido essa batalha, o governo busca então conquistar postos-chave da CPMI dos Correios. A Presidência e a Relatoria são ambas ocupadas por aliados do Palácio do Planalto: o senador Delcídio Amaral (PT-MS) e o deputado federal Osmar Serraglio (PMDB-PR), respectivamente. Entretanto, ambos adotam uma linha de relativa independência. Com o tempo, a CPMI começa a direcionar suas investigações para o "mensalão", praticamente deixando de lado a investigação da corrupção nos Correios, que seria o objetivo inicial.

O governo contra-ataca e propõe na Câmara dos Deputados a criação de uma nova CPI a fim de investigar a denúncia de compra de deputados (o mensalão), não só da gestão actual, mas de todas as denúncias de suborno de parlamentares, inclusive as denúncias de compra de votos para a emenda da reeleição do então presidente Fernando Henrique Cardoso, durante seu primeiro mandato.

Após muita disputa, as lideranças da Câmara e do Senado chegam a um acordo para sua instalação, como uma Comissão Mista, em 20 de julho, com o nome oficial de: "CPMI da Compra de Votos", e tendo como facto determinante, de acordo com sua ata de abertura: "apurar as denúncias de recebimento de quaisquer vantagens patrimoniais e/ou pecuniárias indevidas por membros do Congresso Nacional, com a finalidade de aprovar as matérias de interesse do Poder Executivo e, as acusações do mesmo teor nas deliberações da Proposta de Emenda à Constituição nº 01/1995, que dispõe sobre a reeleição para mandatos executivos".[24]

Mais uma vez o governo consegue colocar aliados nos principais cargos dessa nova CPI. Para presidente é escolhido o senador Amir Lando (PMDB-RO) e, para relator, o deputado federal Ibrahim Abi-Ackel (PP-MG). Abi-Ackel foi ministro da Justiça no governo Figueiredo, época em que foi acusado de envolvimento no "escândalo das jóias", acusação que depois revelou-se falsa, pelo que foi então inocentado.

[editar] Elementos do escândalo

[editar] Principais envolvidos

O escândalo do mensalão chama a atenção não só pela grande quantidade, mas pela variedade das pessoas envolvidas.

[editar] Principais empresas envolvidas

Uma quantidade enorme de empresas brasileiras públicas e privadas esteve envolvida no escândalo do mensalão, a imensa maioria suspeita de ter de alguma forma lucrado com a corrupção. As empresas envolvidas não se restrigem somente às brasileiras, sendo que estiveram envolvidas empresas multinacionais e estrangeiras.

[editar] Coincidências entre saques e votações

Documentos do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) mostram que entre julho e maio de 2003 foram feitos saques no valor de R$ 27 milhões das contas das empresas de Marcos Valério, a maior parte do através do Banco Rural.

Segundo o deputado Roberto Jefferson, o dinheiro do suposto mensalão vinha do Banco Rural e do Banco do Brasil. Documentos do Coaf, do Banco Rural e da empresa do próprio Marcos Valério já confirmaram os saques do Banco Rural. No Banco do Brasil, o escândalo envolveu repasse antecipado de valores, a partir de contratos geridos pela sua Diretoria de Marketing e referentes à Visanet.

Na tabela abaixo estão colocados lado a lado, a descrição de alguns dos saques e de algumas das principais votações no Congresso e Senado Federal Brasileiro. É contraditório, entretanto, o fato de parlamentares do PT também receberem valores no período, uma vez que não precisariam ser corrompidos para votar favoravelmente - podendo indicar tráfego regular de recursos ilícitos pelo Congresso Nacional.

Fonte: Reuters[25]

A prática do mensalão e das doações irregulares de campanha acabaram por causar reflexos também nas eleições municipais de 2004 onde vários candidatos petistas e dos partidos da base aliada foram municiados de recursos ilegais para a campanha. Um exemplo claro foi o que aconteceu na cidade de Santana do Paraíso, onde o prefeito eleito pelo PT recebeu o apoio financeiro da campanha do deputado federal João Magno (PT), que concorria na cidade vizinha de Ipatinga. João Magno, que é acusado de receber repasses do Mensalão, foi considerado culpado pelo Conselho de Ética da Câmara dos Deputados mas, em plenário, foi absolvido pela maioria de seus pares. Durante a votação, a deputada Ângela Guadagnin, do PT de São Paulo comemorou a absolvição do colega com uma coreografia, fato que gerou enorme repercussão negativa por toda a mídia e indignação na população brasileira.

Na eleição de 1 de outubro de 2006, Ângela Guadagnin, João Magno e a filha de Roberto Jefferson, Cristiane Brasil, se candidataram a deputados em seus respectivos estados e nenhum deles foi eleito.

[editar] Desdobramentos

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Operação Satiagraha

Desde que o susposto mensalão foi noticiado pela imprensa brasileira novos factos supostamente ligados ao dito esquema de corrupção foram surgindo, diariamente. Entre esses factos há revelações surpreendentes, novas denúncias e muitos acontecimentos pitorescos candidatos a entrar para o folclore político nacional.

[editar] Outros mensalões

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Mensalão do DEM
Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Mensalão tucano
Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Operação Satiagraha

Em denúncia apresentada dia 22 de novembro de 2007 ao Supremo Tribunal Federal, o Procurador Geral da República demonstrou que o esquema criminoso, que veio a ser chamado pela imprensa de "mensalão tucano", foi "a origem e o laboratório" [26] do episódio que ficou conhecido como Mensalão ou Mensalão do PT. "Com o aprofundamento da investigação desenvolvida no âmbito do Inquérito n.o 2245 (Mensalão), percebeu-se que o 'modus operandi' dos fatos criminosos ali apurados teve a sua origem no período da campanha para Governador do Estado de Minas Gerais no ano de 1998", disse o Procurado Geral [26].

Eduardo Azeredo, um dos fundadores e presidente do PSDB, por ocasião do escândalo do mensalão, foi denunciado como “um dos principais mentores e principal beneficiário do esquema implantado” [26], com fundamento no Inquérito n.o 2280 que a instrui, por "peculato e lavagem de dinheiro" [27]

" Os elementos de convicção angariados ao longo da investigação revelam que, realmente, o esquema delituoso verificado no ano de 1998 foi a origem e o laboratório dos fatos descritos na denúncia já oferecida no Inquérito n.o 2245" (Mensalão), denunciou o Procurador Geral da República.[26].

O Supremo Tribunal Federal, desde a promulgação da Constituição de 1988, jamais puniu, muito menos condenou criminalmente, qualquer autoridade que tivesse sido ali denunciada [28].

