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quinta-feira, 30 de julho de 2009

RS confirma mais duas mortes e vítimas no Brasil chegam a 60


Uma mulher portadora de síndrome de down e um auxiliar de escritório morreram em Passo Fundo de gripe suína

Da Redação, com agências

A Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul informa que nesta quarta-feira (29) foram confirmados mais duas mortes, em Passo Fundo, por gripe A (H1N1). As vítimas são uma mulher de 28 anos, portadora de síndrome de down, e um homem de 42 anos, auxiliar de escritório. Ele não tinha nenhuma doença preexistente. As mortes aconteceram no dia 22 de julho, no Hospital São Vicente de Paulo.

>> Como diferenciar a gripe comum da gripe suína
>> Como se prevenir das doenças de inverno
>> Como evitar que as crianças contraiam H1N1 nas escolas

A prefeitura de São Caetano do Sul havia confirmado nesta quarta-feira (29) o primeiro caso de morte pela doença no município. Campinas também anunciou mais cedo a morte de uma mulher de 48 anos que estava internada desde o dia 22 e morreu na segunda-feira.

Volta às aulas
Para tentar frear a disseminação do vírus entre alunos e professores, o reinício das aulas de cerca de 11 milhões de alunos foi adiado em três estados brasileiros, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, e no Distrito Federal.

No Rio, as aulas só serão retomadas no dia 10 de agosto. O retorno estava programado para a próxima segunda-feira (3). A decisão, que afeta 1,5 milhão de alunos, será reavaliada no dia 5 de agosto pelas autoridades do setor.

Na capital fluminense, as férias também foram prorrogadas até o dia 10 de agosto para cerca de 705 mil alunos da rede municipal.

Nos últimos dias, três grávidas morreram no Rio com suspeita de terem contraído o vírus H1N1.

"Estamos tentando entender por que a gripe evolui mais rapidamente nas grávidas e adultos jovens", disse o secretário Estadual de Saúde, Sérgio Cortes, que recomendou às gestantes que procurem atendimento urgente em caso de sintomas da nova gripe. A nova doença já fez ao menos cinco vítimas fatais no Estado.

No Rio Grande do Sul, o recesso foi estendido até dia 17 de agosto. O retorno de 1,2 milhão de alunos estava programado para o dia 3.

"Sabemos que postergação do recesso não vai influenciar na diminuição significativa do número de casos, mas vai retardar a velocidade da transmissão", afirmou o secretário de Saúde gaúcho, Osmar Terra, em comunicado.

O Estado teve até o momento 22 mortes pela nova doença.

O governo do Distrito Federal também adiou a volta às aulas de 500 mil alunos para 3 de agosto.

Na terça-feira (28), o governo de São Paulo já havia adiado o reinício das aulas para cerca de 5,5 milhões de estudantes da rede estadual, mesma medida adotada pela prefeitura da capital, afetando outros 1,1 milhão de alunos.

Outras cidades paulistas afetadas pela doença já haviam decidido pelo adiamento do retorno às aulas.
As universidades estaduais paulistas USP, Unesp e Unicamp também prorrogaram as férias para aproximadamente 100 mil estudantes.

São Paulo é o Estado com maior número de vítimas pela doença, com 29 mortes.
O Paraná, com quatro mortes, e a Paraíba, com uma vítima, não fizeram restrições para o reinício do semestre letivo até o momento.

O Ministério da Saúde recomendou aos alunos com sintomas de gripe que evitem retornar às aulas até estarem totalmente recuperados.

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26/10/2008 free counters

Michael Jackson chef speaks of King of Pop's last moments


Michael Jackson's personal chef said that on the day he died, she knew something was amiss when his doctor failed to come downstairs to fetch breakfast for the King of Pop.

Michael Jackson chef speaks of King of Pop's last moments
In the morning, when she arrived for work, Kai Chase said she would see the doctor coming down the steps carrying oxygen tanks Photo: AP

Kai Chase, a professionally trained chef hired by Jackson to maintain a healthy food regimen, recalled the singer's final days in an interview with The Associated Press.

She also spoke about the role of his personal physician, Dr Conrad Murray, who is now the focus of a manslaughter investigation.

Chase said on Tuesday that she had grown used to seeing Dr Murray coming and going from the mansion. The doctor usually arrived about 9 or 9:30 pm and would go upstairs to Jackson's room. She said she would not see the doctor again before she left - sometimes late in the evening - but understood he was staying the night.

