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domingo, 6 de dezembro de 2009

A semana em que as imagens e Lula falaram por si



Escrito por Josias de Souza











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26/10/2008 free counters

Colunista não vê nenhum bom motivo para a visita de Ahmadinejad ao Brasil

The New York Times News Service
Marcela Sanchez
É a temporada das tradições natalinas: decorar a casa, entoar cantigas, embrulhar presentes e, é claro, perseguir um peru bêbado no quintal.

Bem, eu pessoalmente não participei deste último, mas meus pais sim. Quando crianças, eles eram encarregados de correr atrás dos perus que tinham sido embriagados com algumas doses de poderosa aguardente.

Parece bárbaro, eu sei, mas a prática já foi muito comum na Colômbia. O motivo exato não está claro - todo mundo parece ter uma explicação diferente: minha mãe diz que a caçada faz o sangue das aves se acumular em sua cabeça, deixando a carne mais branca; uma amiga afirma que isso dilata os capilares da ave, o que amacia a carne; meu pai simplesmente acredita que a carne de um peru bêbado fica mais saborosa. Em outras palavras, não há um bom motivo.

É um pouco como a recente visita do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, à América do Sul. Ahmadinejad, é claro, não é um peru, muito menos bêbado. Mas as diversas explicações de seus anfitriões e seguidores - Bolívia, Brasil e Venezuela - sobre por que ele foi convidado para participar de negociações de alto nível me fizeram pensar que não havia nenhum bom motivo.

As autoridades da Venezuela explicaram a visita em termos de laços comerciais e interesses mútuos. Elas citaram a posição comum do Irã e da Venezuela como grandes produtores de petróleo e um desejo comum de contrabalançar o poderio dos EUA. Isto é mais da loucura habitual de Caracas, especialmente considerando que o Irã nem sequer está entre os 50 principais parceiros comerciais da Venezuela - enquanto os EUA são o número 1.
  • Evaristo SA/AFP

    O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, cumprimenta o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, durante reunião no Palácio do Itamaraty, em Brasília (DF), em novembro último



O presidente boliviano, Evo Morales, aproveitou a ocasião da visita de Ahmadinejad para se manifestar contra os líderes que minam a soberania de seus povos. Ele enfatizou a ameaça inerente de ter uma presença militar estrangeira na América Latina, referindo-se a um recente acordo para aumentar a cooperação militar dos EUA na Colômbia. Não importa que o Irã estivesse diretamente envolvido em dois ataques terroristas na Argentina na década de 1990 - os únicos atos de terrorismo em todo o hemisfério ligados a um grupo estrangeiro, além dos atentados de 11 de Setembro.

Ainda mais surpreendente foi a justificativa do presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, para a visita de Ahmadinejad - a primeira ao Brasil por um líder iraniano em 44 anos. Lula explicou que o mundo precisava engajar a república islâmica e falou sobre o "direito [do Irã] a desenvolver seu programa nuclear para fins pacíficos".

Talvez essa posição fizesse mais sentido antes que a usina de enriquecimento nuclear do Irã, por muito tempo escondida, fosse revelada em setembro. Ou antes que Ahmadinejad começasse a recuar de um acordo assinado em outubro para enviar a maior parte do urânio de baixo enriquecimento de seu país para ser reprocessado no exterior, o que o tornaria menos ameaçador.

A comunidade internacional tornou-se cada vez mais cética das afirmativas do Irã de que seu desenvolvimento da tecnologia nuclear é estritamente para usos civis. Em 27 de novembro o conselho de governadores da Agência Internacional de Energia Atômica votou uma censura ao Irã.

Sem causar surpresas, a Argentina votou contra o Irã, de onde tentou sem sucesso extraditar cinco suspeitos - incluindo o atual ministro da Defesa do país, Ahmad Vahidi - envolvidos no atentado a bomba em Buenos Aires em 1994.

Afinal, 25 dos 35 membros do conselho votaram contra o Irã. Até a China e a Rússia, que no passado relutaram em criticar a República Islâmica, aprovaram a censura, demonstrando a ampliação do desencanto internacional com a liderança de Teerã.

Enquanto isso, Cuba e Venezuela votaram contra a censura e o Brasil se absteve. A Bolívia não faz parte do conselho.

Aparentemente, a visita de Ahmadinejad à América do Sul alguns dias antes compensou. A oposição da Venezuela não foi surpresa, mas a abstenção do Brasil parece ingênua e simplesmente errada.

É claro, o Brasil há muito se considera um caso especial e tomou decisões que contrariavam a sabedoria convencional. Algumas vezes essa abordagem foi uma força positiva e permitiu que o Brasil alegasse um alto nível moral.

Isso poderia ser dito sobre sua posição em Honduras, onde Lula parece estar assumindo uma postura forte, baseada em princípios democráticos. Determinado a não deixar que um precedente perigoso se estabeleça na região, ele insistiu que "definitivamente não" reconhecerá os resultados das eleições de 30 de novembro em Honduras, que ocorreram sob um regime "de facto".