As investigações do mensalão tucano atingem o secretário do governador mineiro tucano Aécio Neves, pré-candidato do PSDB à presidência da república em 2010.[29]

Em novembro de 2009, novo caso de pagamento de mesadas a parlamentares chega a imprensa, com o vazamento de vídeos gravados durante a Operação Caixa de Pandora, e outros dos anos de 2004 e 2006, em que deputados, assessores e representantes de empresas estatais e privadas aparecem dando ou recebendo dinheiro vivo. Os vídeos foram gravados por Durval Barbosa, secretário de Relações Institucionais do governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (DEM). A investigação foi iniciada devido a um acordo de delação premiada feito por Barbosa com o Ministério Público e o Judiciário, recebendo na imprensa o nome de "Mensalão do DEM". Barbosa também foi assessor do governador anterior, Joaquim Roriz (PMDB), e responde a diversos processos desde aquela época.

[editar] Curiosidades

  • A TV Senado e a TV Câmara, canais de televisão do Poder Legislativo brasileiro, registraram recordes de audiência depois que estourou o escândalo do mensalão. Em alguns dias, esses canais chegaram a rivalizar em audiência com canais comerciais e populares da televisão paga.
  • A deputada Ângela Guadagnin, do PT fez uma "dancinha" depois da absolvição de João Magno, também do PT. A dança foi apelidada de "Dança da Pizza" pela imprensa. Atribui-se a isso sua não-reeleição para o cargo, apesar de também ter processos na justiça contra ela, sobre sua gestão como prefeita de São José dos Campos (1993-1996).
  • No início da crise Marcos Valério negociava a instalação da filial de uma pizzaria numa hípica em Belo Horizonte, em que mantinha doze cavalos. Por causa do escândalo o negócio não foi feito e Valério transferiu seus cavalos para um haras.

[editar] Humor

A revista Veja chegou a fazer matéria sobre todas as piadas geradas pela crise. O programa Pânico na TV criou "malas especiais para carregar mais dinheiro" e tentou colocar grande número de notas em uma cueca num de seus programas; o Casseta & Planeta, que estava há anos dando pouca ênfase na política, criou "anedotas de mensalão" (tirada com "anedotas de salão", piadas "clássicas") e ridicularizou o fato de "Luís Inácio Bussunda da Silva" não saber de nada; e sites como Humortadela e Charges.com.br chegaram a merecer matérias na Veja, de tantas paródias bem-sucedidas.

[editar] Termos

Tango-nosources.svg
Este artigo ou secção não cita nenhuma fonte ou referência (desde Dezembro de 2008)
Ajude a melhorar este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto ou em notas de rodapé. Encontre fontes: Google – news, books, scholar, Scirus

Palavras utilizadas ao longo da crise e de uso pouco comum fora do Brasil.

  • acordão - usado para referir-se a acordos políticos clandestinos entre integrantes do partido do governo (PT), de seus aliados (PMDB) e da oposição (DEM, PDT, PSDB, PSB), a fim de controlar o rumo das investigações do escândalo e proteger determinados políticos, tanto da oposição quanto do governo.
  • caixa dois - recurso financeiro clandestino não declarado aos órgãos de fiscalização competentes (no caso de partidos políticos: a Justiça Eleitoral). O termo é fortemente associado a desvio de dinheiro público a empresas ou interesses privados, o que justificaria o custo e risco de se manter um "caixa dois".
  • cueca (ou cuecão) - indumentária masculina. Em Portugal, "cueca" é tanto a peça íntima usada pelos homens e mulheres que a vestem. No Brasil, é mais conhecido como apenas a peça íntima usada pelos homens, já que calcinha é a peça íntima usada pelas mulheres. A peça íntima ficou bastante associada ao caso quando o assessor do irmão de José Genoíno foi flagrado num aeroporto transportando ilegamelmente dólares na cueca.
  • dança da pizza ou dança da impunidade - apelido com conotação pejorativa referente à comemoração feita pela deputada petista Ângela Guadagnin quando do anúncio da absolvição de seu colega de partido, João Magno, em 23 de março de 2006.
  • mensalão - apareceu pela primeira vez nas declarações do deputado Roberto Jefferson para designar o susposto pagamento mensal feito para deputados. Com a descoberta de que alguns deputados recebiam recursos com uma certa regularidade, porém nem sempre mensal (semanal, quinzenal, diária, etc), o significado da palavra foi expandido e passou a designar pagamentos com uma certa regularidade para comprar deputados. Num sentido mais amplo pode significar todo pagamento feito a deputado com fins de suborno. A CPMI dos Correios definiu "mensalão" em seu relatório de 21 de dezembro de 2005 como: "Fundo de recursos utilizados, especialmente, para atendimento a interesses político-partidários". Algumas pessoas usam a palavra como sinônimo de "propina" ou "suborno".
  • pizza - gíria para designar que os culpados não serão punidos.
  • propina - em Portugal é a quantia que se paga ao Estado em certas escolas. Também pode significar "gorjeta". No Brasil, é mais lembrado o sentido pejorativos da palavra: "suborno", "pagamento feito a alguém para fazer algo geralmente ilegal ou antiético".
  • valerioduto - aglutinação do nome próprio (Marcos Valério|Valério] + duto (ou valério + oleoduto) expressando o esquema de repasse de recursos financeiros operado pelo empresário Marcos Valério.

[editar] Ver também

Wikiquote
O Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: Escândalo do mensalão.

[editar] Informações adicionais

[editar] Multimídia

(vídeo)
[[Media:|O depoimento de Roberto Jefferson ao Conselho de Ética]]([[:Imagem:|info]])
Brasília (14/Jun/2005) - "Melhores momentos" do depoimento do deputado Roberto Jefferson (PTB) ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar. Jefferson denuncia o mensalão e discute com os deputados Valdemar Costa Neto (PL) e Sandro Mabel (PL) (3,2 MB, 03:48). Fonte: TV Câmara.
[[Media:|Marcos Valério pede perdão]]([[:Imagem:|info]])
Brasília (9/Ago/2005) - Início do depoimento do empresário Marcos Valério para a CPI de Compra de Votos (Mensalão). O empresário pede perdão ao povo brasileiro (3,9 MB). Fonte: TV Câmara.
  • [[Media:|Duda diz que recebeu dinheiro ilegal]] ([[:Image:|Informações sobre a mídia]]) — Assistir no navegador
  • Brasília (11/Ago/2005) - Um dos momentos da crise de maior repercussão. O publicitário Duda Mendonça ao depor para a CPI dos Correios diz que não teve outra alternativa a não ser aceitar dinheiro ilegal do PT, vindo de paraísos fiscais, como forma de ser ressarcido por seus serviços. (1,7 MB, 01:12). Fonte: TV Câmara.
  • [[Media:|Duda cita pagamentos do exterior]] ([[:Image:|Informações sobre a mídia]]) — Assistir no navegador
  • Brasília (11/Ago/2005) - Duda Mendonça revela os nomes de várias contas em instituições financeiras no exterior usadas para saldar as dívidas do PT (1,8 MB, 01:35). Fonte: TV Câmara.
[[Media:|Lula pede desculpas]]([[:Imagem:|info]])
Brasília (12/Ago/2005) - Terceira e última parte do pronunciamento de Lula à nação brasileira. Lula pede desculpas ao povo brasileiro (555 KB). Fonte: TV Câmara.
Problemas na reprodução de vídeos? Ajuda.