In the morning, when she arrived for work, Miss Chase said she would see the doctor coming down the steps carrying oxygen tanks. When Dr Murray did not come downstairs on the morning of June 25, "I thought maybe Mr. Jackson is sleeping late," Miss Chase said.

"I started preparing the lunch and then I looked at my cell phone and it was noon. About 12:05 or 12:10 Dr. Murray runs down the steps and screams, 'Go get Prince!' He's screaming very loud. I run into the den where the kids are playing. Prince (Jackson's oldest son) runs to meet Dr Murray and from that point on you could feel the energy in the house change.

"I walked into the hall and I saw the children there. The daughter was crying. I saw paramedics running up the stairs."

At that point, Miss Chase said, the small group that was gathered - the children, their nanny, a housekeeper and Miss Chase - held hands and began to pray. As paramedics raced up to the room, Miss Chase recalled, "We were all praying, 'Help Mr Jackson be OK.'

"Then everyone was very quiet."

At about 1.30 pm she said security guards told her and other staff to leave the property because "Mr. Jackson was being taken to the hospital."

When she came outside, she said, ambulances were in the courtyard and a crowd had gathered.

Miss Chase, 37, who has cooked for other celebrities and comes from a show-business family, was hired by Jackson in March, let go in May, then returned on June 2. She said the pop star's focus was on fresh, healthy food for him and the children.

She said she prepared meals for the family and occasionally for Dr Murray. She said Jackson was in training for his upcoming shows in London and told her: "You have to take care of me."

On most days, she said, Dr Murray would bring Jackson the special fruit juice drinks Miss Chase prepared for him, followed by granola with almond milk. For lunch, Jackson would eat with the children from a menu that included such things as spinach salad and chicken.

Dr Murray sometimes joined them for dinner, which might have been a seared ahi tuna. She said the doctor conferred with her about the 50-year-old pop singer's food and made sure that he ate.

The only oddity was the oxygen tanks. Miss Chase said she never asked about the purpose of the oxygen and she saw no sign that Jackson was on drugs or was in failing health.

"Normally in the morning, he would bring oxygen tanks from upstairs downstairs, one in each hand," she said.

Authorities searched Dr Murray's Las Vegas home and medical office on Tuesday as part of an investigation that included raids last week of his clinic and storage in Houston.

With toxicology reports pending, investigators are working under the theory that the powerful anaesthetic propofol caused Jackson's heart to stop, a law enforcement official told The Associated Press. Dr Murray told investigators he regularly administered the drug to help Jackson sleep, and had done so sometime in the early morning of June 25, according to the official, who spoke on condition of anonymity because the investigation is ongoing.

Propofol is supposed to be administered only in monitored medical settings by trained personnel; the official told AP that Dr Murray left the bedroom and returned to find the star unresponsive. Police have said Dr Murray is cooperating and have not labeled him a suspect, and his lawyer, Edward Chernoff, has said the doctor "didn't prescribe or administer anything that should have killed Michael Jackson."

Like Dr Murray, Miss Chase said she was hired to accompany Jackson to London for his comeback concerts and the request was personally made to her by his 12-year-old son, Prince Michael II.

"Prince said, 'Daddy wants me to tell you he wants you to go to London with us,"' she recalled. "I said, 'Tell your daddy that I'm pleased and honoured."

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26/10/2008 free counters

quarta-feira, 29 de julho de 2009

MORREU


MEU PRIMO

RICARDO,

EM CURITIBA


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26/10/2008 free counters

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Saúde confirma surto da nova gripe em Ribeirão Preto, no interior de SP


Plantão | Publicada em 27/07/2009 às 21h25m

EPTV

SÃO PAULO - A Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão Preto, a 319 quilômetros de São Paulo, confirmou nesta segunda-feira cinco casos de gripe suína registrados em uma entidade assistencial da cidade. O surto é caracterizado quando são registrados três ou mais casos da doença em um ambiente fechado, em um intervalo de até cinco dias. Há em andamento duas outras investigações de surto de gripe suína na cidade, em uma entidade para idosos e em uma empresa.

