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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Moradores ficam ilhados no interior de São Paulo



Moradores de Capivari, no interior de São Paulo, estão enfrentando a pior enchente dos últimos 40 anos.


O sudeste voltou a sofrer com os temporais de verão. Em Capivari, no interior de São Paulo, a chuva que desabou sobre a cidade, na noite de domingo, deixou parte da população ilhada.

Moradores de Capivari, no interior de São Paulo, estão enfrentando a pior enchente dos últimos 40 anos.

Do alto é possível ver o resultado de apenas uma hora e meia de chuva, mas que valeu pelo volume esperado para três meses. O rio Capivari subiu mais de três metros e transbordou.

Casas foram completamente cobertas pela água. Apenas os telhados ficaram de fora, onde animais e moradores tentavam se salvar. Equipes de resgate usaram botes para socorrer quem ficou ilhado.

"Não tem como sair, a água está dando no peito", contou uma mulher. Um morador trouxe o barco para prestar ajuda. "Estava todo mundo em cima do telhado, gritando socorro, mulher, criança", contou ele.

Os estragos provocados pela chuva estão em toda parte. Uma avenida desapareceu. O posto de gasolina e o ferro velho foram invadidos pela água.

As pontes da cidade estão interditadas, uma delas desmoronou. Para circular no Centro da cidade, o barco é o único veículo. Desde a década de 1970 Capivari não registra uma cheia assim. Dezoito horas após a inundação, os moradores ainda não podia voltar para casa, com a água na altura das janelas.

Ainda existem 15 pontos de alagamento na cidade. Vários bairros estão sem água. Os 3,5 mil desabrigados estão no ginásio de esportes.







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26/10/2008 free counters

Criança morre arrastada pela chuva no subúrbio


Outra criança também foi levada, mas resgatada com vida.
Acidente aconteceu na Rua Clarimundo de Melo, em Piedade.

Do G1, no Rio


Avenida Brasil ficou alagada e congestionada durante a chuva. (Foto: Marcos Vinícius Normandes/VC no G1)

Uma criança de 9 anos morreu na tarde desta segunda-feira (28) em Piedade, no subúrbio do Rio. Segundo as primeiras informações do Corpo de Bombeiros, testemunhas teriam visto quando alguns adultos abriram a tampa de um bueiro para tentar escoar a água da chuva, que estava alagando a rua. Neste momento, as crianças teriam sido puxadas para dentro do buraco.

A segunda criança arrastada pela água foi encontrada com vida. Ela não ficou ferida, e não precisou de atendimento dos bombeiros. O caso aconteceu na Rua Clarimundo de Melo.


A chuva atingiu várias regiões do Rio nesta segunda-feira (28). Segundo a Defesa Civil municipal, um dos locais mais afetados pela chuva foi Jacarepaguá, na Zona Oeste. Na Taquara, a água chegou a invadir carros.

Veja mais fotos da chuva que atingiu a cidade

Chuva atinge o Rio

A chuva deixou a Avenida Brasil alagada, o que causou um grande congestionamento da altura de Bonsucesso até a altura de Ramos. O trânsito ficou compliciado no final da tarde.

Baixada Fluminense

A Defesa Civil de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, informou que durante a chuva houve dois deslizamentos de terra no município. Segundo a Defesa, não houve feridos.

Um dos deslizamentos ocorreu na região de Bananal e o outro no São Bento.

A Subsecretaria de Defesa Civil de São João de Meriti, também na Baixada, comunicou que não houve registros de ocorrências graves causadas pelas chuvas no município. De acordo com o subsecretário de Defesa Civil, coronel Paulo Cruz, foram registrados alguns desabamentos, mas sem notícias de desabrigados.

Ilha do Governador

Na Ilha do Governador, subúrbio do Rio, bombeiros registraram nove quedas de árvores. Mas, segundo informaram os agentes, todas caíram em portas de residências ou terrenos particulares. Nenhuma delas atrapalha o trânsito, de acordo com o quartel. A chuva já diminuiu na área, mas o Alerta Rio permanece em estado de atenção.









