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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Grã-Bretanha lança programa para reciclar fraldas descartáveis




Bebê com fralda (arquivo)

Cada bebê usa mais de 3,6 mil fraldas até aprender a ir ao banheiro

Várias cidades britânicas poderão adotar um esquema para reciclar milhares de toneladas de fraldas descartáveis usadas, transformando-as em produtos que vão de telhas a capacetes para ciclistas.

Metano extraído as fraldas é transformado em gás, usado para a geração de energia.

A primeira usina, em Birmigham, deverá entrar em operações em meados de 2010, e estão em discussão planos para outras instalações do tipo nas cidades de Manchester, Liverpool e Londres até 2014.

A usina de Birmigham, que custa o equivalente a US$ 17 milhões, deverá processar 36 mil toneladas de fraldas descartáveis por ano, de acordo com sua operadora, a empresa canadense Knowaste.

As fraldas contém plásticos, fibras, celulose e polímeros absorventes e, de cada tonelada de fraldas reciclada, podem ser extraídos 400 quilos de celulose e 145 metros cúbicos de gás, segundo a Knowaste.

Os bebês usam em média mais de 3,6 mil fraldas até que aprendem a usar o banheiro. Estima-se que um total de 800 mil toneladas de fraldas por ano - usadas por bebês e pessoas com incontinência - acabam em aterros sanitários na Grã-Bretanha.

Nesses locais, as fraldas podem levar até 500 anos para se decompor, segundo a Knowaste.

A empresa ressalta que os produtos criados a partir da reciclagem são seguros de usar. As fraldas que entrarem na usina serão retalhadas e lavadas. A polpa resultante será tratada quimicamente para que sejam desativados o gel absorvente e para a remoção do plástico.

A Knowaste já abriu usinas semelhantes no Canadá e na Holanda.

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26/10/2008 free counters

CONTROLADA PELA GM, SAAB PEDE CONCORDATA

Marca de carros de luxo é subsidiária da General Motors.
Com o pedido, fabricante terá três meses para se reorganizar.

Do G1, em São Paulo, com informações da France Presse


A montadora Saab, filial da General Motors (GM) na Suécia, pediu para se reorganizar dentro dos parâmetros judiciais na tentativa de evitar a falência, anunciaram nesta sexta-feira (20) a Saab e a GM.


"Fizemos o pedido hoje (sexta-feira)", disse à AFP a porta-voz da Saab, Margareta Hagstrom, acrescentando que a Saab espera que o tribunal divulgue sua decisão ainda na tarde desta sexta-feira (20).


A GM acaba de anunciar que a Saab pode se declarar em quebra a partir deste mês, a menos que receba uma ajuda do governo sueco, que este último já havia negado.


Em um comunicado separado, a GM indicou que a decisão era destinada a criar uma entidade comercial completamente independente que seria viável e capaz de atrair investidores.


A declaração de insolvência (concordata) é um procedimento legal na Suécia conduzido por um administrador independente designado por um tribunal que trabalhará estreitamente com a equipe diretora da montadora.


"Dentro deste procedimento, a Saab apresentará sua proposta de reorganização, que incluirá o reagrupamento das atividades de criação, de engenharia e de fabricação na Suécia", acrescentou a GM.


"Se o tribunal de instância aprovar a reestruturação, ela será feita num prazo de três meses e precisará de um financiamento independente", acrescentou a GM.


"Os financiamentos deverão ser tanto públicos como privados", continuou.

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26/10/2008 free counters

Os erros da imprensa no caso Paula



Jornalista brasileiro radicado na Suíça, Eduardo Simantob escreve para ÉPOCA sobre o sensacionalismo na cobertura do falso ataque neonazista
Eduardo Simantob*

Aparentemente, a história tinha tudo para ser um grande escândalo que transbordaria os modestos limites geográficos da Suíça: um brutal ataque xenófobo cometido por três skinheads contra uma indefesa brasileira grávida de gêmeos, com detalhes gráficos saborosos – corpo retalhado de cortes com a inscrição SVP, sigla alemã para Partido do Povo Suíço – e um aborto como consequência. Só que era tudo mentira, e o caso real, se deixado nas mãos das autoridades locais, provavelmente mereceria não mais que uma matéria de fait-divers assim que os fatos tivessem sido devidamente apurados.

Mas não. O caso Paula Oliveira (ou Paula O., como preferiu chamar a imprensa local, cuidadosa em manter a privacidade da suposta vítima, procedimento desconhecido da imprensa brasileira) assumiu dimensões de ópera bufa, ou quase uma comédia, não fossem as consequências da farsa tão trágicas para Paula e sua família. Que também têm sua parcela de culpa na armação desse circo midiático o qual, se não chegou a provocar um incidente diplomático de fato, em muito contribuiu para atiçar os sentimentos xenófobos da população, encorajando os mais exaltados a expressar livremente pela internet, blogs e comunidades virtuais, seus sentimentos mais obtusos.