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26/10/2008 free counters

Brasil já tem 45 mortes por gripe suína


Publicada em 27/07/2009 às 18h20m

O Globo; ClicRBS

Fila de atendimento para pacientes com suspeita de gripe suína no Hospital Miguel Couto, no RJ - Berg Silva/Agência o Globo

SÃO PAULO - Mais sete mortes por gripe suína foram confirmadas nesta segunda-feira no Brasil. Foram quatro casos em São Paulo e três no Paraná, todos em Curitiba. Nem todos as vítimas tinham problemas de saúde que pudessem contribuir para o agravamento da doença. Com esses casos, o número de mortos no país sobe para 45. São 20 casos em São Paulo, 16 no Rio Grande do Sul, cinco no Rio e quatro no Paraná.

Segundo a secretaria de Saúde do Paraná, três homens morreram na semana passada na Região Metropolitana de Curitiba com o diagnóstico da nova gripe. Nenhum deles tinha uma doença pré-existente. O primeiro a morrer, em 19 de julho, foi um rapaz de 24 anos. No dia 21 morreu um homem de 31 anos e no dia 22 um outro homem de 34 anos. Foi a quarta morte no estado. No dia 14, uma mulher adulta faleceu em Jacarezinho, no norte do estado. O Paraná tem 86 casos confirmados de gripe A. A partir desta segunda-feira, o Laboratório Central do Estado começa a realizar os exames, que até agora eram feitos apenas pelos institutos Adolfo Lutz, em São Paulo, Fiocruz, no Rio, e Evandro Chagas, em Belém.

Em São Paulo, foram confirmadas duas mortes em São Carlos e Mogi Guaçu, no interior. Osasco, na Grande São Paulo, registrou mais dois casos fatais. Uma mulher de 32 anos morreu de gripe A neste domingo em São Carlos, a 229 quilômetros da capital. Segundo a secretaria municipal de Saúde, ela sentiu os primeiros sintomas no dia 15 de julho e procurou atendimento médico cinco dias depois. A mulher foi encaminhada para a Santa Casa de São Carlos e, em seguida, transferida para o Hospital de Américo Brasiliense, que concentra os atendimentos de gripe suína na região. A paciente morreu neste domingo, dia 20, com pneumonia. Segundo a Secretaria de Saúde, ela não teve contato com nenhuma pessoa que tenha viajado para outros países.

A secretaria municipal de Saúde de Mogi-Guaçu, cidade a 164 km da capital paulista, informou nesta segunda-feira que um homem de 58 anos morreu vítima de gripe suína no município. O homem morava no município e fez uma viagem ao Chile. A vítima também morreu neste domingo. Segundo a secretaria, o homem foi internado no último dia 16 de julho com pneumonia, que evoluiu para insuficiência respiratória.

Em Osasco, a secretaria municipal confirmou mais duas mortes. Um mulher de 57 anos e um homem de 37 morreram no dia 19. Os dois pacientes estavam sendo atendidos na rede municipal de saúde. Segundo a secretaria, a contaminação pelo vírus foi confirmada após a morte e os dois pacientes apresentavam fatores que contribuíram para o agravamento dos casos. Os familiares e pessoas que tiveram contato com as duas vítimas estão sendo monitorados pela Coordenação de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde e passam bem.

Com esses dois casos, a cidade soma 5 óbitos por gripe suína até agora. Incluindo os cinco mortos, Osasco tem 28 casos confirmados da doença e 34 em monitoramento. A Prefeitura de Osasco instalou três barracas do Exército em hospitais para o atendimento aos suspeitos. Elas funcionam diariamente, das 7 às 19 horas, no Hospital Municipal Central Antônio Giglio e nos Pronto-Socorros do Jardim Santo Antônio e Helena Maria - as três unidades de maior movimento na rede municipal. Nessas tendas acontece o atendimento exclusivo de pessoas com sintomas da gripe, evitando seu contato com pessoas que procuram as unidades por outros motivos.

Também como forma de prevenção, a volta às aulas na rede municipal de educação, que aconteceria no dia 27 de junho, foi adiada para a próxima segunda-feira, dia 3 de agosto. A prefeitura de Osasco colocou à disposição da população o telefone 08007744644, com ligação gratuita, para esclarecimentos de dúvidas sobre a doença. Por causa do avanço da nova gripe, os alunos da rede municipal em Campinas, Valinhos, Vinhedo, Hortolândia e Mogi Mirim também só voltam às salas de aula na próxima segunda-feira.