[editar] Mídia

(notícias)
Jefferson diz para Folha de São Paulo que PT pagava mesada de R$ 30 mil a parlamentares em troca de apoio, 6 de Junho, 2005
O jornal brasileiro Folha de São Paulo publicou hoje uma matéria que relata que o deputado Roberto Jefferson, Presidente do PTB, partido aliado do governo brasileiro, disse em entrevista que o Partido dos Trabalhadores (PT) pagava uma mesada de R$ 30 mil a parlamentares.
Duda Mendonça disse que dinheiro ilegal pagou a campanha de Lula, 11 de Agosto de 2005
Duda Mendonça, o publicitário responsável pela campanha do Presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva admitiu que o custo da campanha de 2002 para a Presidência foi pago com dinheiro ilegal, oriundo de fundos não declarados (caixa 2) e de paraísos fiscais. A campanha de Lula e outras campanhas políticas do Partido dos Trabalhadore (PT) foram pagas com dinheiro ilegal, disse Duda.


[editar] Áudio

(video) Entrevista de Vladimir Poleto para a Revista Veja.

Íntegra da entrevista gravada do ex-assessor do Ministro Antonio Palocci, Vladimir Poleto, para a Revista Veja. Poleto diz que se sentiu usado por ter ajudado a transportar dinheiro em caixas de bebida para o PT. Fonte: Rádio Agência Senado.

(video)

Depoimento do Deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) para a CPI do Mensalão em 4 de agosto de 2005. O deputado diz que todo mundo, imprensa e parlamentares, já ouviu falar, alguma vez, sobre o mensalão. Ele diz que: "quem nega é porque tem medo, ou é porque recebe". (1,6MB).

Referências

  1. ^ A imprensa em questão, Alberto Dines
  2. ^ Presidente do PSDB admite caixa dois e culpa assessor pelo esquema
  3. Depoimento do Deputado Roberto Jefferson para a CPMI dos Correios em 30 de Junho de 2005

[editar] Bibliografia

  • Lucas Figueiredo, O Operador - como (e a mando de quem) Marcos Valério irrigou os cofres do PSDB e do PT, Record, 2006.
  • Escrito por Weber M. Sardenberg

[editar] Ligações externas

Wikiquote
O Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: Escândalo do mensalão.
Commons
O Wikimedia Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Escândalo do mensalão
Categorias: !Artigos com expressões evasivas ou atribuições vagas | Crises do Brasil | Corrupção | Escând





'Economist': Lula fecha olhos para escândalos quando lhe convém


A revista britânica The Economist diz na edição que chegou às bancas nesta sexta-feira que os escândalos do Senado brasileiro são um lembrete das falhas cometidas por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da "disposição de Lula em fechar os olhos para escândalos quando lhe convém".

O artigo é intitulado "Casa dos Horrores", em uma referência ao Senado, "que tem 81 membros mas, de algum modo, requer quase 10 mil funcionários para cuidar deles". Muitos dos funcionários da Casa, segundo a revista, "foram apontados como favores a amigos dos senadores ou simpatizantes políticos".

A revista comenta a pressão sobre o presidente do Senado, José Sarney, por conta do escândalo. Sarney é aliado de Lula, afirma o artigo, e o presidente estaria interessado no apoio do PMDB - Partido de Sarney - para a provável candidatura de Dilma Rousseff pelo PT.

"Muitos senadores, de todo o espectro político, cometeram erros. Quando o líder do opositor PSDB foi passear em Paris, por exemplo, o Senado pagou a conta do hotel. (Ele diz que foi um 'empréstimo'). Então parece injusto que Sarney seja o único pressionado a renunciar", diz a Economist.

"Mas ele também não pode se dizer ignorante sobre o que se passava no Senado. Este é seu terceiro mandato como presidente. Durante um período anterior, ele apontou Agaciel Maia (chefe da administração do Senado) para sua lucrativa posição."

O artigo ainda comenta outros deslizes de José Sarney, mas afirma que ele é "um sobrevivente" e "provavelmente vai manter seu posto", justamente por ainda ter poder dentro do PMDB e ser aliado de Lula.

"Lula disse que Sarney merece mais respeito e culpou a imprensa por inflar o escândalo. Mas no momento em que a economia está apenas emergindo de uma recessão, a saga dos 'atos secretos' lembra os brasileiros que seus políticos nunca impõem austeridade a si mesmos", afirma a Economist.



Escândalos de corrupção mancham imagem de Lula, diz 'LA Times'

A operação Xeque-Mate da Polícia Federal é a última "de uma série de escândalos com nomes teatrais que vêm dominando as manchetes no Brasil e manchando a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva´", relata em sua edição desta terça-feira o diário americano The Los Angeles Times.

Ainda assim, o jornal observa que Lula, reeleito no ano passado com uma grande votação, "é às vezes chamado de presidente-Teflon, por causa de sua capacidade de se livrar dos escândalos".

"Lula, como a maioria dos políticos brasileiros, chegou ao poder prometendo atacar a corrupção arraigada. Esse objetivo se mostrou um trabalho de Sísifo, porém, em uma nação onde o suborno parece impregnado no sistema político, custando bilhões anualmente aos contribuintes com concorrências fraudadas e outras práticas ilícitas", diz a reportagem.

O jornal relata que "desde que Lula tomou posse, em 2003, escândalos com nomes como Hurricane, Anaconda, Vampiro e Dossiegate derrubaram centenas de funcionários públicos - juízes, membros do Congresso, policiais e quatro membros do ministério".

Cinema

Para o Los Angeles Times, "os escândalos vêm e vão como os últimos lançamentos no cinema". "Com cada escândalo, conversas telefônicas grampeadas, vídeos clandestinos, dados bancários e inventários de buscas judiciais são vazadas para a mídia", diz o jornal, afirmando que, apesar de muitos políticos acabarem perdendo o cargo, "um sistema judicial ineficiente garante que a maioria escape da prisão".

A reportagem comenta que "nenhum escândalo até agora atingiu Lula pessoalmente", mas avalia que "os subornos podem prejudicar os objetivos de Lula para o segundo mandato".

"A queda de políticos aliados ameaça debilitar a aliança governista. Fraude em obras públicas podem enfraquecer o projeto de Lula para investimentos em infra-estrutura, cujo objetivo é estimular o crescimento", conclui a reportagem.