Mas então como Lula pode confraternizar com Ahmadinejad, cuja reeleição ele reconheceu apesar de amplas acusações de fraude e brutalidade?

Claramente o Brasil é uma potência global emergente: está liderando a América Latina na recuperação da crise econômica global; pressionou por um novo acordo internacional para combater a mudança climática; e venceu os EUA para hospedar os Jogos Olímpicos de 2016.

Mas seu recente apoio impalatável a Ahmadinejad sugere que o Brasil não é exatamente o líder de altos princípios que imagina ser. Como um novo tipo de ator global, o Brasil ainda é uma obra em progresso.

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves







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26/10/2008 free counters

Bortolotto ficará em UTI após segunda cirurgia; segundo hospital estado é "muito grave"

O dramaturgo Mário Bortolotto será transferido para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital Santa Casa de Misericórdia, onde está internado desde a madrugada deste sábado. O hospital classifica o estado de saúde dele como "muito grave".

Bortolotto foi levado para o hospital após ser baleado com quatro tiros durante um assalto no bar dos Parlapatões da praça Roosevelt, no centro de São Paulo.

De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, o dramaturgo passou por uma segunda cirurgia --que terminou por volta das 19h50-- para estancar uma hemorragia interna e para verificar a existência de um terceiro projétil que poderia estar alojado no corpo do dramaturgo. Ele deverá ser levado para a UTI após a recuperação pós-cirúrgica, assim que seu estado se estabilizar.


Patrícia Stavis -22.jun.09/Folha Imagem
Mário Bortolotto, durante lançamento do Studio SP Incentiva; dramaturgo foi baleado neste sábado de madrugada
Mário Bortolotto, durante lançamento do Studio SP Incentiva; dramaturgo foi baleado neste sábado de madrugada

Bortolotto já havia passado por uma cirurgia na manhã deste sábado, que retirou dois projéteis que atingiram o dramaturgo. Segundo o hospital, novo boletim médico sobre o estado de saúde dele deverá ser divulgado no início da manhã deste domingo (6).

Crime

O dramaturgo foi levado para o hospital após ter sido baleado com quatro tiros. Durante o assalto, o ilustrador conhecido como Carcará, 30, também foi atingido com três tiros na perna. Ele está internado no hospital Sírio-Libanês, na Bela Vista, e passa bem.

Os dois estavam no bar do Espaço Parlapatões com um grupo de cerca de 30 pessoas, que haviam assistido à peça 'Brutal', de Bortolotto.

Segundo Carcará, dois homens, um deles armado, entraram no local e anunciaram o assalto às 5h30. 'Foi muito de repente, nem vi de onde eles surgiram. Sempre vou nesse bar e nunca vi nada semelhante acontecer', disse.

Os criminosos pediram dinheiro e celulares e agiam com violência, de acordo com o ilustrador.

Bortolotto reagiu depois que o assaltante armado agrediu com uma coronhada a atriz Guta Ruiz, sua amiga. Carcará, então, tentou ajudar o dramaturgo e acabou baleado. Após os disparos, os criminosos fugiram.

Nascido em Londrina em 1962, Bortolotto, diretor e ator paranaense vive em São Paulo desde os anos 1990. Fundador do Grupo Cemitério de Automóveis, escreveu e dirigiu várias peças de teatro. Venceu o prêmio Shell de melhor autor de peça teatral com 'Nossa Vida Não Vale um Chevrolet', em 2001.

Ele também gravou um disco com a banda Saco de Ratos e publicou um livro com o título 'Atire no Dramaturgo', baseado em textos do seu '[blog]':http://atirenodramaturgo.zip.net/, com o mesmo nome.

Investigação

Na tarde deste sábado, a Polícia Civil de São Paulo divulgou a foto do suspeito de ter atirado no dramaturgo, com base na imagem do circuito interno do local onde o crime aconteceu.

Divulgação/Polícia Civil
Imagem de suspeito de ter atirado em Mário Bortolotto na madrugada deste sábado (5)
Imagem de suspeito de ter atirado em Mário Bortolotto na madrugada deste sábado (5)

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, um vigilante que trabalha no local informou à polícia que, por volta das 5h50, duas pessoas o renderam e o levaram ao andar superior do bar. A dupla roubou o casaco e o molho de chaves do vigilante. Enquanto isso, dois homens aguardavam na entrada do estabelecimento.

O vigilante disse que o grupo fugiu após ocorrerem disparos no térreo do prédio. Ele encontrou as duas vítimas baleadas. O caso foi registrado no 4º DP (Consolação), mas a investigação será feita pelo (DHPP) Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa. O local foi periciado e o delegado solicitou exames de corpo de delito para as vítimas.

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26/10/2008 free counters

Sangriento tiroteo en calles de México



Una madre y sus tres hijos viajaban en una camioneta cuando se encontraron en medio de una balacera entre presuntos narcotraficantes y fuerzas de seguridad mexicanas en el norteño estado de Nuevo León.

