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terça-feira, 19 de agosto de 2008

'Entre lençóis' com Gianecchini


O diretor colombiano Gustavo Nieto Roa esteve em São Paulo para mostrar o primeiro tratamento de "Entre lençóis" a Reynaldo Gianecchini. O ator, que está em cartaz com a peça "Doce deleite", foi a São Paulo só para a sessão. Paola Oliveira, que contracena com ele não pôde ir porque está gravando "Ciranda de pedra". O filme, quase totalmente rodado num quarto de motel, mostra o encontro dos personagens dos dois.

Na foto, Gianecchini posa com Roa e a mulher dele, Diana.

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26/10/2008 free counters

Grazi começa a gravar hoje e pede a bênção


Grazi Massafera começa a gravar "Negócio da China" hoje numa externa no Rio. Ela ligou para Miguel Falabella para "pedir a bênção" antes de entrar em cena.

_ Como ainda não conseguimos nos encontrar, ela me telefonou _ conta Miguel. _ Disse que era para que eu ligasse para ela caso venha a achar que ela precisa de um puxão de orelhas. Fiquei encantado. É uma princesa.

As gravações da novela das 18h, que vai suceder a "Ciranda de pedra", já começaram.

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26/10/2008 free counters

Canal das eleições 2008 estréia no estadao.com.br

Canal das eleições 2008 estréia no estadao.com.br

Confira as principais notícias, perfis e dados sobre o pleito de outubro

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26/10/2008 free counters

O peso do horário eleitoral



A contar de hoje, serão 45 dias de propaganda no rádio e na TV para as eleições municipais de 5 de outubro: em cada meio, uma hora diária, dividida em duas sessões, um dia para os candidatos a vereador, outro, para os candidatos a prefeito, menos aos domingos; e, também aos domingos, 30 minutos de anúncios de até 60 segundos, ao longo da programação, apenas para os aspirantes às prefeituras. Pode-se criticar a duração do horário eleitoral. Não bastariam, talvez, 21 dias até a antevéspera da votação? Nesse caso, teriam menos a reclamar os brasileiros para quem a política em geral e a conversa dos políticos em especial não passam de um aborrecimento - ainda mais esta última, por desarrumar o horário nobre que organiza as noites da maioria da população. Também se queixariam menos os eleitores cujo nível de informação torna esse período praticamente irrelevante para as suas escolhas nas urnas.

O que não se pode, no entanto, é condenar o chamado horário gratuito, ou porque seria uma mistificação ou porque o público, afinal, não se interessaria pelo espetáculo. Ambas as alegações são superficiais e parecem situar-se cada vez mais na contracorrente dos fatos sabidos - com a ressalva de que toda generalização é arriscada quando se trata de 15 mil candidatos a prefeito e outros 350 mil a vereador, disputando o voto de 130 milhões de eleitores em 5.500 municípios de um país continente. Isto posto, diga-se desde logo que o modelo brasileiro de campanha, dando aos políticos acesso à mídia eletrônica, sob normas concebidas para reduzir a desigualdade de oportunidades eleitorais entre eles, é muito mais democrático do que, por exemplo, o dos Estados Unidos, onde partidos e candidatos dependem dos lobbies do poder econômico para bancar com as suas doações os astronômicos custos da sua propaganda na televisão.

Além disso, no horário eleitoral, os políticos brasileiros já não conseguem engabelar os eleitores como decerto gostariam. A sucessão dessas temporadas bienais, de um lado, e a intimidade dos espectadores com os artifícios da linguagem televisiva, de outro - esta é uma das sociedades mais vidradas em TV que se conhecem -, combinam-se para tornar transparentes a grande número de eleitores os truques cênicos com que os marqueteiros tentam manipulá-los. Nos últimos 20 anos, pois, o brasileiro aprendeu razoavelmente a distinguir o joio do trigo nos shows de caça ao voto. E os caçadores sabem disso. Hoje em dia, em nenhuma outra modalidade de emissão, seja noticiosa, publicitária ou de entretenimento, os respectivos produtores esquadrinham sem cessar e tão de perto - online, a rigor - as reações do público como as equipes dos candidatos a cargos majoritários. À medida que amadurecem, tais respostas reduzem o espaço à pirotecnia e à enganação.

Mesmo nas breves inserções que podem ir ao ar a todo instante - e que se diferenciam dos horários fixos por focalizar antes a imagem com que os candidatos querem ser identificados do que as prioridades de governo pelas quais querem ser votados -, a engenharia da persuasão leva em conta constantemente o juízo do eleitor. Este, por sinal, costuma ficar mais atento do que se supõe ao que lhe é dito e mostrado, principalmente nos primeiros e nos últimos dias do ciclo (reproduzindo as curvas de audiência das novelas). Pesquisas vinculam esse estado de espírito à percepção de que o horário gratuito é a rara circunstância em que os políticos falam diretamente com ele, eleitor, em vez de falar só com outros políticos ou com o pessoal que encontra nas suas incursões eleitorais. Por isso, o período funciona como uma espécie de tira-teima, em que os votantes - no caso, cada vez mais seguros do que esperam de um prefeito - passam a limpo as suas impressões prévias dos candidatos.