Clarín

Os escândalos também são tema de reportagem do jornal argentino Clarín, que cita a imprensa brasileira para afirmar que "o irmão e o compadre do presidente brasileiro serão denunciados pelo Ministério Público como integrantes de uma 'poderosa organização criminosa'".

"Genivaldo da Silva, conhecido como Vavá, irmão mais velho de Lula, será acusado de 'tráfico de influências e exploração de prestígio' em favor do dono de várias casas de bingo e de empresários interessados em obter contratos relacionados com o Estado brasileiro", relata a reportagem.

O jornal observa que "na operação Xeque-Mate foi descoberta uma ampla rede criminosa da qual faziam parte empresários, autoridades e policiais: duas de cada três delegacias da cidade de São Paulo, a maior do Brasil, teriam recebido subornos para deixar funcionar máquinas caça-níqueis, proibidas".

A reportagem diz ainda que nos autos apresentado pela Polícia Federal ao Ministério Público "se afirma que, apesar de o nome do presidente Lula ser citado em algumas das 617 gravações realizadas pelos investigadores, em nenhum caso ele é associado com algum delito".

Governo Lula ( Luiz Inácio Lula da Silva ) (desde 2003 ) - Analfabeto, bêbado, histriônico, corrupto, incompetente e recordista em escândalos. Tinha fama de ser de esquerda antes de começar a governar segundo o interesse “dos mercados”, contra o povo brasileiro

o Caso Pinheiro Landim

o Caso Celso Daniel

o Caso Toninho do PT

o Escândalo dos Grampos Contra Políticos da Bahia

o Escândalo do Proprinoduto (também conhecido como Caso Rodrigo Silveirinha )

o CPI do Banestado

o Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MST

o Escândalo da Suposta Ligação do PT com a FARC

o Privatização das Estatais no Primeiro Ano do Governo Lula

o Escândalo dos Gastos Públicos dos Ministros

o Irregularidades do Fome Zero

o Escândalo do DNIT (envolvendo os ministros Anderson Adauto e Sérgio Pimentel )

o Escândalo do Ministério do Trabalho

o Licitação Para a Compra de Gêneros Básicos

o Caso Agnelo Queiroz (O ministro recebeu diárias do COB para os Jogos Panamericanos )

o Escândalo do Ministério dos Esportes (Uso da estrutura do ministério para organizar a festa de aniversário do ministro Agnelo Queizoz)

o Operação Anaconda

o Escândalo dos Gafanhotos (ou Máfia dos Gafanhotos)

o Caso José Eduardo Dutra

o Escândalo dos Frangos (em Roraima)

o Várias Aberturas de Licitações da Presidência da República Para a Compra de Artigos de Luxo

o Escândalo da Norospar (Associação Beneficente de Saúde do Noroeste do Paraná)

o Expulsão dos Políticos do PT

o Escândalo dos Bingos (Primeira grave crise política do governo Lula) (ou Caso Waldomiro Diniz )

o Lei de Responsabilidade Fiscal (Recuos do governo federal da LRF )

o Escândalo da ONG Ágora

o Escândalo dos Corpos (Licitação do Governo Federal para a compra de 750 copos de cristal para vinho , champagne , licor e whisky )

o Caso Henrique Meirelles

o Caso Luiz Augusto Candiota (Diretor de Política Monetária do BC, é acusado de movimentar as contas no exterior e demitido por não explicar a movimentação)

o Caso Cássio Caseb

o Caso Kroll

o Conselho Federal de Jornalismo

o Escândalo dos Vampiros

o Escândalo das Fotos de Herzog

o Uso dos Ministros dos Assessores em Campanha Eleitoral de 2004

o Escândalo do PTB (Oferecimento do PT para ter apoio do PTB em troca de cargos, material de campanha e R$ 150 mil reais a cada deputado)

o Caso Antônio Celso Cipriani

o Irregularidades na Bolsa-Escola

o Caso Flamarion Portela

o Irregularidades na Bolsa-Família

o Escândalo de Cartões de Crédito Corporativos da Presidência

o Irregularidades do Programa Restaurante Popular (Projeto de restaurantes populares beneficia prefeituras administradas pelo PT)

o Abuso de Medidas Provisórias no Governo Lula entre 2003 e 2004 (mais de 300)

o Escândalo dos Correios (Segunda grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Maurício Marinho )

o Escândalo do IRB

o Escândalo da Novadata

o Escândalo da Usina de Itaipu

o Escândalo das Furnas

o Escândalo do Mensalão (Terceira grave crise política do governo. Também conhecido como Mensalão )

o Escândalo do Leão & Leão (República de Ribeirão Preto ou Máfia do Lixo ou Caso Leão & Leão )

o Escândalo da Secom

o Esquema de Corrupção no Diretório Nacional do PT

o Escândalo do Brasil Telecom (também conhecido como Escândalo do Portugal Telecom ou Escândalo da Itália Telecom )

o Escândalo da CPEM

o Escândalo da SEBRAE (ou Caso Paulo Okamotto )

o Caso Marka/FonteCindam

o Escândalo dos Dólares na Cueca

o Escândalo do Banco Santos

o Escândalo Daniel Dantas - Grupo Opportunity (ou Caso Daniel Dantas )

o Escândalo da Interbrazil

o Caso Toninho da Barcelona

o Escândalo da Gamecorp-Telemar (ou Caso Lulinha )

o Caso dos Dólares de Cuba

o Doação de Roupas da Lu Alckmin (esposa do Geraldo Alckimin)

o Doação de Terninhos da Marísia da Silva (esposa do presidente Lula)

o Escândalo da Nossa Caixa

o Escândalo da Quebra do Sigilo Bancário do Caseiro Francenildo (Quarta grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Francenildo Santos Costa )

o Escândalo das Cartilhas do PT

o Escândalo do Banco BMG (Empréstimos para aposentados)

o Escândalo do Proer

o Escândalo do Sivam

o Escândalo dos Fundos de Pensão

o Escândalo dos Grampos na Abin

o Escândalo do Foro de São Paulo

o Esquema do Plano Safra Legal (Máfia dos Cupins)

o Escândalo do Mensalinho

o Escândalo das Vendas de Madeira da Amazônia (ou Escândalo Ministério do Meio Ambiente).

o 69 CPIs Abafadas pelo Geraldo Alckmin (em São Paulo)

o Escândalo de Corrupção dos Ministros no Governo Lula

o Crise da Varig

o Escândalo das Sanguessugas (Quinta grave crise política do governo Lula. Inicialmente conhecida como Operação Sanguessuga e Escândalo das Ambulâncias )

o Escândalo dos Gastos de Combustíveis dos Deputados

o CPI da Imigração Ilegal

o CPI do Tráfico de Armas

o Escândalo da Suposta Ligação do PT com o PCC

o Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MLST

o Operação Confraria

o Operação Dominó

o Operação Saúva

o Escândalo do Vazamento de Informações da Operação Mão-de-Obra

o Escândalo dos Funcionários Federais Empregados que não Trabalhavam

o Mensalinho nas Prefeituras do Estado de São Paulo

o Escândalo dos Grampos no TSE

o Escândalo do Dossiê (Sexta grave crise política do governo Lula)

o ONG Unitrabalho

o Escândalo da Renascer em Cristo

o CPI das ONGs

o Operação Testamento

o CPI do Apagão Aéreo

o Operação Hurricane

o Estava concluindo o levantamento e espocou mais um: irmão de Lula indiciado pela Polícia Federal por tráfico de influência (apesar do Sinistro da "Justiça", Tarso Genro se esforçar como o diabo para conter as ações da Polícia Federal esta tem merecido o respeito de todo o povo brasileiro!)