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26/10/2008 free counters

Presidente do STF solta a única coisa que ainda estava presa no Brasil


Gilmar Mendes solta a língua de Lula

NELITO FERNANDES
Época
Nelito Fernandes
Repórter da sucursal Rio de ÉPOCA, escritor, autor teatral e roteirista da TV Globo. Nesta coluna tenta misturar humor e opinião comentando o noticiário, embora admita que na maioria das vezes é difícil manter o humor

Parem os browsers! STF, urgente. Depois do Roger Abdelmassih, Gilmar Mendes soltou a única coisa que ainda estava presa no Brasil: a língua do Lula. Do jeito que a coisa vai, o Gilmar Mendes vai acabar virando garoto propaganda do arroz Uncle Ben’s, aquele que tá sempre soltinho! Eu já falei e repito: no Brasil só quem fica presa é a restituição do Imposto de Renda.

Eleições 2010. Dilma diz que está cansada de seguir os marqueteiros. Cansou de ser a Dilminha paz e amor e vai ser ela mesma. Dilma explica: “O povo não tem medo de cara feia. A prova disso é que o Serra está em primeiro!”.

E em Maceió um vereador comeu a orelha do outro numa festa de Natal. O que é que esse cara tem contra a rabanada?

Para terminar, uma anedota de salão. O Gilmar Mendes entrou num elevador e, de repente, subiu aquele cheiro. O ascensorista virou para ele indignado e disse:

- Pô, seu Gilmar! O senhor soltou mais um?!?!?!!?









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26/10/2008 free counters

Entrevista: Maria Adelaide Amaral











A autora Maria Adelaide AmaralNascida na cidade de Porto, em 1945, Maria Adelaide Amaral veio com sua família para o Brasil quando tinha apenas 12 anos. Formou-se em jornalismo, mas logo se mostrou uma autora de talento para o teatro. Estreou na televisão em 1990, co-escrevendo a novela ‘Meu Bem, Meu Mal’ com Cassiano Gabus Mendes. Entre outros trabalhos, foi responsável pelas minisséries ‘A Muralha’, ‘Os Maias’, ‘A Casa das Sete Mulheres’, ‘Um Só Coração’, ‘JK’ e ‘Queridos Amigos’. Agora, a autora embarca em um novo desafio, o de contar a história de Dalva de Oliveira e Herivelto Martins, um casal com uma trajetória de muitos sucessos e também de muitas polêmicas.

Como surgiu o convite para escrever a minissérie?
“Eu fui propor uma minissérie sobre a Isaurinha Garcia, e o Mariozinho (Rocha, diretor musical) me perguntou: ‘Por que não Dalva de Oliveira?’. Eu abracei a idéia imediatamente.”

Você já havia tido contato com a história e o repertório musical de Dalva de Oliveira e Herivelto Martins?
“Sim, tanto com a história como com o repertório musical. Eu cresci cantando ‘Que será’, ‘Praça XI’ e outras composições de Herivelto que se tornaram grande sucesso na voz de Dalva de Oliveira. Cantarolava todo o repertório, principalmente o que dizia respeito ao rompimento.”

Qual a maior dificuldade de se contar uma história de personagens reais que ainda estão tão recentes na memória popular?
“É manter um olhar compassivo sobre os personagens, sobretudo sobre o Herivelto Martins. Mas a delícia é justamente este desafio, de mergulhar na alma e na intimidade dessas criaturas. Ao longo da minha longa carreira, que começou no teatro em 1978, escrevi bastante sobre personagens reais: Chiquinha Gonzaga, Tarsila do Amaral, Coco Chanel, Juscelino Kubitschek, Yolanda Penteado, Ciccilo Matarazzo, os modernistas e toda aquela galeria de personagens das minhas minisséries históricas. A sensação que tenho é que sempre escrevo sobre personagens reais mesmo quando são fictícios. Além disso, criei cenas e personagens fictícios para esta minissérie toda vez que isso se tornou necessário do ponto de vista dramatúrgico.”