Eran cerca de las 14:30 del viernes cuando la familia se detuvo en un semáforo rojo en el centro del municipio de Juárez, un suburbio de la ciudad de Monterrey, la tercera ciudad más poblada de México.

"Mi mamá se puso a rezar, nos dijo que nos agacháramos, pero ella no se alcanzó a agachar. Yo me agaché y abracé a mi hermana, le alcanzó un rozón de bala a mi hermana", declaró Hugo, uno de los hijos, al periódico Reforma.

Esperamos que en las próximas horas puedan existir más reacciones en atención a que este no es el único operativo que están realizando las Fuerzas Armadas.

Alejandro Garza, fiscal de Nuevo León

La madre, Sonia Hernández, murió de manera instantánea. Su hija, Jessica Anahí González, quien acababa de cumplir 12 años, se encuentra hospitalizada en estado grave y bajo terapia intensiva tras recibir una bala en la cabeza.

El hecho ocurrió en uno de los dos enfrentamientos que se produjeron este viernes entre la Marina y el Ejército contra presuntos integrantes de Los Zetas, brazo armado del Cartel del Golfo.

El resultado: al menos trece muertos, entre ellos Ricardo Almanza Morales, alias "El Gori 1", presunto autor intelectual del asesinato del General Brigadier y Secretario de Seguridad del municipio de García, Juan Esparza, ocurrido el 4 de noviembre.

Horas más tarde dos agentes policiales fueron asesinados en un centro de detención cuando un comando armado liberó a 23 presuntos Zetas, según la fiscalía estatal.

Monterrey en alerta

Supuestos "Zetas" capturados en el operativo

Las autoridades capturaron a varios supuestos miembros de "Los Zetas".

El fiscal de Nuevo León, Alejandro Garza, informó que los enfrentamientos se extendieron por aproximadamente 45 minutos y que no se descartan nuevos hechos de violencia.

"Esperamos que en las próximas horas puedan existir más reacciones en atención a que este no es el único operativo que están realizando las Fuerzas Armadas", dijo Garza.

La Secretaría de Marina informó que las balaceras se desencadenaron luego que personal de la institución irrumpiera en una finca ubicada en la Colonia Bosques de la Silla, donde buscaban a "El Gori 1".

Tras el primer enfrentamiento, la Marina habría solicitado el apoyo del Ejército para el traslado de los detenidos en la finca.

Transeúntes heridos

Sin embargo, cuando los soldados se trasladaban al lugar, se produjo la segunda balacera, aparentemente en el momento en que se encontraron de frente con un grupo de presuntos sicarios.

Soldados en Monterrey

Monterrey se encuentra en estado de alerta.

Fue en esta circunstancia que varias personas quedaron atrapadas en medio del fuego cruzado, incluida Sonia Hernández y sus tres hijos.

Fuentes oficiales informaron que otros tres transeúntes que resultaron heridos en el tiroteo fueron trasladados a centros asistenciales.

La zona industrial que rodea Monterrey, ha sido escenario de una ola de violencia ligada al narcotráfico, a pesar del despliegue militar en el área.

En los últimos tres años el gobierno mexicano ha desplegado 45.000 militares en las calles del país para combatir al crimen organizado y se han producido más de 14.000 víctimas fatales en incidentes relacionados con los carteles de la droga.







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26/10/2008 free counters

Peligra el sueño de los famosos en Dubai


Peligra el sueño de los famosos en Dubai  (Imagen: 20MINUTOS.ES)
  • David Beckham, Brad Pitt y Angelina, Naomi Campbell y muchas otras celebridades invirtieron en una isla futurista del emirato árabe.
  • Ahora está al borde de la bancarrota.


Villas de lujo a pie de playa, una Milla de Oro para bolsillos poderosos, un santuario al aire libre, hoteles exclusivos, todo ello situado en una palmera gigantesca emergida en el mar de Dubai gracias a una base de 94 millones de metros cúbicos de arena y 7 millones de toneladas de roca.

Dubai World tiene
una deuda de 80.000 millones de dólares
Seducidos por este proyecto de ensueño llamado Palm Jumeirah, una de las tres islas artificiales que se están levantando en los Emiratos Árabes, Denzel Washington, Michael Owen, Brad Pitt y Angelina Jolie, David Beckham, Naomi Campbell e incluso el fallecido Michael Jackson invirtieron en esta obra faraónica, hoy a medio construir, orquestada por el holding Dubai World. El mismo que, si en 6 meses no paga la deuda de 80.000 millones de dólares que acumula, se declarará en bancarrota, arrastrando a sus inversores.

Los famosos contienen la respiración.









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26/10/2008 free counters

Cadillac CTS Coupé, fiel a su estilo


Cadillac CTS Coupé, fiel a su estilo  (Imagen: AUTOSCOUT24)
  • La marca comercializará una nueva carrocería coupé para el CTS.
  • Es un modelo muy "a la americana".
  • Incluye un disco duro de 40 Gb, sistema de sonido Bose, cámara de visión trasera y acceso sin llave.