Pouco depois de acionar a polícia e dar queixa do incidente supostamente ocorrido na estação de trem do subúrbio zuriquenho de Stettbach, Paula Oliveira comunicou a família. O pai, Paulo Oliveira, pediu ao namorado da filha que fotografasse as marcas pelo corpo, e, na qualidade de bem-relacionado assessor parlamentar, não hesitou em enviá-las aos seus contatos privilegiados na mídia e no governo.

A mídia não é pai (Deus é Pai), mas um corpo profissional dotado de regras de procedimento básicos, como por exemplo, critérios de apuração. Ou assim deveria ser.

Pode-se entender a atitude de Paulo Oliveira. Afinal, antes de mais nada, ele é pai, e é perfeitamente cabível que acreditasse piamente na versão da filha. A mídia, no entanto, não é pai (Deus é Pai), mas supostamente – advérbio mais frequente na história toda, também riscado dos manuais de redação nacionais – um corpo profissional dotado de regras de procedimento básicos, como por exemplo, critérios de apuração. Ou assim deveria ser.

Passando por cima de todas as regras éticas e de conduta que qualquer estudante de jornalismo supostamente aprende em seu primeiro ano de faculdade, a imprensa brasileira em poucas horas criou todo um circo de histeria e sensacionalismo. O cuidado da polícia zuriquenha, buscando resguardar a privacidade da vítima e o sigilo das investigações, foi considerado no Brasil como evidência de incompetência e, mais grave, de racismo da própria instituição. Afinal, os policiais ousaram até questionar a versão da pobre Paula. Quanta falta de sensibilidade.

O primeiro ponto da história de Paula que saltou aos olhos de qualquer pessoa informada acerca da cena de extrema-direita na Suíça foi a sigla do partido SVP arranhada na pele da brasileira. É importante esclarecer: nem todo racista é nazista (o Brasil mesmo não tem nenhum movimento neo-nazista que mereça a alcunha, e quem tem coragem de dizer que não existe racismo no país?), e os neo-nazistas aqui pouco se identificam com o Partido do Povo Suíço.

O SVP é sim um partido de direita, estupidamente conservador, nacionalista, de base originalmente rural, e que atraiu, nos últimos 15 anos, parte da elite econômica e a classe média temerosa das transformações radicais provocadas pela globalização. Nesse período, deixou de ser um partido de expressão marginal para se tornar a maior agremiação política do país. O partido ganhou ainda notoriedade internacional com suas campanhas recheadas de símbolos xenófobos e racistas, provocando ojeriza até mesmo entre os conservadores dos países da Comunidade Europeia – da qual, é bom lembrar, a Suíça não faz parte.

Os neo-nazis podem até votar para o SVP ou se identificar com partes de sua plataforma, mas o caráter burguês do partido causa repulsa aos radicais. Eles jamais ostentam bandeiras do SVP ou saem às ruas em sua defesa. Seus laços políticos são muito mais fortes com o "movimento", ou seja, a chamada "internacional fascista" que agrega grupelhos dos EUA à Rússia, mesmo que, paradoxalmente, também se baseiem em fortes tintas nacionalistas. Até mesmo suásticas parecem ser um símbolo ultrapassado para a cena neo-nazi, que desenvolveu um design mais moderninho para padrões antigos (inclusive uma grife própria de roupas, além de terem adotado a marca inglesa Lonsdale de roupas esportivas).

O médico legista Walter Baer, que examinou os cortes em
Paula, foi categórico: trata-se de um caso "clássico" de
cortes auto-infligidos

Ataques e agressões de cunho xenófobo de fato existem – números oficias dão conta de 355 denúncias entre 1995 e 2006 –, e observam um sensível aumento nos últimos anos. Mas o caso de Paula foge dos padrões normais. As vítimas em geral são homens, e a grande maioria árabes/muçulmanos, africanos, europeus do leste e ex-iugoslavos.

Assim que a mistura de SVP com skinheads na versão de Paula serviu de saída apenas como sinal da própria ignorância da brasileira acerca das coisas locais. E levantou mais de um sobrolho entre os investigadores.

O médico legista Walter Baer, que examinou os cortes em Paula, foi categórico: trata-se de um caso "clássico" (lehrbuchmässig, em alemão, que significa literalmente "saído do manual") de cortes auto-infligidos: todos ao alcance das mãos da vítima, relativamente superficiais e poupando partes mais sensíveis do corpo e da genitália.

As críticas à perícia de Baer proferidas na mídia brasileira agravam ainda mais os sinais de amadorismo jornalístico. Depois de todo o circo que armaram, os jornalistas criticaram o fato de Baer conceder uma coletiva de imprensa antes do fim das investigações – e note-se que, conforme deu a entender a secretária cantonal de polícia, Esther Maurer, na mesma ocasião, a coletiva foi organizada para baixar um pouco o histrionismo midiático que o caso estava sofrendo, e dar uma resposta oficial às acusações de que a Suíça é um país racista.

Walter Baer, aliás, é um dos mais respeitados legistas do país e, ao contrário do passado recente do Brasil (alguém se lembra do caso PC Farias?), não se tem notícia de manipulação política ou de qualquer outro tipo por parte do Instituto de Medicina Legal da Universidade de Zurique.