A pesquisa encontrou um vasto material sobre Dalva de Oliveira e Herivelto Martins. Qual foi o seu critério na hora de resumir toda a história em cinco capítulos?
“Acredito que menos é mais. Li e pesquisei muito, e conversei com as pessoas da família e outras que conheceram bastante a vida dos dois. Depois, priorizei os momentos mais importantes da vida deles. Contei com a ajuda de duas pesquisadoras, que foram atrás de todas as bibliografias possíveis em arquivos de jornais, revistas, museus, além de biografias dos personagens. A minissérie não se baseia em nenhum livro. Ela se baseia em todas as entrevistas, as intensas consultas aos jornais e revistas da época (que forneceram material para inúmeras cenas de brigas do casal, inclusive). Ao longo da pesquisa foram lidos vários livros: o do Pery, do Jonas Vieira, do João Elísio Fonseca e a biografia de Grande Otelo escrita por Sérgio Cabral.”

Qual foi a cena mais difícil de escrever?
“A cena em que as crianças, Pery e Bily, são mandadas para o internato por um juiz da Vara da Família. Também foi bastante desconfortável escrever algumas cenas em que Herivelto mentia e agredia Dalva. Mas havia uma dinâmica um tanto complementar (e neurótica) entre os dois. Ele foi um marido delicadíssimo para a Lurdes, sua segunda mulher.”

Acha que os jovens que não conheceram os dois vão se interessar por esta história? Por quê?
“Espero que sim, porque Dalva e Herivelto são bem parecidos com algumas figuras que eles conhecem bem: Courtney Love e Kurt Cobain, Nancy e Sid Vicious, e outros casais contemporâneos. Muda a moda, mas a paixão, o ciúme, a traição, a mágoa, o ressentimento pontuam as relações afetivas de todos os tempos.”

Gostou do resultado das cenas que viu?
“Adoro o trabalho do Dennis Carvalho e fiquei realmente impactada com o desempenho e a entrega de Adriana Esteves e Fabio Assunção aos papéis de Dalva e Herivelto.”

Não perca a estreia de “Dalva e Herivelto, uma canção de amor”, na segunda-feira, dia 4 de janeiro.




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26/10/2008 free counters

Um “show” de cenários








O palco do Cassino da Urca foi reproduzido no Hotel QuitandinhaPara as gravações de shows do Trio de Ouro e outros artistas, a equipe de cenografia da minissérie teve que reproduzir locais clássicos como o Cassino da Urca e a Rádio Nacional. Os principais shows foram gravados no Palácio Quintandinha, em Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro. A cenografia do local foi feita pelo diretor de arte Mario Monteiro e sua equipe.

Uma curiosidade desta produção é que o pai de Mário Monteiro, o arquiteto Alcibíades Monteiro, foi quem projetou o Quitandinha e o Cassino da Urca no início do século XX. Assim, Mário teve ajuda de todo um acervo pessoal ao elaborar este projeto. “A estrutura e padrão destes dois cassinos é a mesma, pois o dono deles era o mesmo, Joaquim Rolla. A principal diferença é o palco, que, no Cassino da Urca, era um palco avançado e iluminado, que cobria a pista de dança. E esta adaptação foi feita no Quitandinha com a inclusão de uma pista de acrílico”, explica Mário Monteiro.

Shows como o de Linda Batista foram gravados em PetrópolisO projeto levou dois meses para ser elaborado. A construção e montagem do cenário do Cassino da Urca duraram duas semanas. Foram gravados no palco sete diferentes shows. Nas filmagens, foram usadas cadeiras e mesas da época, bem como a mecânica do palco, que ainda está em pleno funcionamento no Quintandinha, restaurado há pouco tempo. O restante dos objetos foi todo reproduzido, inclusive o abajur que compõe a decoração de cada mesa do cassino.

Já o ambiente da Rádio Nacional foi remontado em estúdio, na Central Globo de Produção. Para a elaboração do projeto, foram feitas mais de 60 plantas. O cenário preserva medidas semelhantes ao do verdadeiro auditório da rádio e tem capacidade para aproximadamente 250 pessoas.

Não perca a estreia de Dalva e Herivelto na segunda-feira, dia 4 de janeiro!