LAST






Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

IML do Rio identifica quatro dos 19 mortos em Ilha Grande


Corpos foram transportados de helicóptero, e seriam de vítimas na Pousada Sankay e em casas adjacentes

Alessandra Saraiva e Marcelo Auler, de O Estado de S.Paulo


RIO - O Instituto Médico Legal (IML) do Rio identificou no início da noite desta sexta-feira, 1º, quatro dos oito corpos de vítimas do desabamento que atingiu a Praia do Bananal, na Ilha Grande, e que foram transportados para a capital do Estado.

São eles: Renato de Assis Repetto, cuja idade não foi revelada; sua mulher, Ilza Maria Roland, de 50 anos, e as crianças, Gabriela Ribaski Repetto, de nove anos, e Geovana Ribaski Repetto, de 12 anos, todos da mesma família.

Os corpos das vítimas chegaram de helicóptero ao IML do Rio, e seriam de vítimas que estavam na Pousada Sankay e em casas atingidas pelo deslizamento em Ilha Grande. Na tarde desta sexta, o diretor de Polícia Técnica do Rio, Marcos Neves, tinha esperanças de identificar as vítimas por meio de exame papiloscópico (com impressões digitais). Segundo estimativas de Neves, espera-se que até sábado, no máximo, seja realizada a identificação dos corpos que deram entrada no IML.

O diretor do IML do Rio, Frank Perline, informou que 22 profissionais de plantão estão disponíveis para a identificação das vítimas. De acordo com Perline, com esse grupo será possível realizar dez necropsias por hora.

Os corpos foram trasladados para o Rio de Janeiro porque o IML de Angra dos Reis tem capacidade de fazer no máximo 10 necropsias por dia e estava com sua capacidade esgotada, atendendo as vítimas do desabamento do Morro da Carioca, no centro da cidade.










LAST






Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Daniele Suzuki é resgatada por Thiago Lacerda de enchente no Rio




Carro da atriz foi coberto por água e ela que ser retirada pela janela.
"Deus me ajudou e tive um resgate rapido", contou no Twitter.

Do EGO, no Rio


O carro de Daniele Suzuki foi coberto por água na noite desta quarta-feira, 30, no Rio. Com a forte chuva que caía na cidade, a atriz se desesperou e teve que resgatada pela janela pelo colega Thiago Lacerda e por um produtor da novela, Bruno.

"Ontem fui levada pela enchente na saida do Projac. Meu carro ficou coberto de água. Em meio ao desespero fui resgatada pela janela. O Thiago Lacerda e o Bruno da produção me salvaram...chorei muito. Meu carro ficou lá...coberto de água. Deus me ajudou e tive um resgate rápido...foi horrivel", relatou no Twitter.

Twitter/Reprodução

Atriz relata momentos de desespeto em seu Twitter










LAST






Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Líder opositor iraní se mantiene desafiante pese a amenazas

TEHERAN (AP) - El líder opositor iraní Mir Hossein Mousavi prometió el viernes mantenerse desafiante ante la llegada de nuevas amenazas, incluso llamados por dirigentes de línea dura que solicitan su ejecución.




Mousavi indicó que está dispuesto a sacrificar su vida en defensa del derecho del pueblo a protestar pacíficamente contra el gobierno.

Los comentarios del dirigente opositor fueron formulados tras el paso de los peores disturbios ocurridos en Irán desde el final de las disputadas y controversiales elecciones presidenciales de junio.

Por lo menos ocho personas fallecieron durante protestas antigubernamentales el domingo, entre ellos el sobrino de Mousavi.

En una de sus declaraciones más duras hasta la fecha, Mousavi dijo que estaba "listo para el martirio" _el sacrificio de la vida de una persona por una causa más importante_ y fustigó al aplastamiento sangriento que está efectuando el gobierno iraní en contra de la oposición.

El opositor dijo que el gobierno está cometiendo más errores al acudir a la violencia y a los asesinatos y que debe reconocer el derecho del pueblo a efectuar manifestaciones pacíficas.

Algunos dirigentes extremistas de Irán habían solicitado la ejecución de Mousavi y de otros dirigentes opositores, mientras que un grupo antes desconocido se adjudicó en una declaración publicada en Internet en el sentido de que algunos escuadrones suicidas están listos para asesinar a los líderes opositores si el sistema judicial no los castigaba en una semana.





LAST






Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

España trabajará para la recuperación económica de la UE y sumar vínculos con América Latina

Madrid, 1 ene (EFE).- España asumió hoy la presidencia semestral de la Unión Europea (UE) con el compromiso de trabajar por la recuperación económica de la zona y tener más peso e influencia en su relación con Estados Unidos, América Latina y el Mediterráneo.

El Gobierno español asumió así su cuarta presidencia europea con el reto de despejar las dudas en el camino de la recuperación económica y del empleo, la consolidación de los derechos ciudadanos y reforzar la capacidad de liderazgo e influencia de los Veintisiete en el escenario internacional.

España también tendrá como principal tarea impulsar y dar forma a la nueva Europa nacida del Tratado de Lisboa, con la idea de hacerla más fuerte y coordinada y con capacidad de liderazgo ante desafíos como la salida de la crisis o el cambio climático.

El presidente del Gobierno español, el socialista José Luis Rodríguez Zapatero, tendrá la responsabilidad de poner en marcha el Tratado de Lisboa, que entró en vigor el pasado 1 de diciembre y que es el nuevo marco comunitario que ha logrado revitalizar a la Unión Europea después de meses de incertidumbre política y económica.

Además, el mandato de España viene condicionado por la crisis económica de la que aún se resiente la UE y por la necesidad de impulsar un marco de crecimiento sostenible que permita la creación de puestos de trabajo de calidad en los próximos años.

Afianzar la recuperación económica y lanzar una "nueva estrategia de política económica común" con una mayor coordinación entre los Estados miembros es uno de los principales objetivos de Zapatero.