O Serviço Social da Indústria (Sesi) foi a primeira escola no Estado de São Paulo a adiar a volta às aulas por causa do avanço da nova gripe. As férias do meio de ano deveriam terminar em 28 de julho (terça-feira). No entanto, foram prorrogadas por uma semana. Os alunos retornam à escola em 4 de agosto. Em todo o Estado, a rede tem 215 unidades e atende 150 mil alunos. Na Grande São Paulo, Osasco e Diadema as aulas foram adiadas para 3 de agosto devido à confirmação de quatro mortes nas regiões.

A prefeitura de Campinas confirmou nesta segunda-feira o primeiro surto da nova gripe na cidade, a 94 quilômetros da capital paulista. Três funcionários de uma creche contraíram a doença, segundo exames, e o local será fechado por 15 dias por determinação da Secretaria Municipal de Saúde. A creche estava sob investigação, com suspeita de surto. Funcionários já haviam sido afastados.

Além dos infectados pelo vírus H1N1, as pessoas com sintomas serão encaminhadas para tratamento, independente da confirmação da gripe. Uma reunião para passar orientações aos pais está prevista para terça-feira. A creche atende crianças até 3 anos, que não têm autonomia para observar as recomendações de higiene. Além das cinco mortes pela nova gripe na região, Campinas tem 71 casos da nova gripe. Somente nesta segunda foram confirmados 13.

Rio Grande do Sul

O Rio Grande do Sul tem 101 pessoas internadas em UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) devido à gripe suína, informou na noite deste domingo o secretário Estadual da Saúde, Osmar Terra. Com as cinco mortes confirmadas neste domingo, o estado soma 16 óbitos. De acordo com números da secretaria, o Rio Grande do Sul tem pelo menos dez mil casos da doença, vivendo uma epidemia de gripe suína.

Apesar das novas mortes, o secretário insiste em afirmar que a doença é menos letal do que gripe comum. De acordo com Terra, 99% dos casos não necessitam de internação, mas quando ela é necessária, a doença apresenta evolução rápida para um nível mais grave. Por isso, o Estado irá investir na ampliação de leitos de UTIs com respiradores. Dos 392 pacientes internados atualmente em hospitais do Estado, 101 estão em UTIs.

Leia também: Gripe suína estica férias de 333 mil em São Paulo

Com verba do governo federal e do caixa do Estado, a Secretaria de Saúde pagará aos hospitais para montar mais unidades de tratamento. O secretário também se reuniu neste domingo com dirigentes dos hospitais de Porto Alegre para acertar o aumento dos leitos e a postergação de cirurgias eletivas, dando preferência ao tratamento da gripe. Os postos de saúde também ficarão abertos até mais tarde.

Entre as mortes anunciadas neste domingo, estão duas gestantes residentes em Passo Fundo: uma delas, que trabalhava como auxiliar de frigorífico e tinha 31 anos, morreu no dia 16. A outra, uma técnica em enfermagem, de 25 anos, morreu no último dia 20. Os bebês não puderam ser salvos devido ao período de gestação. No último sábado havia sido anunciada a morte do calçadista Eder Curvello Roth, 20 anos, depois de ficar 13 dias internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), no Hospital Montenegro. Com isso, sobe para 16 o número de vítimas fatais pela doença no RS e, para 38, no Brasil.

Leia também: Quatro escolas de Curitiba adiam volta às aulas

Completam a lista divulgada pela secretaria de Saúde neste domingo um marceneiro de 33 anos, morador de Caxias do Sul - morto dia 16 -, e uma uruguaianense aposentada de 63 anos, cujo óbito consta no dia 18. Destes quatro novos casos, apenas o caxiense e a idosa sofriam de doenças chamadas secundárias: ele tinha cardiopatia, e ela diabetes.

Segundo Terra, nenhuma das novas vítimas teve contato com viajantes ou pessoas de fora do país. O estado ainda aguarda o laudo de 15 casos suspeitos. Segundo Terra, não há previsão da chegada destes exames.

Roth procurou ajuda médica pela primeira vez no dia 11 de julho, no Hospital Sagrada Família, na cidade gaúcha de São Sebastião do Caí, onde morava. Segundo o secretário municipal de Saúde, Fernando Cofferri, o jovem buscou atendimento depois de passar 10 dias sofrendo com tonturas, mas não apresentava outros sintomas. Ele foi medicado e liberado sob a orientação de retornar para a unidade caso os sintomas se agravassem.