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26/10/2008 free counters

Dalva passa mal em casa

Minissérie de

Maria Adelaide Amaral

Escrita por

Maria Adelaide Amaral, Geraldo Carneiro, Leticia Mey

Núcleo

Dennis Carvalho

Direção

Dennis Carvalho, Cristiano Marques

Shows

Charles Moeller, Claudio Botelho

Gerência de Produção

Maristela Velloso

Coordenação de Produção

Luciana Monteiro, Marcelo dos Santos, Renato Azevedo, Júlio Dias

Equipe de Produção

Cláudio Nunes, Alex Costa, Renata Barreira, Elaine Teixeira, Bárbara Souza, Rogério Lopes, Isis Kelly, Carolina Machado

Produção de Engenharia

Luiz Otávio Cabral

Assistentes de Direção

Henrique Sauer, Carla Böhler

Continuidade

Fernanda Borges, Regina Wygoda

Pesquisa

Madalena Prado de Mendonça

Equipe de Cenotécnica

Adilio da Silva Santanna, Adriano de Oliveira Ofrede, Alexandre Tavares Da Silva, Ana Paula Lima, André Vital Barbosa, Arlete Cimbra, Atinaira Barreto, Carlos Alberto Da Silva, Carlos Lemgruber, Carlos Renato Cardoso, Cátia Eloy, Cristiano Henrique, Daniel Zavoli da Silva, Dario Pereira da Silva, Eder Carlos Silva Goes, Edgil José Pinheiro, Fábio, Flaviano de Menezes, Flávio Neves Marques, Francisco das Chagas Mesquita, Gerson Alves de Oliveira, Jesus Conceição Chagas, João Evangelista da Silva, Joel Calado Barcelos, Jorge Luis Ferreira, Jorge Pessoa, José Carlos de Souza, José Cavalcante Gomes, José Maria Ribeiro da Silva, Joseilton Bento da Silva, Juliano Rosa Pereira, Lázaro Josimar Soares de Souza, Lúcio Flávio Virgolino

Supervisor de Produção de Cenografia

Antônio Carlos da Silva, Francisco Silva, Guilherme Sengès, Manoel Jorge, Paulo Cesar Meirelles

Produtor de Cenografia

Leandro Leão

Equipe de Áudio

Ádamo Martins dos Santos, Adhemar de Souza Rosa, Diego Armando Ferreira Barbosa, Gilberto da Silva Medina, Eduardo La Cava

Supervisor de Op. Sistemas

Lucas Zardo, Rodrigo Siervi Ferreira Alves

Equipe de Vídeo

André Fernandes da Costa, Clóvis Alberto Antonioli, Jorge Leal

Equipe de Apoio a Operação de Câmera

Jairo Dias Baptista, Luiz Bravo, Silvio Jeronimo Nascimento, Renato Gonçalves, Eduardo Araujo Mourão, Eduardo Cabelinho, Gilberto Araújo, Marco Antonio Almeida

Foquistas

Silvia Gangemi, José George Rodrigues Alves

Câmeras

Antônio Carlos Laport, Ricardo Fuentes

Abertura

Hans Donner, Alexandre Pit Ribeiro, Roberto Stein

Efeitos Especiais

Marcos Soares

Efeitos Visuais

Gustavo Garnier, Paula Souto

Sonoplastia

Octavio Lacerda, Laércio Salles, Marcos Salles

Colorista

Saulo Silva

Edição

Célio Fonseca, Carlos Thadeu

Equipe de Apoio a Caracterização

Eliane Farinhas, Paula Inês Costa, Paulo César Azevedo, Solange Paulino, Vânia Souza

Caracterização

Anna Van Steen, Núbia Maisa

Direção Musical

Mariozinho Rocha

Produção Musical

Sérgio Saraceni

Instrutores de Dramaturgia

Paloma Riani, Alfredo Del Penho, Marly Brito, Mirna Rubin, Ester Elias

Coreografia

Janice Botelho

Produção de Elenco

André Reis

Equipe de Apoio a Arte

Alexandre Araújo Ferreira, Alexandre Francisco Da Silva, Archimedes Ferreira Simões, José Luiz Margato De Almeida, Edson França, Francisco Santana, Andrea Chuairi

Produção de Arte Assistente

Cláudia Grether, Marta Miranda, Rita Vinagre

Produção de Arte

Ana Maria De Magalhães, Cristina Demier

Direção de Arte

Mário Monteiro

Equipe de Iluminação

Alex Sandro Gonçalves, Gerson Souza, Júlio dos Santos Barros, Leandro Ramos, Luis Antonio Do Nascimento, Luiz Celestino, Luiz dos Anjos, Marcelo Bonfim, Marco Antonio Costa Dos Reis, Marcos Lyra de Souza, Orlando Baptista, Osmar Lopes, Rodrigo Sanábio