También está dispuesto a recortar las ayudas fiscales y al sector privado para aligerar el alto déficit público, siempre que 2010 transcurra de mejor manera de lo que apuntan las previsiones.

El control migratorio es otra meta fijada por España, que defiende la unificación de los criterios de contratación laboral y de repatriación para quienes entren ilegalmente en la UE.

Más de 350 reuniones se celebrarán en España en los próximos seis meses, dentro de una agenda de alrededor de 3.000 actos que en su mayoría tendrán lugar en Bruselas.

Una vez elegidos el presidente estable del Consejo Europeo, el belga Herman Van Rompuy, y la Alta Representante para la Política Exterior, la británica Catherine Ashton, España sentará las reglas de convivencia de ambos cargos con la presidencia rotatoria.

El nuevo rostro visible de la UE -Van Rompuy- abarcará más protagonismo, aunque Zapatero quiere hacer valer todo el trabajo preparatorio para marcar su impronta durante el semestre.

Una de las aspiraciones del presidente español es reforzar la imagen de unidad de Europa en el exterior, con el fin de poder hablar de igual a igual en el mundo con las grandes potencias.

Aunque Zapatero verá rebajado su protagonismo al ceder a Van Rompuy la dirección de las cumbres, conservará el primer plano en las previstas en España, entre ellas las de Estados Unidos, América Latina, Unión por el Mediterráneo y Marruecos.

El fortalecimiento de la cooperación antiterrorista centrará la nueva agenda de trabajo que la UE debe consensuar con EEUU en la cumbre a la que asistirá Barack Obama a finales de mayo en Madrid.

Esta cita servirá para calibrar si la UE es capaz de hablar de igual a igual a potencias como Estados Unidos o China y de extender su imagen de unidad a otros capítulos de la política exterior, por encima de los intereses nacionales de los Veintisiete.

España pretende contribuir a ello haciendo valer su buena interlocución con regiones como el Magreb y Oriente Próximo, donde espera resultados tangibles que ayuden al mismo tiempo a desperezar a la adormilada Unión por el Mediterráneo.

Otros objetivos en este campo serán acercar un poco más a Turquía a la UE, frente a la resistencia de Francia y Alemania.

Pero la gran prioridad es Latinoamérica, que tendrá un papel protagonista. España intentará convencer a sus socios de que revoquen la posición común sobre Cuba y cerrar importantes acuerdos comerciales y de asociación con países de la región.

El Gobierno español tratará de conseguir el Acuerdo de Asociación con Centroamérica, además de avanzar en la conclusión de acuerdos multipartitos con países como Colombia y Perú.

España tratará también de reactivar las negociaciones con Mercosur (Brasil, Argentina, Uruguay y Paraguay), bloqueadas desde el año 2004.

La cumbre bianual UE-América Latina, prevista para mayo en Madrid, será el escenario en el que España espera dar un fuerte impulso a estas negociaciones.

España también asume hoy la presidencia semestral de la Unión Europea Occidental (UEO), único foro europeo plenamente competente en materia de Defensa hasta el año 2000.










LAST






Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

La fórmula de Lula para revisar el pasado en Brasil

El conflicto político que se produjo entre Lula y los comandantes de las Fuerzas Armadas brasileñas, quienes le presentaron su renuncia luego de conocer los detalles del Programa Nacional de Derechos Humanos, contiene varios aspectos políticos destacables.


El primero y más destacable consiste en que Nelson Jobim, ministro de Defensa de Lula y uno de los máximos responsables de la alianza estratégica-militar con Francia, acompañó la posición de las FF.AA. brasileñas presentando su renuncia.

Este episodio no es menor, dado que Jobim pertenece al Partido del Movimiento Democrático Brasileño (PMDB), que es el partido con mayor cantidad de legisladores en ambas cámaras y el principal socio del gobernante Partido de los Trabajadores (PT); alianza que Lula procura mantener para imponer a su candidata Dilma Rousseff en las presidenciales del 2010, actualmente ubicada 20 puntos detrás del líder opositor José Serra.

Otro aspecto que entra en juego ocurre en el seno del propio PT. A un año de una incierta sucesión presidencial, el ala dura del PT busca congraciarse ideológicamente con su electorado, ya que en materia económica Lula mantuvo los lineamientos de su predecesor, Fernando Henrique Cardoso (PSDB), mientras que en 2005 perdió su bandera histórica de la lucha contra la corrupción tras el escándalo del mensalao.

Esta postura ideológica del PT hoy es defendida por el ministro de Justicia, Tarso Genro, quien intercedió activamente a favor del ex guerrillero italiano Cesare Battisti, hoy detenido en Brasil con una orden de extradición emitida por la justicia italiana, acusado de haber cometido cuatro asesinatos en aquel país en el marco de la organización Proletarios Armados por el Comunismo y cuya decisión final hoy pende de Lula.

Sin embargo, la actual postura de Lula consiste en mantenerse equidistante de los reclamos del ala radical del PT, mostrándose alejado del caso Battisti al mismo tiempo en que el gobierno brasileño busca cerrar las investigaciones de la guerrilla de Araguaya que está siendo tratado en la Corte Interamericana de Derechos Humanos de la OEA desde abril último.

Las explicaciones de ello se encuentran en que el propio Lula es el más moderado del PT, con un estilo político centrado en tejer y mantener alianzas, cuya máxima expresión se pudo apreciar en su abrazo con su otrora rival político y ex presidente Fernando Collor de Mello, al igual que su inédito apoyo a José Sarney, también ex presidente y actual presidente del Senado, tras ser acusado de fuertes hechos de corrupción a mediados de año.

Lo más probable es que Lula haga lo que mejor sabe hacer: buscar fórmulas para abordar la cuestión de los derechos humanos evitando generar fisuras políticas y sociales, fiel a la tradición política brasileña.



Dirceu diz que é absurdo chamar de terrorista quem lutou contra a ditadura militar

Publicidade

da Folha Online

Em post publicado em seu blog, o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil) diz que é um absurdo chamar de terroristas os grupos que se manifestaram contra a ditadura no Brasil. Ontem, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, afirmou que os crimes de terrorismo são imprescritíveis, assim como os delitos de tortura.

Mendes comentava as manifestações da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) de que os torturadores do período de regime militar (1964-1985) não são beneficiados pela prescrição.

Sem citar Mendes, Dirceu afirmou que petistas e tucanos "lutaram contra a ditadura em organizações armadas". "Por nós e por eles, e por todos que não viram outra forma de luta, de ação de resistência à ditadura naquele momento, é que eu afirmo que é um absurdo classificar como terroristas os que se opuseram à ditadura. A considerar assim, ministros e secretários de Estado foram acusados de terrorismo", diz ele em seu blog.