Cadillac comercializará, a lo largo de 2011, una nueva carrocería coupé para el CTS, modelo del que ya existen variantes sedán, Sport wagon y una deportiva CTS-V. Se trata de un nuevo modelo coupé con configuración 2+2 que ha sido concebido según el prototipo CTS Coupé presentado en Detroit 2008 y que será destapado en los salones internacionales que se celebren en 2010. Sin duda es un modelo muy “a la americana” en el que, a pesar de su nueva apariencia coupé, sigue luciendo las líneas rectas y bruscas de los modelos americanos. En España triunfará poco, pero la buena noticia es que éste también tendrá una denominación –V, la de los súper-deportivos característicos de la marca.

Rasgos de identidad

Cadillac CTS Coupé

" title="Cadillac CTS Coupé" style="margin: 8px; float: left;" width="260" border="0" height="156">El modelo coupé tiene la misma plataforma que la variante sedán, pero cuenta con unos centímetros menos en anchura y longitud (51 milímetros menos en cada caso). Eso es lo único que puede diferenciarlo en lo que a medidas se refiere. Sin embargo, el diseño está bastante alejado de lo que quedó en el modelo de cuatro puertas. Sin duda lo más novedoso, y por lo que la marca parece tan orgullosa, es por haber eliminado el pilar central (el que separa desde el exterior las dos filas de asientos) y por haber creado una nueva forma de abrir las puertas laterales. Era algo que podía pasar desapercibido, precisamente porque la ausencia de tiradores crea una sensación de limpieza que centra la atención del observador en los puntos calientes: la caída del portón totalmente vertical, los enormes y alargados pilotos traseros y el parabrisas, que en este modelo se ha reclinado todavía más para conseguir una silueta afilada con un centro de gravedad óptico más bajo.

Dos variantes

No habrá (al menos en principio) posibilidad de elección en cuanto a la motorización. El nuevo CTS Coupé estará disponible con el propulsor 3.6 V6 que ya se monta en la versión sedán que aquí ofrece 304 cv de potencia. De igual forma que en aquella, se puede elegir con sistema de tracción trasera (RWD) o total (AWD).

Cadillac CTS Coupé

" title="Cadillac CTS Coupé" style="margin: 8px; float: right;" width="260" border="0" height="156">Lo que queda enteramente a elección del cliente es la configuración de llantas y neumáticos, disponibles en 18 pulgadas y gomas Michelin “all-season” (235/50 R18 V) o en 19 pulgadas suministradas por Continental (245/45Z R19 Y). En ambas versiones se diferencian también los discos de freno ventilados, que pasan de medir 316 mm a 345 en el eje delantero y de 315 a 339 en el trasero. La configuración all-season se puede combinar con la tracción total o trasera, mientras que la deportiva está siempre ligada a la tracción trasera. En cuanto a las transmisiones, el CTS Coupé incluye de serie un cambio manual de seis velocidades o como opción un automático (de convertidor de par) de seis marchas manejable mediante levas tras el volante.

Aunque Cadillac todavía no ha enseñado imágenes oficiales del interior, sí sabemos que entre el equipamiento que podrá equipar el CTS-Coupé de forma opcional destacan unos asientos deportivos Recaro, los mismos que ya podían incluirse en las versiones V de la marca y que pueden configurarse de 14 formas diferentes. Además hay un disco duro de 40 Gb, sistema de sonido Bose, cámara de visión trasera y acceso sin llave.







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26/10/2008 free counters

BMW ActiveHybrid 7 vs. Mercedes S 400 Hybrid: radicalmente diferentes


BMW ActiveHybrid 7 vs. Mercedes S 400 Hybrid: radicalmente diferentes  (Imagen: Michael Blumenstein)
  • Unos 20.000 euros y 2 litros a los 100 es lo que diferencian al Mercedes S 400 Hybrid del BMW ActiveHybrid 7.
  • La casa Mercedes antepone el ahorro al rendimiento y desarrolla un motor híbrido de seis cilindros.
  • BMW le da mucha importancia a la dinámica de conducción y secunda el motor eléctrico con un potente motor Turbo V8.


MICHAEL GEBHART. 04.12.2009 - 15.18 h

Aunque los dos hagan lo mismo, no quiere decir que sean iguales. Desde el verano de 2009 ya podemos admirar el Mercedes Clase E en su modelo híbrido, lo que le convierte en un coche más económico y ecológico. Por su parte, en la primavera de 2010, el Serie 7 de BMW también seguirá este mismo ejemplo. Ambos fabricantes han desarrollado la tecnología híbrida de forma conjunta, aunque el resultado en el ActiveHybrid 7 es muy diferente a lo que podemos observar en el S 400 Hybrid.