Gaffer

Warley Miqueias

Direção de Fotografia

Roberto Amadeo

Equipe de Apoio ao Figurino

Ana Maria da Silva, Cláudio Luis Luciano, Cléber dos Santos, Edson Sebastião Severo, Fátima de Assis Paula, Flavia Cristina do Nascimento, Heloisio Carlos da Silva, Ivan Gomes de Oliveira, Marcelo Chagas, Maria Marluce Ferreira Monteiro, Ozana Oliveira da Cruz, Rosemar Mathias Oliveira da Fonseca, Sinésio Junior, Vânia Lima de Oliveira

Figurinistas Assistentes

Regina Raposo, Antônio Araujo, Tatiana Brescia, Flávia Costa, Verônica Schliemann, Sabrina Magalhães

Figurino

Marilia Carneiro, Sonia Tomé

Cenógrafos Assistentes

Gilmar Ventura, Claudio Duque, Ana Aline de Lima, Roberto Vilar, Gioconda Coelho, Liane Espírito Santo, Daniel Cordeiro, Elisa Emmel

Cenografia

Keller Veiga, Kaká Monteiro






seg, 28/12/09
por Editor |

Dalva passa mal em casaJunho de 1972. Dalva está em sua casa em Jacarepaguá, zona oeste do Rio de Janeiro, regando suas plantas, em meio a seus bichos de estimação. Com 55 anos, a cantora está muito diferente da bela mulher que brilhava nos palcos. No rosto, uma cicatriz disfarçada por plásticas, vestígio do acidente que sofreu em 1965.

Subitamente, Dalva sente um mal-estar. Andando com dificuldade, ela consegue chegar até a sala, onde tira o telefone do gancho e liga para a Rádio Globo.

“Quem fala é a cantora Dalva de Oliveira, estou sozinha em casa… Avisem o Dr. Arnaldo de Moraes que estou passando muito mal…”, murmura, num fio de voz.

A telefonista mal tem tempo para anotar o recado, pois Dalva deixa cair o telefone e desmaia no chão. Parece que a estrela está começando a se apagar…

Não deixe de conferir a cena, que deve ser exibida nesta segunda-feira, dia 4!







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26/10/2008 free counters

Dalva flagra Herivelto com outra





Enciumada, Margot rouba um beijo de HeriveltoO amor entre Dalva e Herivelto é intenso, mas não demora muito para que ele acabe se mostrando um tremendo mulherengo. Mesmo casado com Dalva, Herivelto encontra tempo para ter algumas aventuras extra-conjugais.

Margot, que conseguiu ganhar a confiança de Dalva, fica uma fera ao flagrar Herivelto e a corista Estela juntos, dentro da casa do compositor. Como também gosta de Herivelto, Margot tenta roubar um beijo dele para chantageá-lo, avisando que vai contar tudo à esposa do músico. Herivelto, porém, a repudia, deixando a ruiva irritada.

Dalva flagra Herivelto com EstelaDepois disso, Margot resolve abrir os olhos de Dalva e, no dia de uma apresentação do Trio de Ouro no Cassino da Urca, avisa que ele está com outra mulher do lado de fora da casa de shows.

Flagra
Enfurecida, Dalva vê Herivelto no carro com Estela e começa a fazer o maior escândalo. Mas o compositor mente, dizendo que a jovem é namorada do cantor Orlando Silva e explica que eles estavam apenas conversando.

flagra2Depois, olha para os pés de Dalva e começa a mudar de assunto, chamando sua atenção: “O que é que você está fazendo de chinelos? Você é uma estrela, não uma lavadeira! (…) Será que você nunca vai aprender a se portar como senhora e não como empregada?!”.

Você não pode perder essas cenas, que devem ser exibidas na terça-feira, dia 5 de janeiro!










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26/10/2008 free counters

Herivelto e Dalva se casam








Dalva e Herivelto se casam em cerimônia religiosaNem as fofocas de Margot conseguiram separar Dalva de Herivelto. E o fruto desse amor já cresce dentro da jovem… Dalva está esperando um filho do compositor.