A gravidez que não existiu levantou mais um par de sobrolhos. Detalhes de como a polícia conduziu o interrogatório com Paula, o exame ginecológico que desmentiu a existência dos supostos gêmeos, a arma do crime, possíveis motivações aventadas pela polícia e, por fim, a confissão final da brasileira, saíram publicados na revista Weltwoche da quarta-feira (18). A publicação coincidiu com saída de Paula do Hospital Universitário de Zurique e com a abertura de um processo contra ela pelo Ministério Público local por crimes de falso testemunho e por induzir a autoridade judiciária ao erro. A ex-vítima e agora ré deverá acompanhar o processo em território suíço e seu passaporte encontra-se apreendido pelas autoridades de modo a impedir sua saída do país, para desgosto da opinião pública local (e do SVP), que clamam pela deportação da brasileira.

Criou-se até mesmo uma comunidade no site Facebook chamada "Deportação para Paula Oliveira" (Ausschaffung für Paula Oliveira), reacendendo o cansativo debate sobre o comportamento de estrangeiros no país.

O caso de Paula é agora de um problema de caráter pessoal, sem qualquer interesse público, e a imprensa faria bem em deixar a história morrer por aí
Enquanto isso, o circo midiático continuava a toda. Segundo o diplomata Acir Madeira, despachado de Brasília especialmente para tratar do caso com a imprensa, o assédio incansável dos jornalistas até na porta de casa já fez o pai de Paula arrepender-se profundamente de sua atitude no início do caso. E pior, com um processo agora nas costas, tudo que a família precisa é manter a boca fechada e se preparar para a defesa.

Assim, o que parecia uma grande história horrorosa provou-se em poucos dias ser uma grande farsa constrangedora, e tudo agora se resume a um processo penal no qual provavelmente Paula deverá apenas pagar uma multa – sem contar a possível necessidade de encarar uma longa terapia para administrar distúrbios psicológicos, que o advogado da brasileira estuda incorporar à defesa. Porém, trata-se agora de um problema de caráter pessoal, sem qualquer interesse público, e a imprensa faria bem em deixar a história morrer por aí.

Na Suíça, porém, mesmo que não tenha havido qualquer comoção pública, o caso tem sido usado para ajustes de contas internos. Uma das ironias é que a farsa de Paula serviu para colocar o SVP na condição de vítima num momento em que o partido acumula mais de um ano de derrotas seguidas em praticamente todos os plebiscitos nacionais e cantonais, seu grande líder, o populista Christoph Blocher, foi chutado do Conselho Federal (o Executivo nacional, no fim de 2007) por "falta de espírito coletivo", lideranças internas de peso pularam fora e fundaram um partido dissidente, e sua popularidade caiu mais de 5%, do pico de 29% em 2007.

Já a revista Weltwoche, a única a ter acesso aos autos da polícia no caso, e o mais influente órgão de imprensa a defender o SVP, ainda aproveitou de seu furo para achincalhar a rede estatal Swissinfo, que funciona como uma espécie de BBC local, bancada por dinheiro público e considerada pela direita como um "ninho" de jornalistas à esquerda. Segundo a Weltwoche, o comportamento da Swissinfo na cobertura do caso, especialmente por amplificar as notícias da mídia brasileira, foi um exemplo crasso de amadorismo jornalístico.

"Amadora" e "irresponsável" é também a impressão deixada pela imprensa do Brasil. Os expatriados brasileiros na Suíça podiam passar sem essa, em nome da reputação da comunidade. Como consolo, pode-se ao menos saber que os serviços consulares do Brasil funcionam, e, no caso, comportaram-se perfeitamente – ou seja, simplesmente fizeram o seu trabalho de assistência como deveria ser feito. Desta vez não foi nem o Estado, nem a polícia que pisaram na bola, mas uma advogada e um bando de jornalistas, numa triste inversão dos papéis usuais no jogo democrático.

*Jornalista brasileiro residente em Zurique

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26/10/2008 free counters

Indignação de gabinete


Sex, 13/02/09


O governo brasileiro lida muito bem com os temas fantasiosos da DisneyLula. Dilma, PAC, pré-sal, conselho disso, conselho daquilo – vai tudo muito bem. Quando uma brasileira de verdade – não uma andróide inventada para 2010 – é trucidada no exterior, os burocratas ficam confusos.

A jovem Paula Oliveira foi recortada a navalhadas por monstros suíços, de graça. Eles mataram as duas vidas que ela trazia no ventre e a devastaram emocionalmente para sempre. Lula disse que isso não vale, porque “nós tratamos bem os estrangeiros”.

Não, não tratamos. A missionária americana Dorothy Stang foi chacinada na Amazônia num crime mais do que anunciado, turistas são barbarizados a cada esquina no Rio de Janeiro e por aí vai. A última coisa que Paula precisa agora é de retórica da reciprocidade.

Sua barriga, onde já não estão mais os bebês gêmeos, foi rasgada com as iniciais de um partido conservador. O que fazem os burocratas brasileiros? Divagam sobre a tipificação do crime, que talvez tenha sinais de xenofobia, que talvez valha uma queixa à ONU…

Essa turma da DisneyLula entende mesmo é de criar cargo em embaixada para abrigar a companheirada. Gente comum, sem filiação partidária, que não possa ser encaixada num bolsa alguma coisa, é um negócio muito complicado para eles.