No dia seguinte, voltou ao hospital com febre alta, dor de garganta e falta de ar. O quadro se agravou e os médicos resolveram transferi-lo para o Hospital Montenegro, onde foi direto para a UTI. Ele passou a respirar com a ajuda de aparelhos e, no dia 17, veio a confirmação de que ele estava com a nova gripe.

Leia mais: Veja a cronologia das mortes por gripe suína no Brasil

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26/10/2008 free counters

domingo, 26 de julho de 2009

Veja a trajetória da carreira do artista Sérgio Viotti; ator morre aos 82 anos

colaboração para a Folha Online

O ator e diretor Sérgio Viotti, 82, morreu na manhã deste domingo após sofrer uma parada cardiorrespiratória às 8h45, de acordo com nota divulgada pelo Hospital Samaritano, onde ele estava internado desde o dia 19 de abril.

Viotti marcou sua carreira artística ao receber diversos prêmios por suas atuações. Acompanhe sua trajetória.

Willian Andrade/TV Globo
Ator Sérgio Viotti, 82, morreu de parada respiratória em São Paulo
Ator Sérgio Viotti, 82, morreu de parada respiratória em São Paulo

Carreira

Sérgio Luiz Viotti nasceu em São Paulo, em 1927. Ele revelou-se um bom adaptador e tradutor de obras literárias e teatrais.

Ne metade da década de 40 foi morar no Rio de Janeiro com intenções de ingressar na carreira diplomática, um projeto que ele desistiu após frequentar alguns círculos musicais da cidade e colaborar com a imprensa local.

Em 1949, foi sua estreia como ator na Aliança Francesa do Rio de Janeiro, com a montagem de L'Apollon du Marsac (título primeiro de L'Apollon de Bellac), de Giraudoux, dirigida por Simone Cox.

Entre 1949 e 1958, viveu em Londres, na Inglaterra, onde trabalhou na rádio BBC. Neste período, gravou peças para transmissão radiofônica, escreveu críticas de dança e ópera, conviveu com escritores emergentes e trabalhou com a atriz Madalena Nicoll no Arts Theater Club, onde dirigiu três monólogos.

De volta ao Brasil, voltou a trabalhar em rádio. Conheceu Antunes Filho, que o convidou a dirigir "Viagem a Três", de Jean de Letràz, em 1959. No mesmo ano, assinou a direção de "A Folha de Parreira", de Jean-Bernard Luc. Em 1960, a convite de O Tablado, dirige "Dona Rosita, a Solteira", texto de Federico García Lorca com tradução de Carlos Drummond de Andrade.

Profissionalmente, trabalhou como ator pela primeira vez em 1961, na montagem de "O Contato" de Jack Gelber, com direção de Jack Brown, cujo enredo fala de um grupo de viciados em heroína. Viotti recebeu o Prêmio da ABCT (Associação Brasileira de Críticos Teatrais), na categoria de ator revelação.

Na década de 1960, firmou-se como ator e diretor. Sua primeira peça, "Lua Cheia", é encenada por Carlos Murtinho, em 1961. É dirigido por João Bethencourt em 1962 na montagem de "O Milagre de Annie Sullivan", de William Gibson. No mesmo ano, revela também potencial para a comédia em "Você Pode Ser o Assassino", de Alfonso Paso, com direção de C. H. Christensen e ganha mais um prêmio da ABCT, na categoria ator coadjuvante, pelo musical "My Fair Lady", no qual divide o palco com Paulo Autran e Bibi Ferreira.

Em 1965, assina a direção de cinco espetáculos: "Vamos Brincar de Amor em Cabo Frio" texto próprio; "As Inocentes do Leblon", de Barillet e Grédy; "As Viúvas do Machado", adaptação sua para textos de Machado de Assis; "Amor Depois das Onze" coletânea de textos, que vão da Bíblia a Jung; e "Martins Pena Faz Rir", com textos de Martins Pena.

O ator também teve atuação marcante em "Queridinho", de Charles Dyer, com direção de Martim Gonçalves, em 1967. No papel de um homossexual, foi muito elogiado pela crítica e ganhou o prêmio Molière. Ao lado de Dulcina de Morais, atuou em "Um Vizinho em Nossas Vidas", de Françoise Dorin, dirigido pela atriz.

Viotti era extremamente versátil na atuação de distintos papéis. Em 1978, encenou com Cleyde Yáconis "Os Amantes", de Harold Pinter, dirigida por Dorival Carper.

Em 1985, recebeu mais um prêmio, desta vez da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) na categoria de melhor ator por "A Herdeira", de Henry James, direção de Flávio Rangel.