BMW ActiveHybrid 7 vs. Mercedes S 400 Hybrid

" title="BMW ActiveHybrid 7 vs. Mercedes S 400 Hybrid" style="margin: 8px; float: left;" width="250" border="0" height="167">En su aspecto exterior, ninguna de las dos limusinas híbridas se diferencia en absoluto de sus hermanos "normales". La técnica que esconden tiene su reflejo únicamente en las siglas: S 400 Hybrid en la saga del Mercedes y ActiveHybrid 7 en la del BMW. Los de Múnich van incluso un poco más allá, insertando la denominación del modelo en los montantes C y también en las molduras embellecedoras de las puertas.

El aspecto general de los vehículos comparte el mismo aire de elegancia y sobriedad, con una presencia que intimida. El equipo híbrido (es decir el motor eléctrico, la electrónica de dirección y, sobre todo, la batería de iones de litio más o menos del tamaño de un tostador) ha sido desarrollado conjuntamente por ambos fabricantes. Para poder realizar las pruebas a gusto, nos reunimos en Ulm, en terreno neutral y casi a mitad de camino entre Stuttgart y Múnich.

Radicalmente diferentes

BMW ActiveHybrid 7 vs. Mercedes S 400 Hybrid

" title="BMW ActiveHybrid 7 vs. Mercedes S 400 Hybrid" style="margin: 8px; float: right;" width="250" border="0" height="167">El producto que ambos fabricantes ponen en el mercado a partir de la misma tecnología no podría ser más diferente. El S 400 Hybrid y el ActiveHybrid 7 representan dos planteamientos completamente distintos. La casa Mercedes antepone el ahorro al rendimiento y desarrolla un motor híbrido de seis cilindros. Por el contrario, BMW le da mucha importancia a la dinámica de conducción y secunda el motor eléctrico con un potente motor Turbo V8.

De nuevo, en el apartado técnico resultan similares. Ambos ubican el motor eléctrico en la caja de transmisión, montado por tanto entre el motor de gasolina y el cambio automático con convertidor de par. Los de Stuttgart apuestan por la transmisión 7G-Tronic de siete velocidades de diseño propio, mientras que BMW monta el nuevo cambio automático de ocho velocidades comprado a ZF. Este cambio automático también podemos verlo en su buque insignia, el 760i, y en el nuevo Serie 5.

Aquí y allá

BMW ActiveHybrid 7 vs. Mercedes S 400 Hybrid

" title="BMW ActiveHybrid 7 vs. Mercedes S 400 Hybrid" style="margin: 8px; float: left;" width="250" border="0" height="167">Sin embargo, la primera diferencia la encontramos en el montaje de la batería. En el Clase S, este dispositivo de almacenamiento de 27 kilos de peso está alojado en el compartimento del motor y, por lo tanto, no resta espacio ni a los pasajeros ni al equipaje. BMW coloca la batería en el maletero, reduciendo así 40 litros de su volumen total y haciendo que el hecho de cargar este compartimento resulte poco práctico debido a la situación de la caja en el lado izquierdo.

Sin embargo, en Múnich están convencidos de que esta ubicación dentro del maletero, donde imperan temperaturas más bien constantes y, sobre todo, moderadas, resulta mucho mejor para la vida útil de la batería. En cambio, Mercedes debe esforzarse al máximo para conseguir que la batería mantenga su temperatura ideal (entre 18 y 25º) dentro de un compartimento que, en ocasiones, puede llegar a superar los 100º de temperatura. No debemos olvidar que tanto el calor como el frío pueden dañar la batería. No obstante, ambos fabricantes afirman, seguros de sí mismos, que las baterías están diseñadas para aguantar toda la vida útil del automóvil.

Dos circuitos eléctricos

BMW ActiveHybrid 7 vs. Mercedes S 400 Hybrid

" title="BMW ActiveHybrid 7 vs. Mercedes S 400 Hybrid" style="margin: 8px; float: right;" width="250" border="0" height="167">Junto con el circuito de alto voltaje del sistema híbrido –al que por cierto se ha incorporado también el nuevo compresor de aire acondicionado eléctrico que ahora también funciona cuando el motor no está en marcha– encontramos, como es habitual, el sistema eléctrico de a bordo convencional alimentado por una batería de 12 voltios. Ambos circuitos eléctricos se encuentran unidos entre sí en algún punto a través de un convertidor CC/CC. De esta manera, resulta posible cargar la batería del coche sin necesidad de tener que generar corriente adicional mediante un generador.

Al igual que en todos los vehículos híbridos, la corriente se genera sobre todo al frenar y en régimen de inercia, cuando el coche se desplaza a velocidad constante. En ese momento, el motor eléctrico funciona como un generador y alimenta la batería de iones de litio. En cambio, su labor como propulsor la desarrolla al arrancar el vehículo –éste sustituye al motor de arranque y lleva al motor de gasolina al ralentí–, al ponerse en marcha y al acelerar, mejorando así la potencia de este motor y, sobre todo, su par.