O Brasil foi estuprado na pele de Paula Oliveira. Se tiver vergonha na cara, tem que parar de fofocar com o terceiro escalão da embaixada suíça, parar com essa conversa mole de reclamar na ONU (onde nada se decide mas come-se muito bem) e peitar o governo suíço.

As autoridades suíças estão pondo em dúvida a inocência de Paula. Um escárnio. Uma mulher grávida atacada na rua, torturada com grife, em ato de fazer corar os sádicos da Laranja Mecânica. E o governo brasileiro tricotando com a subdiplomacia suíça em Brasília…

O bravo chanceler que roda o mundo brincando de G-20 (o PAC do terceiromundismo) não teve a idéia de ir para Zurique. Preferiu mandar uns emails.

A barbaridade contra Paula envergonha a raça humana. E a reação brasileira humaniza os bárbaros.

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26/10/2008 free counters

Nóis é colônia


Dom, 15/02/09

Paula Oliveira não escapará do linchamento. Se for culpada, os anjinhos nazistas da Suíça estão prontos para pendurá-la na cruz da xenofobia. Se for inocente, terá de conviver com o fato de que seu país se envergonhou de lhe dar solidariedade.

É por isso que o Brasil é (e para sempre será) uma colônia. Apesar dos ganidos terceiromundistas, continua subalterno. Na alma.

Só uma alma subalterna poderia, ao ouvir a polícia suíça acusar Paula de golpe, passar a desconfiar imediatamente da brasileira. Até prova em contrário, os suíços estão certos. Afinal, eles são… Suíços.

Se não fosse covarde, o Brasil jamais adotaria o silêncio oficial sobre o caso Paula. Ao contrário, reforçaria seu discurso público exigindo investigação rigorosa. Mas o Brasil, a princípio, duvida dos brasileiros.

Paula Oliveira é uma advogada bem formada, mora legalmente na Suíça, trabalha numa empresa conhecida e estável, é noiva de um cidadão suíço que, como ela, não tem delitos no currículo. Paula pode ter pirado. Mas se não merece crédito a priori, quem vai merecer?

A polícia suíça afirmou que a brasileira provavelmente se auto-flagelou, porque as marcas de navalha estão todas ao alcance de suas mãos. Seja qual for a verdade, essa afirmação, tecnicamente ridícula, é um show de leviandade e prepotência. O Brasil, se não fosse uma colônia, deveria repudiá-la.

Mas a vida segue, e você deve torcer para não ter seus olhos furados por vândalos nas ruas de Zurique. Os suíços poderão acusá-lo de tentar ganhar uma pensão para deficientes físicos. Afinal, seus olhos estão ao alcance das suas mãos.

Paula pode não ter sido atacada. Pode ter sido atacada e abortado. Pode ter sido atacada e, transtornada, ter fantasiado o aborto. É o que as investigações vão esclarecer, se forem isentas. E não há nem meio indício de isenção na postura sôfrega das autoridades suíças.

Começa a se formar uma onda contra a imprensa brasileira nos jornais europeus. Como ousam esses periféricos de segunda classe afrontar desta maneira uma nobre cidadela do Primeiro Mundo?

Vamos deixar claro, pelo menos aqui neste espaço: a Suíça, além das inclinações totalitárias, é o paraíso mundial da corrupção. Seus bancos, como se sabe, lavam mais branco. Portanto, devagar com esses arroubos virtuosos.

E eles construirão a verdade que quiserem sobre Paula. Porque o Brasil, para variar, está botando o rabo entre as pernas.

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26/10/2008 free counters

Cheiro de circo no ar

Qui, 19/02/09


Paula Oliveira foi indiciada pelo Ministério Público da Suíça e está proibida de deixar o país. O governo brasileiro já tinha dito a ela que fosse embora de lá, ou então se virasse sozinha. Vem coisa pesada por aí.

Se Paula tiver mesmo forjado a história do ataque nazista, o circo suíço já está pronto para a execração. É tudo que os conservadores locais querem: uma prova viva de que imigrante do terceiro mundo é estorvo.

Se direitos humanos significam alguma coisa para o governo brasileiro, é agora que ele tem que estar mais do que nunca ao lado de Paula.

A Procuradoria suíça afirma que a brasileira desmentiu sua própria história no dia 13. Anunciou isto quase uma semana depois, supostamente porque a imprensa vazou. Aparentemente, as autoridades suíças estão na dúvida se querem conduzir uma investigação sigilosa ou marketeira.

A questão da informação oficial na Suíça, é bom repetir, não é flor que se cheire. O principal banco do país acaba de fazer um acordo com os Estados Unidos para dedurar clientes americanos que esconderam 200 milhões de dólares do fisco em contas secretas. Primeiro a regra foi acobertar, depois a regra foi entregar – tudo devidamente abençoado pelas autoridades suíças, muito sensíveis às razões do dólar.

Se o Brasil se distrair, nesse processo contra Paula Oliveira vai aparecer de tudo. É capaz até de ela confessar que é membro da al-Qaeda.