A discussão faz parte da polêmica que veio à tona com a discussão sobre a aplicação da Lei de Anistia. Os ministros Tarso Genro (Justiça) e Paulo Vannuchi (Direitos Humanos) defendem a criminalização daqueles que cometeram o crime de tortura na ditadura.

Ao comentar o assunto, Mendes disse ontem que repudiava as tentativas de ideologização e politização desse tipo de debate. "Essa discussão sobre imprescritibilidade é uma discussão com dupla face, porque o texto constitucional também diz que o crime de terrorismo é imprescritível", disse Mendes.

Presa e torturada na ditadura militar, Dilma disse na semana passada que o crime de tortura era imprescritível. "Eu, pessoalmente, como cidadã e indivíduo, acho que crime de tortura é imprescritível", disse a ministra no programa de rádio 'Bom Dia, Ministro'.

Em seu blog, Dirceu diz que a discussão se a lei perdoou os crimes de tortura e de terrorismo vai além da anistia. Ele pergunta se "eram terroristas os que se levantaram contra um Estado terrorista, que derrogou pela força a Constituição de 1946, revogou as prerrogativas da magistratura, extinguiu os direitos e garantias individuais, pôs fim às eleições diretas para presidente da República, governador, prefeitos de capital e áreas de segurança nacional, e de um terço do Senado, implantou a censura prévia, institucionalizou a tortura e o assassinato político, extinguiu o direito de greve, de organização e de manifestação".

E questiona se Nelson Mandela também é terrorista." Ele mesmo responde: "Evidentemente que não". "Espero que a Justiça ao examinar um dia essa questão, antes de mais nada decida que o regime que vigorou no país com base no golpe de Estado de 1964 era ilegal e inconstitucional e os que lutaram contra ele, os que se insurgiram contra a tirania, tinham direito líquido e certo de fazê-lo, reconhecido pela carta das Nações Unidas."

AGU

A discussão ganhou novos contornos após a AGU (Advocacia Geral da União) emitir um parecer no qual considera perdoados pela Lei da Anistia os crimes de tortura cometidos na ditadura.

O parecer da AGU foi anexado ao processo aberto em São Paulo a pedido do Ministério Público, que pede a responsabilização dos militares reformados Carlos Alberto Brilhante Ustra e Audir Santos Maciel, comandantes do DOI-Codi nos anos 70, por morte, tortura e desaparecimento de 64 pessoas. A posição da AGU criou uma crise no governo.

Tarso e Vannuchi criticaram publicamente a decisão do órgão. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu ontem por cerca de meia hora com Tarso e com o advogado-geral da União, José Antônio Toffoli.

Após o encontro, Tarso sinalizou que a AGU deverá rever o parecer. "Essa correção deverá ser feita de maneira técnica", afirmou Tarso. "[O parecer] foi elaborado de forma profissional e técnica, definido pela AGU", disse ele, informando que não houve interferência do Palácio do Planalto nem de outros órgãos federais.

Explicações

No último dia 27, a Organização Interamericana de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos) exigiu do governo brasileiro explicações sobre a responsabilização dos crimes de tortura ocorridos durante a ditadura. O presidente da Comissão de Anistia, Paulo Abrão, apresentou as justificativas do Brasil à OEA.

A entidade não-governamental Cejil (Centro de Defesa de Justiça e Direito Internacional) encaminhou requerimento à OEA questionando a posição do governo brasileiro, no qual afirma que o Brasil estaria descumprindo acordos internacionais.

Procuradoria quer pedir aos EUA abertura de arquivos secretos da ditadura militar no Brasil

Publicidade

DEH OLIVEIRA
especial para a Folha Online

O Ministério Público Federal em São Paulo estuda a possibilidade de pedir a abertura de documentos sigilosos do governo dos Estados Unidos sobre o período da ditadura militar no Brasil, com base na lei de acesso à informação americana.

Para avaliar quais medidas podem ser tomadas, representantes do MPF se reuniram nesta quarta-feira com dois especialistas norte-americanos, o analista Peter Kornbluh e a pesquisadora Kathryn Sikkink.

"Pretendemos estudar as providências que podem ser adotadas", disse o procurador da República Marlon Alberto Weichert, que junto com a procuradora Eugênia Fávero é autor de uma ação civil pública que pede a responsabilização por crimes de tortura dos comandantes do Doi-Codi, órgão de inteligência e repressão do governo brasileiro durante a ditadura militar (1968-1985).

As tentativas de abertura dos arquivos oficiais do período esbarram na legislação brasileira, que prevê o sigilo das informações por tempo indeterminado, e na resistência de grupos de militares, sob o argumento de que a Lei de Anistia, de 1979, veda qualquer julgamento de crimes praticados na época.

Weichert contesta esse entendimento da lei, argumentando que o Brasil é integrante da comunidade internacional de Direitos Humanos e assinou documento pelo qual "crimes contra a humanidade não prescrevem".

Segundo o procurador, juridicamente também não pode ser invocada para agentes do Estado a definição de crimes políticos, anistiados pela Lei de Anistia.

"Dizem que à época vivia-se uma guerra. Mas não havia normas admitindo o que foi feito", argumenta a procuradora Eugênia Fávero

Atraso histórico

Para a pesquisadora Kathryn Sikkink, o Brasil está muito atrasado em relação à revisão da lei de anistia. Segundo ela, o primeiro país a revisar a legislação após sair de um regime autoritário foi a Grécia, em 1975.

"Esse processo vem se acelerando nos últimos dez anos", diz a pesquisadora, lembrando que Uruguai, Argentina e Chile já fez a revisão da lei de anistia e puniu alguns responsáveis por torturas..

Um estudo de autoria de Sikkink mostra que nas nações que passaram por uma transição de um estado autoritário para uma democracia mas não houve punição dos crimes praticados durante o regime a sensação de impunidade e o desrespeito aos direitos humanos é maior. A pesquisa foi realizada em 100 países.

"Os arquivos brasileiros têm muita importância para muita gente daqui da região e do mundo", afirma Peter Kornbluh, integrante da ONG americana National Security Archives e responsável pela abertura dos arquivos referentes às ditaduras chilena e cubana.

Nos Estados Unidos, muitas das informações obtidas por Kornbluh foi com base na Freedon of Information Act (Lei de Acesso à Informação americana). Segundo ele, ainda falta ao Brasil uma lei de acesso à informação. "Não se pode ter uma democracia de fato se o cidadão não tiver acesso à informação".

"O Ministério Público tem reiterado que o governo brasileiro viola um direito à informação", disse Weichert. Segundo ele, desde 2000 o MP tem reivindicado a abertura de documentos oficiais, que não se limitam ao período da ditadura.