David contra Goliat

BMW ActiveHybrid 7 vs. Mercedes S 400 Hybrid

" title="BMW ActiveHybrid 7 vs. Mercedes S 400 Hybrid" style="margin: 8px; float: left;" width="250" border="0" height="167">Hablando de potencia, tal y como ya hemos dicho, BMW acopla el motor eléctrico al ya famoso motor de gasolina V8 del 750i que ha sido llevado hasta los 449 CV. Junto con el motor eléctrico de 15 kW y 210 Nm, el conjunto desarrolla una potencia combinada de 465 CV (352 kW) en total y un extraordinario par motor de 700 Nm.

Por el contrario, el S 400 Hybrid se muestra algo más moderado. El motor de 3 litros y 6 cilindros de inyección indirecta procedente del S 350 entrega 272 CV y 350 Nm. Al añadir el motor eléctrico, la potencia alcanza en torno a los 300 CV con una fuerza de 385 Nm, lo que significa 35 Nm más que sin el apoyo eléctrico (en total, aproximadamente sólo la mitad de potencia del BMW). El hecho de que todo esto se refleje en los rendimientos de estas “limusinas” de dos toneladas resulta obvio.

Respuesta

BMW ActiveHybrid 7 vs. Mercedes S 400 Hybrid

" title="BMW ActiveHybrid 7 vs. Mercedes S 400 Hybrid" style="margin: 8px; float: right;" width="250" border="0" height="167">Si damos credibilidad a los datos técnicos, el Clase S acelera de 0 a 100 km/h en 7,2 segundos, por lo que es casi 0,1 segundos más rápido que el S 350. El V8 híbrido que monta el ActiveHybrid 7 necesita sólo 4,9 segundos para alcanzar los 100 km/h, superando al 750i convencional en más de medio segundo. Y lo que es más, casi llega a alcanzar –se queda a 0,3 segundos– al buque insignia de la Serie 7, el 760i con un voluminoso motor de 12 cilindros y seis litros. En cuestión de prestigio se encuentra supeditado al V8, aunque este modelo superior no logra hacer sombra al motor híbrido del Serie 7 en lo que respecta a la suavidad de conducción y el arranque.

En este aspecto no puede competir el Clase S híbrido, ya que en conjunto resulta más pesado y lento. Lo que no significa que el S 400 híbrido no sea a todas luces suficiente. Además, la casa Mercedes parece darse por satisfecha – y con razón – con esta potencia, maximizando así el potencial de ahorro de su limusina de gama alta. En lugar de 10 litros (S 350), y siempre según el ciclo UE, el S 400 Hybrid consume únicamente 7,9 litros de gasolina a los 100. Un valor que sólo logran alcanzar los motores diésel y con el que BMW sólo puede soñar. Éste, con sus 9,4 litros, se sitúa incluso 0,5 litros por debajo del 740i de seis cilindros, claramente menos potente; justo 2 litros por debajo el 750i y unos sorprendentes 3,5 litros por debajo del 760i.

La mayor ventaja en la ciudad

BMW ActiveHybrid 7 vs. Mercedes S 400 Hybrid

" title="BMW ActiveHybrid 7 vs. Mercedes S 400 Hybrid" style="margin: 8px; float: left;" width="250" border="0" height="167">Hasta aquí la teoría, ya que en la práctica ninguno de los dos llegará a cumplir en muchos casos las especificaciones. Los sistemas híbridos desarrollan todo su potencial sobre todo en ciudad, donde se frena más a menudo, facilitando así la carga de la batería, y donde gracias a las múltiples paradas en semáforos la función Stop-Start (ambos lo tienen) repercute positivamente en el rendimiento del vehículo. Sin embargo, tanto el Serie 7 como el Clase S representan las clásicas limusinas para largas distancias que, aunque puedan beneficiarse del empuje extra del motor eléctrico a la hora de adelantar y acelerar, no nos ofrecen ninguna ventaja a la hora de "deslizarse" por las carreteras.

Con todo, durante la primera prueba con el ActiveHybrid 7, el ordenador de a bordo nos marcó un consumo medio de 10,5 litros realizando una conducción cómoda y ligera por carreteras convencionales. Sin embargo, nadie debe sorprenderse si, al echar el resto con el BMW híbrido en autopista, exigiendo para ello el máximo a la extraordinaria mecánica, el consumo sube al menos a los 14 litros. Por el contrario, el S 400 Hybrid ni siquiera incita al conductor a pisar a fondo, sino que más bien le anima a utilizar el control de velocidad, garantizando así los 10 litros de media. No obstante, aunque nuestra idea sea pisar el acelerador de este vehículo en autopista – nosotros realizados el trayecto de ida y vuelta Múnich-Fráncfort con el Clase S bastante rápido– tampoco conseguiremos llevar el consumo mucho más allá de los 11 litros.