Se a advogada brasileira, que tem vida limpa, teve um surto psicótico, aí mesmo é que seu país deve protegê-la. A não ser que só os virtuosos tenham direito a um julgamento justo, como se pregava no Terceiro Reich.

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26/10/2008 free counters

Photos Spark Fear of 'Borneo Monster'









AOL
posted: 13 HOURS 3 MINUTES AGO

(Feb. 19) - Villagers in Borneo who have long believed that a legendary 100-foot-long snake called the Nabau trolls the Baleh River say recent photographs show that the beast has returned, The Daily Mail reports.
One of the photos showing a serpent-like figure was taken from a helicopter by a member of a disaster team monitoring flood regions, while a second was taken from a remote village. Critics, however, have called both photographs into question, Livescience.com reports.
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Borneo Monster: Photos allegedly show a 100 foot-long snake winding down a river in the remote Asian nation of Borneo. Local villagers vouch for the creature's existence, saying it could be the shape-shifting serpent Nabau of folklore, but others aren't so sure. This picture was reportedly snapped from a helicopter by a member of a flood monitoring team.

100-Foot 'Borneo Monster' Said Photographed

By Benjamin Radford, LiveScience's Bad Science Columnist

posted: 19 February 2009 01:55 pm ET

Two recently released photographs of a huge snake-like creature allegedly taken in Borneo are causing locals to wonder if a local legend may have come alive.

But are the pictures real?

One photo, of a serpentine shape in the Baleh river, was said to be taken from a helicopter by a member of a disaster team monitoring flood conditions. Locals suggest that the animal may be a creature of folklore called Nabau, a dragon-like, shape-shifting sea serpent. Others aren't convinced.

Water serpent legends

Linking modern photographs and eyewitness reports to native stories and legends is a common mistake among cryptozoologists — those who look for evidence of mysterious or unknown creatures such as Bigfoot or lake monsters. With so little hard evidence to go on, it's tempting to do, but the problem is that legends and myths may not have any connection to real events. Just because a native culture has a name for a strange monster or creature doesn't mean that the beast ever actually existed.

Fairies, dragons, and leprechauns populate our modern storybooks and legends, but we don't assume they are real.

Stories and legends about "water horses" and kelpies have been told in the Scottish highlands for centuries, often incorrectly assumed to relate to the Loch Ness monster. Native Indian stories in British Columbia, Canada, tell of a fearsome water spirit named Naitaka said to dwell in Lake Okanagan, giving rise to reports of a monster there called Ogopogo. In Tibetan Buddhist beliefs there exist the nagas, snake-like creatures that live in rivers and streams.

Virtually every culture around the world has some version of a water-based spirit, creature, or monster in its folklore. So it's not surprising that some might turn to local myths in Borneo to "identify" the huge snake.

Suspicious photos

One of the first red flags to go up when considering any extraordinary photograph offered as evidence (of UFOs, Bigfoot, or lake monsters, for example) is an image submitted anonymously. The photographs were taken by an unnamed "member of a disaster team," at an unknown location and date.

Two photos were released; one was taken from a helicopter, the second one wasn't, suggesting that the creature was sighted on two separate occasions. That raises the question as to why there are only two photos; one might expect that a person seeing such an extraordinary creature might snap more than one picture each time.

There's also the interesting composition of the photos: The snake-like creature seems to be posing full-length for the camera. In the aerial photo, it is nicely centered in the middle of the river, and in the other photo it is just high enough above the rooftops in the foreground to see its full length.

Of course it's possible the photographer just got lucky, capturing the giant snake at its most photogenic both times, but that raises another question: If the huge beast spends its time in such high-visibility areas, why is this the first time it's been reported or photographed?

Furthermore, the reported size of the creature cannot be correct. The original estimate given was that the creature was 100 feet long, though the scale of the photos suggest it must be far larger. [Scientists recently found the fossil of a prehistoric snake said to be 43 feet long; it's been extinct for some 60 million years, though.]

Then there's the question of whether the photo was even taken at the Baleh river, since most photographs of its waters show it to be a cloudy river, not the clear, dark blue water seen in the aerial photo. If the photo was actually taken by a disaster team member checking on flooded regions, the flooding runoff would increase the suspended particulates in the water (silt, debris, etc.), creating even cloudier water than usual.

Of course, all these troubling questions vanish if the photographs are simply faked.

Snake Trackers

No monsters -- just rattlesnakes and copperheads. But somebody has to chase them.

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26/10/2008 free counters

El FBI encontró a Stanford


Redacción BBC Mundo

Vea el video en otra ventana

¿Cómo obtener flash?

Agentes de la Oficina Federal de Investigaciones de Estados Unidos (FBI) encontraron este jueves al empresario de Texas, Allen Stanford, y le entregaron los detalles de la demanda civil que lo acusa de un fraude masivo por US$8.000 millones.

"El FBI señaló a través de un comunicado que se le entregaron los documentos en los que se le notificaba que sus activos habían sido congelados y que debe permanecer en EE.UU. mientras continúa la investigación", señaló desde Washington el periodista de la BBC, Richard Lister.

Además le fue solicitado su pasaporte.

"Los alguaciles federales allanaron el martes la sede corporativa de Robert Allen Stanford en Texas, pero no pudieron entregarle los documentos relacionados con el caso, o confiscar su pasaporte, porque se desconocía su paradero", agregó.

(Se le notificó) que sus activos habían sido congelados y que debe permanecer en EE.UU. mientras continúa la investigación
Richard Lister, periodista de la BBC en Washington
El paradero del multimillonario texano fue objeto de intensas especulaciones tras conocerse que no había respondido a la querella presentada el martes por la Comisión de Valores de EE.UU. (SEC, según sus siglas en inglés) que lo acusa de un "fraude masivo y continuo".

Agentes del FBI lo encontraron sentado dentro de un automóvil en la ciudad de Fredericksburg, Virginia.

"Nos sentimos complacidos y agradecidos con dios de que esté vivo", señaló a la agencia Reuters su madrastra Billie Stanford, quien vive junto a James, el padre de Stanford, en Mexica, Texas.


Departamento de Justicia

Se desconoce cómo los agentes pudieron dar con su paradero, pero uno de sus socios señaló a los medios de comunicación que Stanford contactó esta semana al Departamento de Justicia de EE.UU.

El FBI dijo que sus agentes no lo detuvieron porque todavía no se ha presentado una queja criminal y tampoco se ha emitido una orden de captura.

Funcionarios del Departamento de Justicia, la entidad que maneja casos criminales, han señalado que están llevando a cabo su propia investigación.

Los activos del banquero fueron congelados mientras varios gobiernos de América Latina y el Caribe tomaban medidas para proteger a individuos que invirtieron en el Stanford Group.


El magnate de 58 años de edad es propietario de viviendas de lujo en EE.UU. y el Caribe.

La querella de la SEC contra Stanford, presentada en Dallas, Texas, también incluye a dos colegas y tres empresas.

Allanamientos

Policías pasan frente a una sucursal del banco en Caracas
La filial en Venezuela fue intervenida por el gobierno.
Los agentes del FBI allanaron esta semana a oficinas de Stanford en Miami, Houston y otras ciudades.

Al menos cinco países latinoamericanos han intervenido los negocios de Stanford. En el Reino Unido la Oficina de Fraudes Graves (SFO, según sus siglas en inglés) investiga posibles vínculos británicos con el presunto fraude.


El diario The Wall Street Journal informó el jueves que los fiscales federales investigan si Stanford llevó a cabo una estafa Ponzi, un fraude en el que se utiliza dinero de nuevos inversionistas para pagar ganancias.

El diario The New York Times a su vez señaló que Stanford pagó multas a la SEC en 2007 por irregularidades en la capitalización de sus empresas.

La SEC sostiene que Stanford vendió US$8.000 millones en certificados de depósito de forma fraudulenta, con tasas de interés muy por encima del promedio del mercado, a través de su sucursal de Antigua, Stanford International Bank Ltd (SIB).

El escándalo de Stanford se suma al presunto fraude de US$50.000 millones del veterano de Wall Street, Bernard Madoff, y otros casos menores que han minado la confianza del público en los planes de inversiones.

¿Explota la burbuja del fraude?
Redacción BBC Mundo

Cuando los periodistas preguntaron este miércoles al Fiscal General de Estados Unidos, Eric Holder, si podrían presentarse más casos de fraude financiero de la magnitud de los de Bernard Madoff y el recién destapado Robert Allen Stanford, el funcionario respondió: "Es difícil decir. Me gustaría pensar que estos van a ser los más grandes".

Allen Stanford
Se desconoce el paradero de Stanford.

Es que, dos meses después de la conmoción que generó las acusaciones lanzadas contra Madoff por llevar a cabo el mayor fraude de inversiones en la historia de EE.UU., las autoridades estadounidenses se esfuerzan por calmar los temores del público sobre este nuevo escándalo financiero en momentos en que el país atraviesa por la peor crisis económica en décadas.

Pero es inevitable comparar el caso del supuesto fraude de US$50.000 millones de Madoff con el de Stanford, cuando ambos atrajeron miles de millones de dólares de numerosos inversionistas que ahora han caído en desgracia justo en momentos en que el sistema financiero estadounidense enfrenta serias dificultades.

Aunque la alegada estafa de Stanford se diferencia de la de Madoff en cuanto al esquema financiero en el que fundamentó sus operaciones, ambos casos se asemejan en cuanto a la forma aparentemente fraudulenta en que atrajeron a los inversionistas.


En los dos casos, las operaciones tenían ramificaciones internacionales.

Ambos se las arreglaron para burlar durante años la vigilancia de las autoridades de la Comisión de Valores de Estados Unidos (SEC por sus siglas en inglés) que se encarga, precisamente, de proteger a los inversionistas y mantener la integridad de los mercados de valores.

Fraude "impresionante"

Stanford, un multimillonario originario de Texas, fue acusado de un fraude "de una magnitud impresionante" por la SEC que presentó cargos civiles contra el empresario por un presunto fraude de US$8.000 millones.

Las acusaciones se refieren a un esquema de vender certificados de depósito de US$8.000 millones, basado en falsas promesas de elevados beneficios que no estaban garantizados por la Corporación Federal de Seguro de Depósitos de EE.UU., y a un separado vehículo de inversión de US$1.200 millones.

Bernard Madoff
Madoff se encuentra bajo arresto domiciliario.
La SEC asegura que Stanford International Bank, con sede en la isla caribeña de Antigua, a través de una red de consejeros, vendió los certificados de depósitos a inversionistas prometiéndoles ganancias "improbables e insostenibles".

Por su parte, Madoff administraba un fondo de cobertura que acumuló US$50.000 millones en pérdidas fraudulentas mediante un esquema Ponzi o pirámide financiera. Se le acusa de haber utilizado dinero de nuevos inversionistas para financiar los intereses de aquellos que ya estaban participando, a los cuales inicialmente se les ofrecía una rentabilidad bastante alta.

Entre las numerosas víctimas de Madoff figuran el banco más importante de España, el Santander, el Royal Bank of Scotland y el HSBC en el Reino Unido, el principal banco de Francia, BNP-Paribas, Reichmuth & Co, en Suiza y el Nomura en Japón.

Serias implicaciones

La revelación de las acusaciones contra Stanford provocó mucha preocupación en organizaciones financieras internacionales, sobre todo en América Latina, donde su grupo financiero tiene varios negocios.

Stanford tiene afiliados en México, Panamá, Colombia, Ecuador, Perú y Venezuela. Sólo en el Stanford Bank de Antigua hay depósitos de venezolanos por US$2.300 millones, según indicó el superintendente de bancos en Venezuela, Edgar Hernández Behrens. Otras fuentes estiman que son US$3.000 millones.

Nick Davis, corresponsal de la BBC en la región del Caribe, explicó que Robert Allen Stanford es el principal empleador privado de Antigua. Tiene doble nacionalidad de EE.UU. y de Antigua y Barbuda y sus intereses empresariales abarcan toda la isla.

"La investigación a la empresa más prominente del país provocó una rápida respuesta del gobierno de Antigua y Barbuda", explicó Davis. "En un discurso televisado a la nación, el primer ministro, Baldwin Spencer, dijo que las acusaciones tienen 'implicaciones profundamente serias' para el país".

Muchos de los detalles sobre el presunto fraude de Stanford permanecen confusos, pero la SEC asegura que en sus operaciones el magnate texano siguió un patrón de misterio, incluyendo el que el banco no revelara a sus clientes que aparentemente perdió miles de millones de dólares en inversiones en el supuesto esquema Ponzi de Madoff.

Madoff permanece bajo arresto domiciliario en su apartamento en Manhattan tras pagar una fianza de US$10 millones.

Sin embargo, se desconoce el paradero de Stanford, cuyos bienes fueron congelados por la SEC. Medios de prensa estadounidenses aseguraron que el financista texano trató de arrendar un jet privado para salir de Houston hacia Antigua, pero que la compañía rechazó su tarjeta de crédito.

El gobierno de Venezuela anunció la intervención de la filial del banco Stanford en ese país, luego de conocerse de la investigación por fraude que se inició en Estados Unidos contra el empresario estadounidense Robert Allen Stanford, presidente y accionista principal del grupo de empresas del mismo nombre.

El anuncio fue hecho en la mañana de este jueves por el ministro de Finanzas venezolano, Alí Rodríguez Araque.

La situación del grupo Stanford ha generado gran preocupación en América Latina y el Caribe, donde varias ramificaciones de sus negocios han tenido que cerrar mientras se esclarecen las acusaciones.

PRESENCIA EN A. LATINA
Venezuela
Mexico
Ecuador
Colombia
Panamá
Perú
Además, cientos de personas han acudido a distintos bancos de la región asociados con el multimillonario para intentar retirar su dinero, por temor a que los activos sean congelados de manera indefinida, algo que ha comenzado a suceder en algunos países.

La Comisión de Valores y Bolsas de Estados Unidos (SEC, por sus siglas en inglés) presentó cargos contra el empresario por un presunto fraude de aproximadamente US$8.000 millones, en lo que representa el segundo escándalo de esta naturaleza que azota al sistema financiero de Estados Unidos en los últimos meses, tras el caso de Bernard Madoff.


¿Dónde está?

Las autoridades financieras estadounidenses dicen que desconocen el paradero de Stanford, quien no ha sido visto desde el martes, cuando la SEC presentó su denuncia.

La SEC dijo que sólo el financista y un asociado cercano saben dónde está la mayor parte del dinero.

De 58 años de edad, Stanford tiene doble ciudadanía (de Antigua y Estados Unidos), y es visto como una figura exuberante, con vínculos con políticos y estrellas del deporte estadounidense. Es el principal inversionista privado de las islas caribeñas de Antigua y Bermuda.

La SEC acusa a Stanford de haber vendido certificados de depósito -prometiendo elevados beneficios, de hasta 8% de interés- que no estaban garantizados por la Corporación Federal de Seguro de Depósitos de EE.UU.

En Venezuela

La corresponsal de BBC Mundo en Caracas, Yolanda Valery, informó que, en una alocución, el ministro de Finanzas trató de despejar cualquier duda sobre la estabilidad del sistema bancario nacional.

Foto de archivo de R. Allen Stanford.
Robert Allen Stanford fue acusado de fraude por la SEC.
Alí Rodríguez hizo énfasis en que la medida de intervención respondía a la situación puntual del banco en Antigua.

Se estima que los depósitos de inversores venezolanos en el Stanford Bank se encontraría entre los US$2.000 y 3.000 millones, pero de acuerdo con el Superintendente de Bancos y otras Instituciones Financieras (Edgar Hernández) no hay una cifra concreta.

Esto representa cerca del 30% del total de depósitos en la matriz de Antigua.

En cuanto a la filial venezolana, el titular de las Finanzas indicó que hasta ayer tenía absoluta solvencia.

El miércoles, el superintendente de bancos había dicho que la sucursal venezolana del Stanford Bank es independiente de las sedes de esa institución en Estados Unidos y el Caribe, por lo que no creía que hubiera repercusiones entre los clientes en Venezuela.

En Antigua

Entre las compañías acusadas de fraude por la SEC estadounidense figuran Stanford International Bank, con sede en la isla caribeña de Antigua, Stanford Group Co, basado en Houston, EE.UU., y la consultora Stanford Capital Management.

En Antigua, se cree que Stanford recaudó miles de millones de dólares a través de su filial internacional, prometiendo que el dinero se invertiría en instrumentos financieros confiables, pero la SEC asegura que el dinero se destinó a otro tipo de inversiones y, por lo tanto, consiguió una orden judicial para congelar los activos de los acusados, entre quienes se encuentran dos altos directivos financieros del grupo.

"Como sostuvimos en nuestra demanda, Stanford y el cerrado círculo de familiares y amigos con quienes dirige sus negocios perpetraron un enorme fraude basado en falsas promesas", señaló la directora de vigilancia y control de la SEC, Linda Thomsen, en un comunicado.

El efecto en América Latina

El grupo Standford tiene, además, varios negocios en América Latina.

Filial del banco Stanford en Antigua.
Loa activos de varias filiales del grupo Stanford fueron congelados.

En la capital de México, decenas de inversionistas reclamaron sus ahorros frente a las oficinas de Stanford Financial, que no abrió sus puertas este miércoles.

En Panamá, la autoridad reguladora de bancos anunció que tomaba el control de la filial de Stanford Financial Group.

La unidad en Colombia suspendió sus operaciones en el mercado local, con la autorización de la Superintendencia Financiera.

"No es una intervención, es una inactivación proferida y patrocinada por la administración de la compañía, que la Superintendencia (Financiera) aceptó en la medida en que la firma no tiene problemas de caja y hemos sido completamente transparentes a la hora de mostrar lo que tenemos acá", le dijo el gerente de la firma de Stanford Financial Group en Colombia, Álvaro Camaro, a la agencia de noticias Reuters.

Según el comunicado de prensa de la Superintendencia Financiera, Stanford S.A. sólo podrá utilizar los recursos en su poder para cumplir operaciones y compromisos pendientes en el mercado de valores.

En Ecuador, una subsidiaria local de Stanford deberá suspender sus operaciones por 30 días en la bolsa de Quito.

Y en Perú, los reguladores enviaron a un equipo de inspección a la oficina local de Stanford.

En Miami, EE.UU., se supo que este miércoles fueron allanadas por autoridades federales las oficinas de Stanford Group, un día después de que cerca de 40 funcionarios hicieran lo mismo en la sede principal del banco en Houston, Texas.

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26/10/2008 free counters

La red social especializada en contactos Meetic compra a su rival Match.com


La adquisición convierte a la compañía en la líder indiscutible en Europa y Estados Unidos

ELPAÍS.com - Madrid - 20/02/2009


La red social especializada en contactos Meetic, pionera en este tipo de servicios en Estados Unidos, ha anunciado la adquisición de su gran rival europeo, Match.com, que lidera el mercado en los países nórdicos y en Reino Unido. El movimiento garantiza a Meetic una posición dominante en el mercado europeo, cuyo control se disputaban ambas compañías.


En un comunicado de prensa, Meetic justifica la adquisición en las grandes sinergias que mantienen ambas compañías, sobre todo geográficas. Además, la empresa cree que genera un gran valor añadido a sus clientes, quienes dispondrán de muchos más usuarios con los que poder contactar sin tener que suscribirse en nuevos servicios.

La operación, que deberá contar con el visto bueno de las autoridades antimonopolio y de la junta de accionistas de Meetic, conlleva un coste de 5,3 millones de euros más la cesión de un 26,8% de las acciones de la nueva compañía a IAC, hasta ahora propietaria de Match.com.

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26/10/2008 free counters

“Somos solteiros!”

por Tutty Vasques,

Gilberto Kassab venceu a timidez e ligou para Marta Suplicy dando-lhe as boas-vindas ao clube dos solteiros.

Ficou de confirmar amanhã a hora que sai o bloco.


HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

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26/10/2008 free counters