Em 1991, na comemoração dos 30 anos de carreira como ator fez "As Idades do Homem", compilação de trechos de peças de Shakespeare dirigida de Dorival Carper. Um ano depois, "A Volta ao Lar", seu segundo Harold Pinter, encenado por Luiz Arthur Nunes, confere a ele o Prêmio Shell pelo papel do açougueiro Max.

Fez grande sucesso entre o público em 2007 com "O Dia em que Raptaram o Papa", de João Bethencourt, com direção de Iacov Hillel.

Sérgio Viotti destacou-se como crítico de teatro, dança e ópera em veículos como Correio Paulistano, 1958; revista Cláudia, 1968; O Estado de S. Paulo, 1969/1971; e Jornal da Tarde, 1976/1983. É autor da biografia da atriz Dulcina de Morais publicada em 1991, Dulcina - Primeiros Tempos (1908-1937), e editada pela Fundação Nacional de Artes Cênicas. Em 2001, a versão ampliada, Dulcina e o Teatro de Seu Tempo, é lançada pela editora Lacerda.

O ator também trabalhou nas novelas "Sinhá Moça", "Meu Bem Meu Mal", "Xica da Silva" e "Terra Nostra".

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26/10/2008 free counters

Morre em São Paulo, aos 82 anos, o ator Sérgio Viotti

Morreu na manhã deste domingo (26) o ator Sérgio Viotti, de 82 anos, em decorrência de uma parada cardiorrespiratória, no Hospital Samaritano, em São Paulo. O ator estava internado desde o dia 19 de abril, quando sofreu uma parada cardíaca durante a festa de casamento do filho da escritora Maria Adelaide Amaral.

  • TV Globo/Divulgação

    O ator Sérgio Viotti como Seu Manoel na novela 'Duas Caras" (2007), a última de sua carreira




O velório começou as 14h deste domingo no Hospital Beneficência Portuguesa e na segunda-feira, 27, às 9h, o corpo do ator será cremado no Cemitério da Vila Alpina, na Zona Leste de São Paulo.

O último trabalho do ator foi na novela "Duas Caras", como Seu Manoel. Viotti também trabalhou como escritor, diretor, tradutor, dramaturgo e produtor de programas culturais radiofônicos. Este último trabalho foi em Londres, na BBC, quando viveu na capital da Inglaterra entre 1949 e 1958.

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26/10/2008 free counters

COMO ESQUECER


COMO ESQUECER, upload feito originalmente por photos.elainecristina.

filmagens de “Como esquecer”

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"COMO ESQUECER " ANA PAULA AROSIO

filmagens de “Como esquecer”

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Swine flu panic 'may overwhelm NHS'

Last Updated: Sunday, 26 July 2009, 19:28 GMT
- Search: swine flu helpline




Public panic over swine flu could put unnecessary pressure on the NHS, Health Secretary Andy Burnham has warned.

He told the Observer that people should be reassured that the Government's response has been well planned.

He said: "It is very important for everybody to keep a sense of perspective. It has been a mild virus in the vast majority of cases, with relatively mild symptoms from which people recover fully fairly quickly."

He went on: "If people are made unnecessarily anxious, it makes the lives of NHS professionals, who are already under enormous pressure, far more difficult as people become unduly worried."
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National Pandemic Flu Service


He also said swine flu victims are getting Tamiflu, "quickly and conveniently" using the new National Pandemic Flu Service website and phoneline.

More than 58,000 assessments were made by the service on Thursday - its first day of operation - 89% of which were completed on the internet, and 5,584 courses of the anti-viral drugs were collected.

Mr Burnham said: "These figures show that, despite an unprecedented demand for the National Pandemic Flu Service, the phoneline and website are running well, illustrating once again how wonderfully resilient the NHS and its healthcare professionals are.

"People in need of antivirals are able to get them quickly and conveniently using the new service and it is freeing up GPs to look after patients in risk groups as well as those with other illnesses."

His comments came following claims by experts from the University of Cambridge, the Intensive Care Society and St George's Healthcare NHS Trust in London that English hospitals might be unable to cope with the amount of people, especially children, affected by the pandemic.

The Government insisted that it can cancel non-emergency operations to increase the number of beds available, but the experts said even this would not meet demand.

Last Updated: Sunday, 26 July 2009, 22:28 GMT


AOL

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