Una cuestión de precio

BMW ActiveHybrid 7 vs. Mercedes S 400 Hybrid

" title="BMW ActiveHybrid 7 vs. Mercedes S 400 Hybrid" style="margin: 8px; float: right;" width="250" border="0" height="167">La decisión sobre cuál de los dos es el mejor concepto la tomará en última instancia el comprador. Atendiendo a su potencia, ambos resultan claramente económicos, pero si valoramos la totalidad del conjunto, en la práctica el Clase S le resta dos litros más al BMW. Sin embargo, aunque cuenta con una motorización suficiente, éste resulta mucho menos dinámico que el ActiveHybrid 7.

A quien no sepa decidirse entre diversión al volante y un consumo bajo, quizá le ayude el precio. Mercedes cobra un suplemento de 9.100 euros por el Hybrid, mientras que en el caso de BMW serán necesarios 14.300 euros más que para el 750i. Y, además, el precio básico de un motor de 6 cilindros se encuentra lógicamente muy por debajo del de un V8. Así, el S 400 Hybrid se puede adquirir a partir de 85.300 euros, mientras que el BMW comienza en la franja de los 105.900 euros.

Conclusión

BMW ActiveHybrid 7 vs. Mercedes S 400 Hybrid

" title="BMW ActiveHybrid 7 vs. Mercedes S 400 Hybrid" style="margin: 8px; float: left;" width="250" border="0" height="167">Unos 20.000 euros y 2 litros a los 100 es lo que diferencian al Mercedes S 400 Hybrid del BMW ActiveHybrid 7. Lo que el BMW le saca de ventaja al Mercedes es una buena dosis de dinámica de conducción y, con ello, también de diversión en la conducción.

No obstante, ambos conceptos tienen su justificación. BMW ve el mayor potencial de ventas para el Serie 7 híbrido en el mercado norteamericano, con capacidad para modelos V8, y ofrece un motor de 8 cilindros con el rendimiento de un V12 y el consumo de un 6 cilindros. Por el contrario, con el S400 Hybrid la casa Mercedes pretende dar servicio a una clientela más bien europea, comenzando casi desde cero y además ha logrado reducir aún más el consumo de un motor de 6 cilindros ya de por sí económico. Una cosa está clara: seguro que no transcurrirá mucho tiempo hasta ambos fabricantes nos presenten algún que otro sustituto de estos modelos aún más optimizados.

Por lo demás, ambos todavía tienen un gran reto ante sí: diseñar una limusina completamente híbrida que pueda moverse sólo con energía eléctrica. Esto es algo que no logra ninguno de los dos modelos, aunque sí el Lexus LS 600h (desde 2007), un vehículo que en términos de rendimiento, consumo y precio se sitúa entre Mercedes y BMW. Los fabricantes alemanes ya han dado un paso en esta dirección con sus respectivos SUV. Próximamente, los de Stuttgart lanzarán en el mercado norteamericano una variante completamente híbrida del ML 450. Por su parte, BMW dará luz verde al ActiveHybrid X6, modelo que probaremos próximamente.









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26/10/2008 free counters

20minutos.es suscribe el manifiesto 'En defensa de los derechos en Internet'


20minutos.es suscribe el manifiesto 'En defensa de los derechos en Internet'  (Imagen: Eneko / 20minutos.es)
20MINUTOS.ES. 02.12.2009 - 08.59 h

Viñeta de apoyo al Manifiesto en defensa de los derechos en Internet.Manifiesto 'En defensa de los derechos fundamentales en Internet'

Ante la inclusión en el Anteproyecto de Ley de Economía sostenible de modificaciones legislativas que afectan al libre ejercicio de las libertades de expresión, información y el derecho de acceso a la cultura a través de Internet, los periodistas, bloggers, usuarios, profesionales y creadores de Internet manifestamos nuestra firme oposición al proyecto, y declaramos que:

1.- Los derechos de autor no pueden situarse por encima de los derechos fundamentales de los ciudadanos, como el derecho a la privacidad, a la seguridad, a la presunción de inocencia, a la tutela judicial efectiva y a la libertad de expresión.

2.- La suspensión de derechos fundamentales es y debe seguir siendo competencia exclusiva del poder judicial. Ni un cierre sin sentencia. Este anteproyecto, en contra de lo establecido en el artículo 20.5 de la Constitución, pone en manos de un órgano no judicial -un organismo dependiente del ministerio de Cultura-, la potestad de impedir a los ciudadanos españoles el acceso a cualquier página web.

3.- La nueva legislación creará inseguridad jurídica en todo el sector tecnológico español, perjudicando uno de los pocos campos de desarrollo y futuro de nuestra economía, entorpeciendo la creación de empresas, introduciendo trabas a la libre competencia y ralentizando su proyección internacional.

4.- La nueva legislación propuesta amenaza a los nuevos creadores y entorpece la creación cultural. Con Internet y los sucesivos avances tecnológicos se ha democratizado extraordinariamente la creación y emisión de contenidos de todo tipo, que ya no provienen prevalentemente de las industrias culturales tradicionales, sino de multitud de fuentes diferentes.

5.- Los autores, como todos los trabajadores, tienen derecho a vivir de su trabajo con nuevas ideas creativas, modelos de negocio y actividades asociadas a sus creaciones. Intentar sostener con cambios legislativos a una industria obsoleta que no sabe adaptarse a este nuevo entorno no es ni justo ni realista. Si su modelo de negocio se basaba en el control de las copias de las obras y en Internet no es posible sin vulnerar derechos fundamentales, deberían buscar otro modelo.

6.- Consideramos que las industrias culturales necesitan para sobrevivir alternativas modernas, eficaces, creíbles y asequibles y que se adecuen a los nuevos usos sociales, en lugar de limitaciones tan desproporcionadas como ineficaces para el fin que dicen perseguir.

7.- Internet debe funcionar de forma libre y sin interferencias políticas auspiciadas por sectores que pretenden perpetuar obsoletos modelos de negocio e imposibilitar que el saber humano siga siendo libre.

8.- Exigimos que el Gobierno garantice por ley la neutralidad de la Red en España, ante cualquier presión que pueda producirse, como marco para el desarrollo de una economía sostenible y realista de cara al futuro.

9.- Proponemos una verdadera reforma del derecho de propiedad intelectual orientada a su fin: devolver a la sociedad el conocimiento, promover el dominio público y limitar los abusos de las entidades gestoras.

10.- En democracia las leyes y sus modificaciones deben aprobarse tras el oportuno debate público y habiendo consultado previamente a todas las partes implicadas. No es de recibo que se realicen cambios legislativos que afectan a derechos fundamentales en una ley no orgánica y que versa sobre otra materia.










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26/10/2008 free counters

Las prostitutas danesas ofrecerán sexo gratis a los delegados en la cumbre de Copenhague


Las prostitutas danesas ofrecerán sexo gratis a los delegados en la cumbre de Copenhague  (Imagen: REUTERS)
  • Una asociación de trabajadoras del sexo responden así a la petición del alcalde de la ciudad para que los hoteles vigilen la prostitución.
  • Acusan al regidor de discriminación y de abuso de posición.
  • Cumbre del clima: Molinos y gigantes en Dinamarca.



20MINUTOS.ES. 05.12.2009 - 15.47 h

El alcalde de Copenhague, Ritt Bjerregaard, ha enviado una carta a 160 hoteles de la ciudad pidiéndoles que no sean condescendientes con la prostitución durante la conferencia de la ONU sobre cambio climático que se celebra la próxima semana.

Las prostitutas danesas han respondido a esta misiva ofreciendo "sexo gratis" a cualquier delegado que presente su acreditación oficial, según informa la cadena de noticias estadounidense Fox.

Según el diario alemán Der Spiegel, la respuesta al alcalde ha sido canalizada por el SIO (Sex Workers Interest Group), que ha acusado al regidor de discriminación. "Ritt Bjerregaard está abusando de su posición para impedir que se lleve a cabo una actividad que es perfectamente legal".








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26/10/2008 free counters

¿Un nuevo blanco en el punto de mira de Hugo Chávez?: Las discotecas y pubs




¿Un nuevo blanco en el punto de mira de Hugo Chávez?: Las discotecas y pubs  (Imagen: EFE)
  • Chávez acusa a los locales nocturnos y a los expendedores ambulantes de licor de contribuir en el aumento de la delincuencia en el país.
  • "No se puede permitir la venta alegre de licores por todos lados", dice.

Desde grandes transnacionales petroleras hasta bancos han sucumbido al ojo regulador y nacionalizador del presidente venezolano, Hugo Chávez. Pero el viernes fijó un nuevo blanco para su Gobierno: las discotecas.

El líder izquierdista acusó a los locales nocturnos y a expendedores ambulantes de licor de contribuir en el aumento de la delincuencia que azota al país sudamericano. "Hay sitios que se han convertido en antros (...) ¿Quienes son los dueños? Vamos por ellos, compadre", afirmó durante un acto con la recién creada Policía Nacional.

El mandatario evocó su época de juventud y recordó algunos de sus sitios favoritos como "La hipotenusa"

El mandatario evocó su época de juventud y recordó algunos de sus sitios favoritos con variopintos nombres como "La Tapara", "La niña de la peineta rota" y "La hipotenusa". "Los dueños de esos antros vienen y traen la droga, la distribuyen (...) y hacen mucho dinero, seguramente destrozando vidas humanas", acotó.

Además sostuvo que existen camiones que venden cerveza de forma itinerante en los barrios pobres de Caracas, exigiendo que se les multe y si reinciden que se aplique una "intervención". "No se puede permitir la venta alegre de licores y todo por todos lados, como si eso fuera una chicha (bebida típica), un helado. Esos factores influyen mucho en la violencia", denunció.

La criminalidad es una de las mayores preocupaciones en el país de 28 millones de habitantes, donde cada semana son asesinadas decenas de personas.









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