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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Desabamento de prédio deixa 11 mortos no Egito


Prédio caiu durante a madrugada, enquanto moradores dormiam.
Bombeiros ainda procuram 15 sobreviventes.

Do G1, em São Paulo


Foto: Reuters

Destroços do desabamento de um prédio, que ocorreu em Alexandria, a 230 km ao norte do Cairo (Foto: Reuters)

Foto: Adel Al-Masry/AFP

Segundo a agência de notícias France Presse, 11 pessoas morreram e 10 ficaram feridas. O prédio desabou de madrugada, enquato os moradores dormiam. Segundo a agência, os bombeiros ainda procuram por 15 desaparecidos (Foto: Adel Al-Masry/AFP)

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26/10/2008 free counters

Bovespa cai forte e dólar passa dos R$ 2,40

Bovespa cai de olho em reflexos da crise

BCs mundiais cortaram juros para estancar sangria dos mercados.
Na quinta-feira, Bovespa fechou em queda de 4,66%.

Do G1, em São Paulo
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) volta a operar em queda nesta quarta-feira (8), de olho nas medidas anticrise anunciadas no exterior. Às 10h32, o Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, já registrava baixa de 6,08% aos 37.700 pontos.

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26/10/2008 free counters

Índice desaba 6%, seguindo pânico global


REUTERS


SÃO PAULO - A Bolsa de Valores de São Paulo acompanhava o pânico generalizado dos mercados internacionais nesta quarta-feira, com o fracasso da ação coordenada de bancos centrais no mundo inteiro para tentar evitar uma profunda recessão.

Às 10h25, o Ibovespa apontava desvalorização de 5,77 por cento, para 37.887 pontos, logo após ter caído mais de 6 por cento. O giro financeiro era de 301 milhões de reais.

O Federal Reserve (banco central norte-americano), o Banco Central Europeu e autoridades monetárias de outros países anunciaram nesta manhã uma ação coordenada de corte de 0,5 ponto porcentual da taxa de juro de suas respectivas economias.

O anúncio provocou uma reação imediata positiva, mas o movimento foi logo revertido e as bolsas de valores despencavam no mundo inteiro.

(Reportagem de Aluísio Alves; Edição de Vanessa Stelzer)

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26/10/2008 free counters

Rússia começa a retirar soldados da Geórgia


DMITRY SOLOVYOV E MARGARITA ANTIDZE - REUTERS


KARALETI, GEÓRGIA - Soldados russos começaram na quarta-feira a retirar-se da zona de segurança localizada ao redor da região separatista da Ossétia do Sul (Geórgia), dois meses depois de uma rápida guerra ter gerado tensão entre a Rússia e o Ocidente.

Um repórter da Reuters seguiu um comboio de cerca de 20 caminhões e veículos blindados das Forças Armadas russas enquanto deixavam o posto de controle de Karaleti e cruzavam a fronteira com a Ossétia do Sul, 20 quilômetros ao norte.

A Rússia disse que a manobra terminaria dentro de um dia.

O país tem até sexta-feira para completar a retirada de soldados estacionados nas zonas de segurança formadas ao redor da Ossétia do Sul e da Abkházia, outra região separatista da Geórgia. O prazo está previsto no acordo de cessar-fogo mediado pela França em nome da União Européia (UE).

As zonas surgiram depois de a Rússia ter enviado tanques e soldados para rechaçar um ataque lançado pelo governo georgiano com o intuito de retomar o controle sobre a Ossétia do Sul.

A contra-ofensiva russa viu-se condenada por potências ocidentais e aprofundou os temores sobre a falta de segurança no Cáucaso, uma rota de passagem do petróleo e do gás vindos do mar Cáspio em direção à Europa ocidental.

"A Rússia começou a retirar suas forças de paz de todos os seis postos de controle localizados no sul da zona de segurança", disse à Reuters Igor Konashenkov, assessor do comandante das forças russas de infantaria.

Uma segunda linha de soldados russos encontra-se sobre a, ou perto da, fronteira da Ossétia do Sul, o que poderia complicar os esforços da UE para verificar se a Rússia cumpriu ou não os termos do acordo.

No oeste da Geórgia, um repórter da Reuters TV viu uma coluna de 50 a 60 veículos militares da Rússia saindo da base militar de Urta e cruzando o rio Inguri, para ingressar na Abkházia.

Uma missão de observadores da UE, cujos membros não portam armas, monitora a retirada. Segundo essa missão, os postos de controle estavam sendo desmantelados também nas proximidades da Abkházia. A Geórgia afirmou que consideraria a retirada completa quando as forças russas deixassem a Abkházia e a Ossétia do Sul.

(Reportagem adicional de Matt Robinson em Tbilisi e Liutauras Strimaitis em Zugdidi, Geórgia)

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26/10/2008 free counters

Após corte mundial de juros, Bovespa abre em baixa e dólar dispara

Após ação dos BCs, Bovespa abre em baixa e dólar dispara

Redação


SÃO PAULO - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abriu em queda nesta quarta-feira, 8, seguindo a tendência dos mercados no mundo. O dólar segue em alta e na BM&F disparava 6,19%, a R$ 2,455, por volta das 10 horas (de Brasília). Para evitar mais um dia de pânico entre os investidores, líderes de diversos países anunciaram medidas de socorro nesta manhã. As atenções se voltam principalmente para a ação coordenada do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e outros grandes bancos centrais do mundo de cortar em 0,50 ponto porcentual as taxas de juro de suas respectivas economias. Às 10h08 (de Brasília), o Ibovespa cedia 3,36%, aos 38.790 pontos.

A ação anunciada nesta manhã envolveu sete bancos centrais: o Fed, o BC inglês, o BC europeu, o BC chinês, o BC suíço, o BC canadense e o BC sueco. O governo britânico também anunciou nesta quarta um pacote de até US$ 88 bilhões para resgatar o sistema bancário do país.

Mais cedo, a Bolsa de Tóquio despencou 9,38%, em sua maior queda desde que os mercados globais sofreram a pior desvalorização diária da história na "segunda-feira negra" de 19 de outubro de 1987.

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26/10/2008 free counters

Antiinflamatórios podem reduzir risco de câncer de mama, diz estudo


Redução seria de até 21% com o uso freqüente de alguns medicamentos.


- O uso freqüente de antiinflamatórios pode reduzir o risco de câncer de mama em até 21%, afirma um estudo publicado na edição desta quarta-feira da revista científica Journal of the National Cancer Institute.

Cientistas espanhóis e canadenses revisaram 38 estudos sobre a relação entre a doença e o uso dos remédios, com análises sobre a saúde de um total de 2,7 milhões de mulheres, para chegar à conclusões.

Eles observaram que o uso freqüente dos antiinflamatórios causa uma redução média de 12% no risco de se desenvolver câncer de mama.

Ao analisar dados específicos de cada tipo do remédio, os cientistas identificaram que o uso da Aspirina seria responsável por uma redução de até 13%, enquanto o consumo regular de Advil reduziria os riscos em até 21%.

"Os resultados são encorajadores e podem nos ajudar a compreender melhor a importância do papel das inflamações na patologia da doença", disse Mahyar Etminan, da Universidade de British Columbia, no Canadá, que coordenou o estudo.

Hipótese

Estudos anteriores alcançaram resultados conflitantes sobre a relação entre o uso dos medicamentos e a redução no risco de desenvolver a doença.

Na pesquisa recente, a análise foi feita a partir de estudos observacionais e não contou com testes clínicos.

Por essa razão, Etminan ressalta que, apesar dos resultados serem animadores, ainda devem ser considerados apenas como uma hipótese. O cientista não recomenda o uso freqüente dos medicamentos para mulheres que querem se prevenir contra a doença.

"Não recomendamos o uso freqüente dos antiinflamatórios como medida de prevenção para o câncer de mama até que testes clínicos confirmem esses resultados", disse ele.

Segundo ele, apenas depois dos testes será possível avaliar os mecanismos biológicos envolvidos na relação entre o uso dos antiinflamatórios e a redução nos riscos do câncer de mama.

Etminan afirma ainda que os testes já estão sendo realizados pela equipe. Os resultados serão divulgados em 2009. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

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26/10/2008 free counters

PCC é suspeito de matar e carbonizar vítimas em carros


Facção usaria método para dificultar identificação de vítimas; em 3 anos, houve 101 casos

Bruno Tavares, de O Estado de S. Paulo, e Josmar Jozino, do Jornal da Tarde


SÃO PAULO - O Primeiro Comando da Capital (PCC) encontrou outra maneira para matar seus desafetos e dificultar a identificação das vítimas: carbonizar os corpos em porta-malas ou no banco de trás de veículos roubados e furtados - semelhante à prática do "microondas", queima com ajuda de pneus, nos morros cariocas. A Polícia Civil investiga a participação da facção em pelo menos sete dos nove assassinatos desse tipo nos últimos 24 dias na capital e na Grande São Paulo. Em três anos, já são 101 casos.

Peritos do Instituto Médico-Legal (IML) constataram, nos últimos três anos, crescimento na quantidade de corpos carbonizados. Uma contagem feita pelo Núcleo de Antropologia Forense do IML Central - que atende à maior parte dos postos do instituto na capital - mostra que o pico ocorreu em 2006, quando foram registrados 43 casos. No ano seguinte, deram entrada no instituto 31 cadáveres nessas condições. Neste ano, até ontem, já foram 27.

Embora essa contabilidade também contemple os mortos em incêndios, peritos ouvidos pela reportagem dizem que a maior parte dos corpos carbonizados analisados nesse período apresentava sinais de execução. Em alguns casos, as vítimas tiveram as mãos e os pés amarrados. "O fato de os corpos estarem queimados dificulta o nosso trabalho, mas, até agora não deixamos de identificar ninguém", disse um legista.

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) suspeita que dos nove corpos carbonizados encontrados a partir de 12 de setembro deste ano, sete vítimas foram executadas a mando do PCC, ou mesmo por integrantes da facção, sendo cinco na zona leste e duas na zona norte. O outro crime aconteceu na zona sul, no fim de semana passada, e o último anteontem à noite, em São Bernardo do Campo, no ABCD.

Em 16 de abril, dois homens amarrados com fios de cabo de aço foram encontrados numa Picape Montana, na Avenida Giovanni Gronchi, Morumbi, zona Sul. Os corpos estavam carbonizados. O DHPP prendeu dois suspeitos do crime - ambos têm ligações com o PCC.

No dia 12 de setembro, PMs encontraram três corpos carbonizados num Gol, na Rua Tineciro Icibaci, em Itaquera. Segundo a Polícia Civil, o carro havia sido roubado dois dias antes no Conjunto Habitacional Teotônio Vilela, também na zona leste.

No início da madrugada de 1º de outubro, outro corpo foi encontrado na Rua Tineciro Icibaci, na altura do número 1.200. A vítima carbonizada estava no porta-malas de um Celta preto, roubado em 2006 em Sapopemba, zona leste. Às 7 horas do mesmo dia, no mesmo bairro, PMs encontraram outro corpo carbonizado, num Fusca estacionado na Rua Agrimensor Sugaya.

Segundo o DHPP essas mortes podem estar relacionadas. "Os corpos foram deixados em locais diferentes para prejudicar as investigações", disse um delegado. Anteontem, o corpo carbonizado de um homem foi encontrado no porta-malas de um Fiesta branco no bairro Estoril, em São Bernardo. Os braços da vítima estavam amarrados. O carro foi adquirido de forma fraudulenta.

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26/10/2008 free counters

Bancários iniciam greve no País e protestam em agência de SP


Paralisação foi decidida na última terça, em assembléias no País; sindicato quer reajuste salarial de 13,23%

Paulo Justus, de O Estado de S. Paulo


SÃO PAULO - A partir desta quarta-feira, 8, bancários de todo o País começaram greve por tempo indeterminado. A decisão foi tomada na noite anterior, quando ocorreram assembléias em todos os 150 sindicatos ligados à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo de Finanças (Contraf), que representam 90% da categoria. O sindicato afirma que o auto-atendimento não será atingido pela paralisação e cabe às direções dos bancos decidirem se fecham ou se mantêm aberta a área dos caixas eletrônicos.

Os bancários de São Paulo, Osasco e Região aderiram à paralisação. Eles reivindicam reposição salarial de 7,15%, por conta do efeito da inflação, e mais 5% de aumento real, além da valorização dos pisos, auxílio-creche no valor de R$ 415, vale-refeição no valor de R$ 17,50 por dia e PLR composta de três salários, mais valor fixo de R$ 3.500.

Um grupo de 90 bancários, de acordo com a Polícia Militar, estavam em frente a uma agência bancária, na região da República, no centro de São Paulo. De acordo com a PM, a manifestação era pacífica e teve início às 9 horas desta quarta. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), não atrapalhava o trânsito.

O último levantamento divulgado pela Contraf, às 22 horas, apresentava 75 aprovações da greve. Cinco sindicatos já estavam em greve desde a semana passada. Três assembléias rejeitaram a paralisação em São Carlos (SP) e nos sindicatos de Blumenau e Videira, em Santa Catariana.

A greve foi deflagrada porque a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) não apresentou nova proposta desde a paralisação de 24 horas realizada no dia 30 de setembro. O protesto marcou a rejeição da proposta da Fenaban, de reajuste de 7,5%. "Eles apostaram no confronto e os bancários reagiram com a greve por tempo indeterminado", diz Vagner Freitas, presidente da Contraf e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.

Os bancários reivindicam aumento real de 5% - a proposta da Fenaban é de apenas 0,35% acima da inflação -, valorização dos pisos salariais, participação nos lucros e resultados (PLR) maior e simplificado, fim das metas abusivas e do assédio moral.

A categoria justifica as demandas pelos ganhos dos bancos. "Os bancos são o setor que mais ganha dinheiro na economia e apresentaram uma proposta muito aquém das reivindicações, abaixo das conquistas que outras categorias profissionais tiveram neste ano. E ainda propõem uma PLR menor", diz Freitas. Na terça, a Contraf divulgou um estudo do Dieese que comparava a PLR e o lucro dos bancos. Dos nove bancos consultados, apenas a Caixa Econômica corrigiu o adicional da PLR de acordo com o aumento do lucro do banco.

Emergências

Quem precisar dos serviços bancários pode recorrer aos correspondentes, como casas lotéricas e supermercados, ou ao internet banking. "Não queremos prejudicar os consumidores, queremos que os bancos se movimentem para que essa greve acabe logo", diz Freitas. O Sindicato dos Bancários de São Paulo e Osasco informou que os caixas eletrônicos continuarão funcionando normalmente. O Comando Nacional dos Bancários aguarda a nova proposta da Fenaban. "Caso recebamos nova proposta, convocarem novas assembléias. "

(Com Solange Spigliatti, do estadao.com.br)

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26/10/2008 free counters

Spanair suspendió un mes de empleo y sueldo a un copiloto que se quedó dormido en un despegue


El comandante denunció los hechos ocurridos en 2005 en un vuelo entre Alicante y Las Palmas pero no impidió la maniobra

ELPAÍS.com - Madrid - 08/10/2008


La compañía aérea Spanair multó con 30 días de empleo y sueldo a un copiloto que se quedó dormido durante el despegue de un vuelo el 9 de septiembre de 2005 entre Alicante y Las Palmas, según informa la Cadena Ser. El comandante denunció los hechos pero no impidió el ascenso del avión.


"El otro piloto procedía a reclinar el asiento, y acomodarse en el mismo con una almohada en disposición de ponerse a dormir, lo que efectivamente llegó a hacer hasta terminar la maniobra de ascenso cuando entró en la cabina el jefe de auxiliares", según recoge un informe redactado por la propia compañía, que subraya la sorpresa del comandante al presenciar la actitud de su compañero.

Spanair consideró que el copiloto había incurrido en una falta disciplinaria muy grave de desobediencia en el trabajo, y estuvo suspendido de empleo y sueldo entre el 19 de enero y el 17 de febrero de 2006.

El informe señala también que el copiloto amenazó "de palabra y gestualmente" al comandante de vuelo cuando éste le informó al día siguiente en el hotel de que le iba a denunciar.

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26/10/2008 free counters

El FMI pronostica que España entrará en recesión el próximo año


El organismo prevé que el PIB español cierre 2009 con un crecimiento negativo del 0,2%

EFE - Washington - 08/10/2008


La economía española, que no ha sufrido una recesión desde el año 1993, sufrirá el próximo año una contracción del 0,2%, según ha pronosticado hoy el Fondo Monetario Internacional (FMI). El dato, contenido en el informe semestral de las Perspectivas Económicas Mundiales, difiere de la previsión oficial del Gobierno, que contempla para el año próximo un crecimiento del Producto Interior Bruto (PIB) del 1%, según figura en el proyecto de Ley de los Presupuestos Generales del Estado para 2009.

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26/10/2008 free counters