Governo faz campanha para receber arquivos da ditadura

ditaduraSão Paulo – O ministro-chefe da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi, disse ontem que o governo publicará nesta quarta-feira, em Brasília, um edital convocando pessoas que mantêm arquivos públicos da ditadura militar (1964-1985) para que entreguem os documentos à Casa Civil, sob garantia de sigilo. A regulamentação será feita por meio de uma portaria de chamamento, que criará prazo para que os papéis sejam devolvidos. Segundo o ministro, quem se recusar a devolver os documentos públicos poderá ser punido. Para estimular a entrega desses acervos, o governo lançará uma campanha publicitária. O edital será lançado em um dia emblemático – na quarta-feira se comemoram os 121 anos da assinatura da Lei Áurea pela Princesa Isabel, extinguindo a escravidão no País.






LAST






Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

México: Estallan artefactos en dos bancos

MEXICO (AP) - Desconocidos lanzaron el jueves artefactos explosivos a dos sucursales bancarias en el Estado de México, vecino a la capital del país, que sólo causaron algunos daños materiales y ninguna persona lesionada, informaron autoridades estatales

Los artefactos _al parecer petardos de fabricación casera_ fueron arrojados la madrugada a una sucursal del banco Banamex y a otra de BBVA Bancomer, sin que hasta el momento se haya detenido a alguien, señaló en un comunicado la Agencia de Seguridad del Estado de México (ASE).

La dependencia estatal refirió que en la sucursal de BBVA Bancomer se localizaron más de 10 pancartas, aunque sólo divulgó parte de uno de los mensajes que decía: "Viva Europa Comunista..."

Las autoridades aún analizan los residuos encontrados en las sucursales bancarias, que registraron algunos daños materiales, sobre todo en los cristales.

La ASE no señaló si sospechaba de alguien o de un grupo específico como posibles responsables de los ataques.

Otros estallidos similares se registraron en septiembre en otras sucursales bancarias, aunque en la ciudad de México. Las autoridades locales dijeron entonces que algunos de los hechos se los había atribuido una célula de un grupo denominado Frente de Liberación Animal.

El mismo grupo defensor de los derechos de los animales fue señalado el 16 de diciembre como presunto responsable de una serie de ataques con bombas incendiarias que quemaron siete vehículos en la ciudad de México.

Los ataques del jueves ocurrieron con escasos minutos de diferencia en una sucursal de BBVA Bancomer en Toluca, capital del Estado de México, y en un Banamex de Metepec, una municipalidad adyacente.

Toluca se localiza a unos 55 kilómetros al oeste de la ciudad de México.

Banamex es la unidad mexicana del grupo estadounidense Citigroup y BBVA Bancomer del español Banco Bilbao Vizcaya Argentaria SA.









LAST






Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

México: ordenan liberar a acusado por muerte de un periodista estadounidense

OAXACA, México (AFP) - Un hombre acusado de matar a un periodista estadounidense, durante un conflicto social en el estado mexicano de Oaxaca en 2006, podría salir de la cárcel en 15 días luego de que una jueza ordenara su liberación por falta de pruebas, informó el abogado defensor.

"Un juzgado federal declaró ilegal el auto de formal prisión por el que fue sometido a proceso" Juan Manuel Martínez, integrante de la Asamblea Popular de los Pueblos de Oaxaca (APPO), dijo el jueves a la AFP su abogado defensor, Gilberto López.

La jueza federal Rosa Ileana Noriega ordenó el miércoles "la liberación de mi defendido, al considerar que las pruebas por las que fue sometido a proceso carecen de validez", añadió.

El estadounidense Brad Will era camarógrafo de la Agencia Indymedia, con sede en Nueva York, recibió un disparo cuando cubría un enfrentamiento en la ciudad de Oaxaca entre opositores y simpatizantes del gobernador del estado de Oaxaca, Ulises Ruiz, el 27 de octubre del año 2006.

Martínez Moreno, detenido el 16 de octubre de 2008 y recluido en un penal estatal, es el único procesado por la muerte del periodista estadounidense.

Antes de la resolución del miércoles, un juez de una instancia inferior había determinado ausencia de pruebas incriminatorias contra el acusado.

Martínez "debe recobrar su libertad en un máximo de diez días, contando a partir del próximo lunes" 4 de enero, enfatizó el abogado.









LAST






Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Encuentran casi 500 cadáveres de animales en casa de EEUU

FILADELFIA (AP) - Un tipo de ritual religioso podría ser el motivo por el cual se encontraron los restos de entre 400 y 500 animales en una casa de Filadelfia, informaron el jueves investigadores.


George Bengal, director de seguridad en la Sociedad de Prevención de Crueldad contra Animales, dijo que los investigadores pasaron varias horas del miércoles registrando la casa el barrio de Feltonville donde estaban los restos.

Agregó que los animales fueron aparentemente empleados en una especie de ritual religioso. Entre los cadáveres hay venados y tortugas.

Las autoridades intentan localizar a las personas que vivieron en la casa alquilada.

Bengal dijo que no hay una ley que prohiba el sacrificio de animales para motivos religiosos siempre y cuando se haga sin crueldad.

Las autoridades de la Comisión de Caza de Pensilvania dijeron que si los residentes contaban con una licencia para capturar animales silvestres quizá no habrían cometido una infracción.

Un reporte sobre maltrato contra perros que vivían en condiciones insalubres llevó inicialmente a las autoridades de control de animales a la casa.







LAST






Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Lula chega a Salvador para folga de fim de ano





Photobucket


Presidente passará o feriado na Praia de Inema pela quarta vez consecutiva

Tiago Décimo, de O Estado de S. Paulo


Praia de Inema, onde Lula passará o ano-novo

Marcio Fernandes/AE

Praia de Inema, onde Lula passará o ano-novo

SALVADOR - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou às 11h40 (horário de Brasília) desta quinta-feira, 31, na Base Naval de Aratu, na Praia de Inema, em Salvador, onde passará o feriado de fim de ano. Segundo militares que trabalham no local, a expectativa é que ele fique no local até o dia 6.

Lula desembarcou na Base Aérea da capital baiana às 11h15 e partiu, de helicóptero, à base naval. Diferentemente do que ocorreu no ano passado, quando o presidente passou alguns dias de descanso no local pouco depois da virada do ano - que ele passou em Fernando de Noronha -, não houve aglomeração de pessoas no píer da Praia de São Tomé de Paripe, que fica ao lado da Praia de Inema, à espera do presidente.

É a sexta visita de Lula à Bahia nos últimos 12 meses e a quarta vez consecutiva que o presidente aproveita a privacidade do lugar para descansar durante a folga de virada de ano. O reduto, conhecido por oferecer belezas naturais e privacidade aos ocupantes - o ponto onde Lula costuma ficar está a cerca de um quilômetro do local mais próximo onde civis têm acesso -, também foi usado como ponto de férias do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Informações não oficialmente confirmadas dão conta que Lula deve passar a virada do ano no Palácio de Ondina, residência oficial do governador baiano, Jaques Wagner.











LAST






Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters