[Valid Atom 1.0]

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Escalada da gripe A provoca ampliação de férias escolares


Decisão histórica vai alterar a rotina de mais de 1,5 milhão de estudantes

Letícia Duarte | leticia.duarte@zerohora.com.br

O avanço da epidemia de gripe A no Estado provocou uma decisão histórica, que vai alterar a rotina de mais de 1,5 milhão de estudantes. Para conter o avanço da doença, que contaminou 12 mil gaúchos, matou 21 e até a próxima semana deve saltar para 40 mil casos, as redes estadual e particular de ensino decidiram prorrogar o recesso escolar em duas semanas, até 17 de agosto.

Embora a eficácia da estratégia de emergência divida especialistas, 35 municípios e instituições de Ensino Superior, como a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Pontifícia Universidade Católica (PUCRS), também anunciaram que vão permanecer fechadas por mais tempo. A medida segue recomendação do comitê estadual de enfrentamento à gripe e acompanha o exemplo de Rio e São Paulo.

O secretário estadual da Saúde, Osmar Terra, afirma que a medida foi tomada porque o Estado é o foco de enfrentamento da gripe no país. O próprio secretário admite que não há como impedir a propagação.

– Qualquer medida que a gente tomar não vai alterar os números finais da gripe, mas isso pode alterar a velocidade do contágio, o que ajuda no controle e no atendimento – afirmou.

Horas depois da confirmação de que os estudantes estaduais ampliariam o recesso, o Sindicato do Ensino Privado (Sinepe/RS) decidiu recomendar o adiamento a seus associados. O Sinepe prevê que a adesão seja quase total, mas ressalta que a decisão final será tomada escola por escola. Segundo o presidente do Sindicato, Osvino Toillier, são estudadas alternativas para que as aulas perdidas sejam recuperadas.

Mesmo com a recomendação feita pelo comitê estadual, pelo menos 55 prefeituras já decidiram que vão manter o calendário original. Entre elas, a rede de Porto Alegre. Na avaliação da secretária municipal da Educação da Capital, Clecí Jurach, os prejuízos seriam maiores com a ampliação do recesso, porque a maioria dos 55 mil alunos tem na merenda escolar uma fonte importante de alimentação.

– Se os estudantes não receberem a merenda, ficarão enfraquecidos e mais vulneráveis – analisa.

O epidemiologista Jair Ferreira, do Hospital de Clínicas, considera válidos os esforços. Ele lembra que as crianças são disseminadoras do vírus, porque o período de transmissão é maior entre elas. Enquanto o tempo médio de contágio por um adulto infectado é de aproximadamente sete dias, crianças ficam até 14 dias com o vírus.

Exílio para fugir do contágio

Preocupadas com o risco de contágio com a gripe A, as amigas Fabiani Portella, 38 anos, e Marilene Cardoso, 42 anos, de Porto Alegre, decidiram não esperar pela decisão das escolas. Elas viajaram mais de 200 quilômetros em busca de refúgio e proteção para a família. Depois de retirar os filhos das aulas na Educação Infantil, decidiram se abrigar em uma fazenda em Soledade para escapar da contaminação. Longe da aglomeração dos shoppings, o grupo se diverte desde terça-feira recuperando antigas tradições, como contar histórias ao redor da fogueira e andar de balanço.

– Em vez de ficar só em casa fechado, a gente resolveu vir para cá para eles poderem ficar ao ar livre – conta Fabiani, que é psicopedagoga e mãe de Ana Laura, dois anos.

A situação em cada rede
REDE ESTADUAL
- O retorno dos 1,2 milhão de alunos das 2,6 mil escolas estaduais, inicialmente programado para o dia 3, foi prorrogado para o dia 17
REDES MUNICIPAIS
- Pelo menos 37 municípios já confirmaram que vão prolongar o recesso escolar em sua rede para combater a gripe A. Segundo levantamento divulgado ontem pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), outros 17 municípios ainda estudam se vão ou não aderir à prorrogação e 55 municípios decidiram manter o calendário regular – a maioria dos 496 municípios ainda não respondeu ao questionário.
- Os municípios que aderiram: Alto Alegre, Barros Cassal, Cachoeira do Sul, Campos Borges, Colinas, Coronel Pilar, Cruz Alta, Dom Pedrito, Ernestina, Espumoso, Estância Velha, Esteio, Estrela, Farroupilha, Fontoura Xavier, Gramado Xavier, Gravataí Ibirapuitã, Itapuca, Manoel Viana, Mata, Mormaço, Paraí, Pinhal da Serra, Saldanha Marinho, Santa Bárbara do Sul, Santa Maria, Santa Vitória do Palmar, São Borja, São José do Herval, São José do Norte, São Vendelino, Serafina Corrêa, Soledade, Tio Hugo, Uruguaiana, Vacaria
REDE PARTICULAR
- O Sindicato do Ensino Privado (Sinepe/RS) decidiu recomendar a prorrogação do recesso escolar nas escolas particulares do Rio Grande do Sul para 17 de agosto, mas a decisão final sobre a data de volta às aulas será tomada por cada um dos estabelecimentos. Instituições como o Colégio Anchieta e Israelita, da Capital, aderiram à recomendação
UNIVERSIDADES
- A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Pontifícia Universidade Católica anunciaram ontem que o retorno das aulas será adiado para o dia 17. A Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões também prorrogou as aulas, para o dia 10 de agosto
ZERO HORA

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Gripe en Brasil obliga a aplazar regreso a clases para 9 millones


The Associated Press

Más de nueve millones de estudiantes brasileños se verán impedidos de regresar a clases debido al temor de que el brote de gripe porcina se agrave, se informó oficialmente el miércoles.

Las autoridades en tres estados y el distrito federal extendieron el periodo de vacaciones escolares, en un esfuerzo por contener el contagio de la enfermedad en la nación más grande de América Latina.

Los gobiernos de los estados de Sao Paulo, Río de Janeiro, Río Grande do Sul y la capital del país, Brasilia, dijeron que postergaron el retorno de los estudiantes en dos semanas para tratar de impedir que aumente el número de casos.

El ministerio de Salud dijo que 56 (60)personas han muerto en Brasil por el virus H1N1 de la influenza. Hasta el miércoles había un total de 1.566 casos confirmados.

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Quebec recupera suínos com H1N1





Um caso isolado da cepa do vírus A (H1N1) foi confirmado em um rebanho de suínos em Quebec, no Canadá. O rebanho, desde então, foi tratado e já está completamente recuperado.



Nenhum caso humano foi relacionado à situação.

Um comunicado à imprensa, emitido apenas em francês pelo Ministério da Agricultura, Alimentação e Pesca (Mapaq, sigla em inglês), declarou que o vírus foi detectado na última sexta-feira (24/07), no laboratório do Centro Nacional de Controle de Doenças Animais, em Winnipeg, no Canadá.

Caso único - O Mapaq enfatizou, no início da semana, que nenhum outro caso de contaminação em criações de suínos foi detectada. Não há pessoas relacionadas ao caso e não se sabe como os animais contraíram a gripe. Ainda nesta semana, a Agência de Inspeção Alimentar (CFIA) declarou que não deixará os suínos contaminados em quarentena.

O Ministério anunciou que estará mais atento sobre alertas do foco em Quebec.

Patologia - O ministro das patologias, Dr. Alain Laperle, em entrevista ao jornal agrícola de Quebec "La Terre Chez Nous", afirmou que nenhum agricultor, membro de suas famílias, ou visitantes apresentaram sintomas do vírus H1N1. Ele também disse que os sinais clínicos da gripe A foi detectado no rebanho no final de junho.

Laperle disse que, apesar do vetor transmissor da doença ainda seja desconhecido, a hipótese mais provável é que tenha sido transminitdo por humanos.

* Tradução Suinocultura Industrial

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Pregnant women front of line for swine flu vaccine


By MIKE STOBBE
,
AP
posted: 2 HOURS 4 MINUTES AGO

ATLANTA -Pregnant women, health care workers and children six months and older should be placed at the front of the line for swine flu vaccinations this fall, a government panel recommended Wednesday.
The panel also said those first vaccinated should include parents and other caregivers of infants; non-elderly adults who have high-risk medical conditions; and young adults ages 19 to 24.
The Advisory Committee on Immunization Practices voted to set vaccination priorities for those groups Wednesday during a meeting in Atlanta. The panel's recommendations are usually adopted by federal health officials.
The recommendations are designed to address potential limits in vaccine availability this fall if there is heavy demand and limited supplies.
The government estimates that about 120 million swine flu vaccine doses will be available to the public by late October. Roughly 160 million people are in the priority groups considered most vulnerable to infection or most at risk for severe disease.
Although the number recommended to get doses exceeds the projected supply, health officials don't think everyone will run out and get vaccinated. Traditionally, less than half of the people recommended to get seasonal flu shots get them. Only about 15 percent of pregnant women get seasonal flu vaccinations.
If there is ample vaccine, vaccinations also would be recommended for all non-elderly adults, the panel also voted. And if there's still plenty of vaccine, the swine flu shots and spray doses should be offered to people 65 and older. Fewer illnesses have been reported in the elderly, who appear to have higher levels of immunity to the virus, health experts say.
However, the elderly should be pushed to get shots against seasonal flu, which is a significant health risk to older adults.
Panel members say they hope swine flu vaccinations will be opened up quickly. "The only sin is vaccine left in the refrigerator," said Dr. William Schaffner, a Vanderbilt University flu expert, in a comment to the panel.
The panel also said if vaccine is scarce, the government could require that a much tighter group be at the front of the vaccination line, numbering about 40 million. That would include pregnant women and household contacts of small children, just like in the general priority recommendation. But the others would be children ages 6 months through 4 years, children with chronic medical conditions and only health care and emergency services workers who have direct contact with patients.
It's a worst-case scenario that officials aren't expecting, but they wanted to have a plan for it just in case, said officials with the U.S. Centers for Disease Control and Prevention, the federal agency that reviews the panel's recommendations.
The range of recommendations reflects how hard it is to plan for swine flu, officials said. Some health officials have compared the exercise to predicting a hurricane. The storm — or virus — is itself unpredictable; it could grow more dangerous or suddenly weaken. The availability of lifesaving supplies or vaccine can also affect survival.
"It's better to prepare and have the storm fizzle than to be sitting there with no way off the island when the tsunami rolls in," said Kristine Sheedy, a CDC communications specialist.
Variables with the swine flu virus can range from whether it mutates into a form that is more deadly, spreads more efficiently, or is better at fighting off current antiviral medications.
Variables with the vaccine include potential production problems. Production of the vaccine will be a prodigious feat: The government has already purchased 195 million doses for the coming fall and winter, which far eclipses the 125 million or so doses generally produced for seasonal flu vaccine.
Four vaccine manufacturers are wrapping up seasonal flu vaccine production and have begun production of swine flu vaccine. But another company, Sanofi Pasteur, has been more delayed and may not finish seasonal vaccine production until September, a company spokeswoman said. Sanofi is among the largest producers of flu vaccine, so those delays could have a significant ripple effect.
Packaging, distribution and other steps can take a month or more. For those reasons, the government's best guess at the moment is 40 million doses will be available in September and 120 million by around mid-October.
Health officials are pushing for the work to done quickly. There are also clinical trials taking place over the next few months to check the vaccine's safety and effectiveness, but it's possible the government will begin a public vaccination campaign before that work is complete, said Dr. Anne Schuchat, who oversees the CDC's flu vaccination programs.
Why the rush? Vaccines work when given to a patient before they're exposed to the vaccine-targeting virus, and cases may explode not long after kids get back in school, CDC officials said.
Another reason for not waiting for testing data: Health officials are thinking of the swine flu vaccine as a variation of seasonal flu vaccine, which comes out annually and does not undergo the kind of safety and effectiveness testing that new drugs and other new vaccines do.
First identified in April, swine flu has likely infected more than 1 million Americans, the CDC believes, with many of those suffering mild cases never reported. There have been 302 deaths and nearly 44,000 laboratory-identified cases, according to CDC numbers released last week.
It's not clear whether the virus in its current form is much worse than seasonal flu in terms of overall threat to the U.S. population, but it is causing more severe illness in some younger adults and children. It has a dangerous genetic characteristic that allows it to infect the lower lungs, whereas seasonal flu tends to infect the upper respiratory tract, CDC officials said.
Copyright 2009 The Associated Press. All rights reserved. This material may not be published, broadcast, rewritten or redistributed.
2009-07-30 00:13:58

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

New Ferrari revealed













Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

RS confirma mais duas mortes e vítimas no Brasil chegam a 60


Uma mulher portadora de síndrome de down e um auxiliar de escritório morreram em Passo Fundo de gripe suína

Da Redação, com agências

A Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul informa que nesta quarta-feira (29) foram confirmados mais duas mortes, em Passo Fundo, por gripe A (H1N1). As vítimas são uma mulher de 28 anos, portadora de síndrome de down, e um homem de 42 anos, auxiliar de escritório. Ele não tinha nenhuma doença preexistente. As mortes aconteceram no dia 22 de julho, no Hospital São Vicente de Paulo.

>> Como diferenciar a gripe comum da gripe suína
>> Como se prevenir das doenças de inverno
>> Como evitar que as crianças contraiam H1N1 nas escolas

A prefeitura de São Caetano do Sul havia confirmado nesta quarta-feira (29) o primeiro caso de morte pela doença no município. Campinas também anunciou mais cedo a morte de uma mulher de 48 anos que estava internada desde o dia 22 e morreu na segunda-feira.

Volta às aulas
Para tentar frear a disseminação do vírus entre alunos e professores, o reinício das aulas de cerca de 11 milhões de alunos foi adiado em três estados brasileiros, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, e no Distrito Federal.

No Rio, as aulas só serão retomadas no dia 10 de agosto. O retorno estava programado para a próxima segunda-feira (3). A decisão, que afeta 1,5 milhão de alunos, será reavaliada no dia 5 de agosto pelas autoridades do setor.

Na capital fluminense, as férias também foram prorrogadas até o dia 10 de agosto para cerca de 705 mil alunos da rede municipal.

Nos últimos dias, três grávidas morreram no Rio com suspeita de terem contraído o vírus H1N1.

"Estamos tentando entender por que a gripe evolui mais rapidamente nas grávidas e adultos jovens", disse o secretário Estadual de Saúde, Sérgio Cortes, que recomendou às gestantes que procurem atendimento urgente em caso de sintomas da nova gripe. A nova doença já fez ao menos cinco vítimas fatais no Estado.

No Rio Grande do Sul, o recesso foi estendido até dia 17 de agosto. O retorno de 1,2 milhão de alunos estava programado para o dia 3.

"Sabemos que postergação do recesso não vai influenciar na diminuição significativa do número de casos, mas vai retardar a velocidade da transmissão", afirmou o secretário de Saúde gaúcho, Osmar Terra, em comunicado.

O Estado teve até o momento 22 mortes pela nova doença.

O governo do Distrito Federal também adiou a volta às aulas de 500 mil alunos para 3 de agosto.

Na terça-feira (28), o governo de São Paulo já havia adiado o reinício das aulas para cerca de 5,5 milhões de estudantes da rede estadual, mesma medida adotada pela prefeitura da capital, afetando outros 1,1 milhão de alunos.

Outras cidades paulistas afetadas pela doença já haviam decidido pelo adiamento do retorno às aulas.
As universidades estaduais paulistas USP, Unesp e Unicamp também prorrogaram as férias para aproximadamente 100 mil estudantes.

São Paulo é o Estado com maior número de vítimas pela doença, com 29 mortes.
O Paraná, com quatro mortes, e a Paraíba, com uma vítima, não fizeram restrições para o reinício do semestre letivo até o momento.

O Ministério da Saúde recomendou aos alunos com sintomas de gripe que evitem retornar às aulas até estarem totalmente recuperados.

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Michael Jackson chef speaks of King of Pop's last moments


Michael Jackson's personal chef said that on the day he died, she knew something was amiss when his doctor failed to come downstairs to fetch breakfast for the King of Pop.

Michael Jackson chef speaks of King of Pop's last moments
In the morning, when she arrived for work, Kai Chase said she would see the doctor coming down the steps carrying oxygen tanks Photo: AP

Kai Chase, a professionally trained chef hired by Jackson to maintain a healthy food regimen, recalled the singer's final days in an interview with The Associated Press.

She also spoke about the role of his personal physician, Dr Conrad Murray, who is now the focus of a manslaughter investigation.

Chase said on Tuesday that she had grown used to seeing Dr Murray coming and going from the mansion. The doctor usually arrived about 9 or 9:30 pm and would go upstairs to Jackson's room. She said she would not see the doctor again before she left - sometimes late in the evening - but understood he was staying the night.

In the morning, when she arrived for work, Miss Chase said she would see the doctor coming down the steps carrying oxygen tanks. When Dr Murray did not come downstairs on the morning of June 25, "I thought maybe Mr. Jackson is sleeping late," Miss Chase said.

"I started preparing the lunch and then I looked at my cell phone and it was noon. About 12:05 or 12:10 Dr. Murray runs down the steps and screams, 'Go get Prince!' He's screaming very loud. I run into the den where the kids are playing. Prince (Jackson's oldest son) runs to meet Dr Murray and from that point on you could feel the energy in the house change.

"I walked into the hall and I saw the children there. The daughter was crying. I saw paramedics running up the stairs."

At that point, Miss Chase said, the small group that was gathered - the children, their nanny, a housekeeper and Miss Chase - held hands and began to pray. As paramedics raced up to the room, Miss Chase recalled, "We were all praying, 'Help Mr Jackson be OK.'

"Then everyone was very quiet."

At about 1.30 pm she said security guards told her and other staff to leave the property because "Mr. Jackson was being taken to the hospital."

When she came outside, she said, ambulances were in the courtyard and a crowd had gathered.

Miss Chase, 37, who has cooked for other celebrities and comes from a show-business family, was hired by Jackson in March, let go in May, then returned on June 2. She said the pop star's focus was on fresh, healthy food for him and the children.

She said she prepared meals for the family and occasionally for Dr Murray. She said Jackson was in training for his upcoming shows in London and told her: "You have to take care of me."

On most days, she said, Dr Murray would bring Jackson the special fruit juice drinks Miss Chase prepared for him, followed by granola with almond milk. For lunch, Jackson would eat with the children from a menu that included such things as spinach salad and chicken.

Dr Murray sometimes joined them for dinner, which might have been a seared ahi tuna. She said the doctor conferred with her about the 50-year-old pop singer's food and made sure that he ate.

The only oddity was the oxygen tanks. Miss Chase said she never asked about the purpose of the oxygen and she saw no sign that Jackson was on drugs or was in failing health.

"Normally in the morning, he would bring oxygen tanks from upstairs downstairs, one in each hand," she said.

Authorities searched Dr Murray's Las Vegas home and medical office on Tuesday as part of an investigation that included raids last week of his clinic and storage in Houston.

With toxicology reports pending, investigators are working under the theory that the powerful anaesthetic propofol caused Jackson's heart to stop, a law enforcement official told The Associated Press. Dr Murray told investigators he regularly administered the drug to help Jackson sleep, and had done so sometime in the early morning of June 25, according to the official, who spoke on condition of anonymity because the investigation is ongoing.

Propofol is supposed to be administered only in monitored medical settings by trained personnel; the official told AP that Dr Murray left the bedroom and returned to find the star unresponsive. Police have said Dr Murray is cooperating and have not labeled him a suspect, and his lawyer, Edward Chernoff, has said the doctor "didn't prescribe or administer anything that should have killed Michael Jackson."

Like Dr Murray, Miss Chase said she was hired to accompany Jackson to London for his comeback concerts and the request was personally made to her by his 12-year-old son, Prince Michael II.

"Prince said, 'Daddy wants me to tell you he wants you to go to London with us,"' she recalled. "I said, 'Tell your daddy that I'm pleased and honoured."

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

quarta-feira, 29 de julho de 2009

MORREU


MEU PRIMO

RICARDO,

EM CURITIBA


Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Saúde confirma surto da nova gripe em Ribeirão Preto, no interior de SP


Plantão | Publicada em 27/07/2009 às 21h25m

EPTV

SÃO PAULO - A Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão Preto, a 319 quilômetros de São Paulo, confirmou nesta segunda-feira cinco casos de gripe suína registrados em uma entidade assistencial da cidade. O surto é caracterizado quando são registrados três ou mais casos da doença em um ambiente fechado, em um intervalo de até cinco dias. Há em andamento duas outras investigações de surto de gripe suína na cidade, em uma entidade para idosos e em uma empresa.

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters

Brasil já tem 45 mortes por gripe suína


Publicada em 27/07/2009 às 18h20m

O Globo; ClicRBS

Fila de atendimento para pacientes com suspeita de gripe suína no Hospital Miguel Couto, no RJ - Berg Silva/Agência o Globo

SÃO PAULO - Mais sete mortes por gripe suína foram confirmadas nesta segunda-feira no Brasil. Foram quatro casos em São Paulo e três no Paraná, todos em Curitiba. Nem todos as vítimas tinham problemas de saúde que pudessem contribuir para o agravamento da doença. Com esses casos, o número de mortos no país sobe para 45. São 20 casos em São Paulo, 16 no Rio Grande do Sul, cinco no Rio e quatro no Paraná.

Segundo a secretaria de Saúde do Paraná, três homens morreram na semana passada na Região Metropolitana de Curitiba com o diagnóstico da nova gripe. Nenhum deles tinha uma doença pré-existente. O primeiro a morrer, em 19 de julho, foi um rapaz de 24 anos. No dia 21 morreu um homem de 31 anos e no dia 22 um outro homem de 34 anos. Foi a quarta morte no estado. No dia 14, uma mulher adulta faleceu em Jacarezinho, no norte do estado. O Paraná tem 86 casos confirmados de gripe A. A partir desta segunda-feira, o Laboratório Central do Estado começa a realizar os exames, que até agora eram feitos apenas pelos institutos Adolfo Lutz, em São Paulo, Fiocruz, no Rio, e Evandro Chagas, em Belém.

Em São Paulo, foram confirmadas duas mortes em São Carlos e Mogi Guaçu, no interior. Osasco, na Grande São Paulo, registrou mais dois casos fatais. Uma mulher de 32 anos morreu de gripe A neste domingo em São Carlos, a 229 quilômetros da capital. Segundo a secretaria municipal de Saúde, ela sentiu os primeiros sintomas no dia 15 de julho e procurou atendimento médico cinco dias depois. A mulher foi encaminhada para a Santa Casa de São Carlos e, em seguida, transferida para o Hospital de Américo Brasiliense, que concentra os atendimentos de gripe suína na região. A paciente morreu neste domingo, dia 20, com pneumonia. Segundo a Secretaria de Saúde, ela não teve contato com nenhuma pessoa que tenha viajado para outros países.

A secretaria municipal de Saúde de Mogi-Guaçu, cidade a 164 km da capital paulista, informou nesta segunda-feira que um homem de 58 anos morreu vítima de gripe suína no município. O homem morava no município e fez uma viagem ao Chile. A vítima também morreu neste domingo. Segundo a secretaria, o homem foi internado no último dia 16 de julho com pneumonia, que evoluiu para insuficiência respiratória.

Em Osasco, a secretaria municipal confirmou mais duas mortes. Um mulher de 57 anos e um homem de 37 morreram no dia 19. Os dois pacientes estavam sendo atendidos na rede municipal de saúde. Segundo a secretaria, a contaminação pelo vírus foi confirmada após a morte e os dois pacientes apresentavam fatores que contribuíram para o agravamento dos casos. Os familiares e pessoas que tiveram contato com as duas vítimas estão sendo monitorados pela Coordenação de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde e passam bem.

Com esses dois casos, a cidade soma 5 óbitos por gripe suína até agora. Incluindo os cinco mortos, Osasco tem 28 casos confirmados da doença e 34 em monitoramento. A Prefeitura de Osasco instalou três barracas do Exército em hospitais para o atendimento aos suspeitos. Elas funcionam diariamente, das 7 às 19 horas, no Hospital Municipal Central Antônio Giglio e nos Pronto-Socorros do Jardim Santo Antônio e Helena Maria - as três unidades de maior movimento na rede municipal. Nessas tendas acontece o atendimento exclusivo de pessoas com sintomas da gripe, evitando seu contato com pessoas que procuram as unidades por outros motivos.

Também como forma de prevenção, a volta às aulas na rede municipal de educação, que aconteceria no dia 27 de junho, foi adiada para a próxima segunda-feira, dia 3 de agosto. A prefeitura de Osasco colocou à disposição da população o telefone 08007744644, com ligação gratuita, para esclarecimentos de dúvidas sobre a doença. Por causa do avanço da nova gripe, os alunos da rede municipal em Campinas, Valinhos, Vinhedo, Hortolândia e Mogi Mirim também só voltam às salas de aula na próxima segunda-feira.

O Serviço Social da Indústria (Sesi) foi a primeira escola no Estado de São Paulo a adiar a volta às aulas por causa do avanço da nova gripe. As férias do meio de ano deveriam terminar em 28 de julho (terça-feira). No entanto, foram prorrogadas por uma semana. Os alunos retornam à escola em 4 de agosto. Em todo o Estado, a rede tem 215 unidades e atende 150 mil alunos. Na Grande São Paulo, Osasco e Diadema as aulas foram adiadas para 3 de agosto devido à confirmação de quatro mortes nas regiões.

A prefeitura de Campinas confirmou nesta segunda-feira o primeiro surto da nova gripe na cidade, a 94 quilômetros da capital paulista. Três funcionários de uma creche contraíram a doença, segundo exames, e o local será fechado por 15 dias por determinação da Secretaria Municipal de Saúde. A creche estava sob investigação, com suspeita de surto. Funcionários já haviam sido afastados.

Além dos infectados pelo vírus H1N1, as pessoas com sintomas serão encaminhadas para tratamento, independente da confirmação da gripe. Uma reunião para passar orientações aos pais está prevista para terça-feira. A creche atende crianças até 3 anos, que não têm autonomia para observar as recomendações de higiene. Além das cinco mortes pela nova gripe na região, Campinas tem 71 casos da nova gripe. Somente nesta segunda foram confirmados 13.

Rio Grande do Sul

O Rio Grande do Sul tem 101 pessoas internadas em UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) devido à gripe suína, informou na noite deste domingo o secretário Estadual da Saúde, Osmar Terra. Com as cinco mortes confirmadas neste domingo, o estado soma 16 óbitos. De acordo com números da secretaria, o Rio Grande do Sul tem pelo menos dez mil casos da doença, vivendo uma epidemia de gripe suína.

Apesar das novas mortes, o secretário insiste em afirmar que a doença é menos letal do que gripe comum. De acordo com Terra, 99% dos casos não necessitam de internação, mas quando ela é necessária, a doença apresenta evolução rápida para um nível mais grave. Por isso, o Estado irá investir na ampliação de leitos de UTIs com respiradores. Dos 392 pacientes internados atualmente em hospitais do Estado, 101 estão em UTIs.

Leia também: Gripe suína estica férias de 333 mil em São Paulo

Com verba do governo federal e do caixa do Estado, a Secretaria de Saúde pagará aos hospitais para montar mais unidades de tratamento. O secretário também se reuniu neste domingo com dirigentes dos hospitais de Porto Alegre para acertar o aumento dos leitos e a postergação de cirurgias eletivas, dando preferência ao tratamento da gripe. Os postos de saúde também ficarão abertos até mais tarde.

Entre as mortes anunciadas neste domingo, estão duas gestantes residentes em Passo Fundo: uma delas, que trabalhava como auxiliar de frigorífico e tinha 31 anos, morreu no dia 16. A outra, uma técnica em enfermagem, de 25 anos, morreu no último dia 20. Os bebês não puderam ser salvos devido ao período de gestação. No último sábado havia sido anunciada a morte do calçadista Eder Curvello Roth, 20 anos, depois de ficar 13 dias internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), no Hospital Montenegro. Com isso, sobe para 16 o número de vítimas fatais pela doença no RS e, para 38, no Brasil.

Leia também: Quatro escolas de Curitiba adiam volta às aulas

Completam a lista divulgada pela secretaria de Saúde neste domingo um marceneiro de 33 anos, morador de Caxias do Sul - morto dia 16 -, e uma uruguaianense aposentada de 63 anos, cujo óbito consta no dia 18. Destes quatro novos casos, apenas o caxiense e a idosa sofriam de doenças chamadas secundárias: ele tinha cardiopatia, e ela diabetes.

Segundo Terra, nenhuma das novas vítimas teve contato com viajantes ou pessoas de fora do país. O estado ainda aguarda o laudo de 15 casos suspeitos. Segundo Terra, não há previsão da chegada destes exames.

Roth procurou ajuda médica pela primeira vez no dia 11 de julho, no Hospital Sagrada Família, na cidade gaúcha de São Sebastião do Caí, onde morava. Segundo o secretário municipal de Saúde, Fernando Cofferri, o jovem buscou atendimento depois de passar 10 dias sofrendo com tonturas, mas não apresentava outros sintomas. Ele foi medicado e liberado sob a orientação de retornar para a unidade caso os sintomas se agravassem.

No dia seguinte, voltou ao hospital com febre alta, dor de garganta e falta de ar. O quadro se agravou e os médicos resolveram transferi-lo para o Hospital Montenegro, onde foi direto para a UTI. Ele passou a respirar com a ajuda de aparelhos e, no dia 17, veio a confirmação de que ele estava com a nova gripe.

Leia mais: Veja a cronologia das mortes por gripe suína no Brasil

Sphere: Related Content
26/10/2008 free counters