Em seu programa de rádio, Cesar Ladeira não perde a chance de brincar com o casal e pede ao público que escolha o nome da criança.

“Ceci e Pery!”, gritam os fãs, referindo-se à música que o Trio de Ouro acaba de cantar no palco. O apresentador, então, dá o assunto por resolvido: se for menina, vai se chamar Ceci. Se for menino, Pery.

Dalva está esperando o primeiro filho do casalJuntos pra valer
Antes da criança nascer, porém, Herivelto resolve oficializar a união com Dalva. E o principal motivo é religioso: Herculano avisa que uma entidade mandou um recado para que ele se casasse logo com a cantora.

Os amigos também comparecem à cerimôniaAlém da união no civil, Herivelto faz uma cerimônia religiosa na praia, seguindo os preceitos da Umbanda, para celebrar seu casamento com a amada. Dalva, com um barrigão enorme, sorri, embevecida. Esse é um dos momentos mais felizes de sua vida! Os amigos os cercam para parabenizá-los.

Toda vestida de preto, Margot assiste a tudo de longeDe longe, vestida de preto, Margot assiste a tudo, mordida. Ah, mas como ela queria estar no lugar de Dalva!

Não perca as cenas, que devem ser exibidas na segunda-feira, dia 4.







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26/10/2008 free counters

Jovem é suspeita de matar o pai e enterrar o corpo no quintal


Crime aconteceu na madrugada desta segunda-feira (28).
Mulher de 21 anos disse à polícia que o pai a assediava.

Do G1, com informações da EPTV


Mapa Guará (400 km de SP) (Foto: Editoria de Arte )

Uma mulher de 21 anos é suspeita de ter matado o pai e enterrado o corpo no quintal da própria casa, em Guará, região de Ribeirão Preto. Segundo a Polícia Militar, o crime ocorreu porque o pai tentou abusar sexualmente da filha.

O homicídio aconteceu no início da madrugada desta segunda-feira (28) e o corpo foi encontrado por volta das 18h, quando uma das filhas sentiu a falta do pai e acionou os policiais, que foram ao local.

"Ela confessou que matou e enterrou no quintal", disse o delegado José Augusto

Franzini. "O pai vinha tentando molestá-la. Ela disse que ontem à noite ele investiu contra ela e ela desferiu um golpe com pedaço de ferro contra ele e depois enterrou."

Segundo o delegado, o corpo do homem foi encontrado a 80 cm de profundidade. A polícia investiga se a jovem recebeu ajuda. A mulher foi presa em flagrante por homicídio e ocultação de cadáver.









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26/10/2008 free counters

Turcos querem recuperar ossos de santo que inspirou Papai Noel


Plantão | Publicada em 29/12/2009 às 00h11m

BBC

Um arqueólogo pediu ao governo turco para que exija da Itália a devolução dos ossos de São Nicolau, que inspirou a figura do Papai Noel, para a sua cidade natal do santo - a atual cidade turca de Demre, antiga Mira.

O santo, do século III, nasceu e foi canonizado na cidade, que então ficava em uma região grega. Ele era conhecido por fazer milagres e oferecer ouro aos pobres em segredo. Em uma ocasião, chegou a descer de uma chaminé para deixar sua oferta.

Na Idade Média, os árabes ocuparam Mira e marinheiros italianos levaram os ossos mortais de São Nicolau para Bari, na Itália, onde permanecem enterrados.

O governo turco afirmou que está analisando pedir a Roma para que os ossos de São Nicolau sejam devolvidos à Turquia após o pedido do arqueólogo Neyzat Cevik, responsável pela investigação arqueológica da cidade de Demre.

Segundo Cevik, o santo havia deixado claro durante a vida o desejo de ser enterrado em sua cidade natal.

Apesar de a Turquia muçulmana não celebrar o Natal, a figura natalina do Papai Noel é bastante popular na cidade natal do santo que a inspirou.

Mesmo com a ausência dos ossos mortais de São Nicolau na atual Demre, a cidade abriga uma igreja bizantina que traz uma grande imagem de Papai Noel, com barba e roupas vermelhas.









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26/10/2008 free counters