Por fim, os efeitos da propaganda no rádio e na TV não dependem estritamente da sua massa de ouvintes e espectadores. Toda comunicação, como se sabe, flui em duas etapas: na primeira, os que a receberam formam a própria opinião a respeito; na segunda, formam, com as suas versões, a opinião dos que não foram diretamente alcançados pela mensagem. Com o horário eleitoral não é diferente - e desse modo influi poderosamente na definição do voto popular.

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26/10/2008 free counters

Defensoria move ação contra bancos por perdas nos planos Verão e Collor II

por Marcelo Moreira,

RODRIGO GALLO - JORNAL DA TARDE

A Defensoria Pública de São Paulo ingressou com uma ação coletiva na Justiça contra os bancos na tentativa de garantir o direito dos consumidores receberem as correções referentes aos planos Verão, Collor I e Collor II. Com a implantação dos pacotes econômicos, correções monetárias e reposições de inflação não foram feitas, motivando milhares de ações judiciais.

Outras entidades, como o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), já abriram processos semelhantes.
Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a responsabilidade pelas perdas não é do sistema financeiro, mas do governo.

De acordo com a Defensoria, essa nova ação garante que, em caso de sentença favorável, todos os clientes prejudicados do Estado poderão receber as correções. A diferença é que, em muitas outras ações, os beneficiários seriam apenas os associados da entidade que ingressou na Justiça.

Se a Defensoria ganhar a briga, os correntistas deverão reunir os extratos da poupança referentes aos períodos em questão para conseguir receber o dinheiro.

Esse processo pode demorar até dez anos para chegar ao fim, segundo o advogado Alexandre Berthe. “Isso ocorre por ser uma ação coletiva. Caso o consumidor entre com um processo individual, demora em média dois anos para receber.”

O caso mais urgente é o do Plano Verão. Os correntistas que tinham dinheiro na poupança em janeiro de 1989, com o aniversário da conta entre os dias 1 e 15, deve buscar seus direitos até dezembro.

Segundo Berthe, ainda não vale a pena ingressar com ação individual para recuperar as perdas do Plano Collor II, pois a Justiça ainda não chegou a um consenso sobre o porcentual das correções.

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS

  • PLANO VERÃO

    Extratos da poupança e janeiro e fevereiro de 1989

  • COLLOR I

    Extratos da poupança de março, abril e maio de 1990

  • COLLOR II

    Extratos da poupança de janeiro, fevereiro e março de 1991

  • Se o banco não fornecer os extratos, solicite uma medida
    cautelar na Justiça, que custa no mínimo R$ 1.358, segundo a OAB
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    26/10/2008 free counters

    Bradesco, Itaú e BB estão entre 15 maiores bancos das Américas


    Segundo estudo da consultoria Economática, é a primeira vez que três bancos brasileiros fazem parte da lista

    Da Redação


    SÃO PAULO - Os três maiores bancos brasileiros de capital aberto, Banco do Brasil, Bradesco e Itaú estão, pela primeira vez, entre os 15 maiores das Américas - exceto Canadá. A informação é da Economática, com base nos balanços de resultados do segundo trimestre de 2008, convertendo os valores de R$ para US$.

    Entre 2002 e 2008, o Banco do Brasil subiu 15 posições no ranking, para a 12ª posição em junho, com ativos no valor de US$ 261,6 bilhões. De acordo com a Economática, há seis anos o banco era o 27º, com ativos no total de US$ 57,9 bilhões.

    O Bradesco, por sua vez, galgou 24 posições, da 37ª em dezembro de 2002, com US$ 40,4 bilhões em ativos, para a 13ª colocação em junho de 2008, com ativos de US$ 253,3 bilhões. O crescimento no período foi de US$ 212,9 bilhões, o maior entre os três bancos brasileiros.

    Já o Itaú cresceu 33 posições, saindo de US$ 31,5 bilhões no final de 2002, 48º lugar, para US$ 216,0 bilhões em ativos, no 15º lugar, um crescimento de US$ 184,5 bilhões. O Unibanco figura no 27º posto, com US$ 108 bilhões em junho de 2008, ante ativos de US$ 21,3 bilhões em dezembro de 2002 (59ª).

    Maiores do Brasil

    O Banco do Brasil é atualmente o maior banco por ativos do País, seguido pelo Bradesco e Itaú. No segundo trimestre deste ano, porém, a diferença entre o Bradesco e o Banco do Brasil foi a menor da história. O Bradesco tem 96,8% do total dos ativos do Banco do Brasil, os números de 2008 ainda não consideram as aquisições recentes feitas pelas instituições. No final de 2002, o Bradesco tinha 69,8% do total de ativos do banco do Brasil.

    O Banco Itaú terminou o 2º trimestre com ativos equivalentes a 82,6% dos ativos do Banco do Brasil. Em dezembro de 2002, o Itaú tinha o equivalente a 54,3% do total dos ativos do Banco do Brasil.

    Veja abaixo a tabela com os 20 maiores ativos de bancos de capital aberto das Américas e o gráfico da relação dos ativos do Banco do Brasil contra Bradesco e Itaú:

    Fonte: Economatica

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    26/10/2008 free counters

    Premiação problemática em Gramado

    por Luiz Zanin,

    GRAMADO - Vai aí, meio a seco, a premiação de Gramado, que acabou com a consagração de Nome Próprio, de Murilo Salles, em cartaz em São Paulo. Já participei de muitos júris e sei como é difícil fazer as composições internas. Mesmo assim, parece estranho que um filme como Juventude tenha o melhor elenco, o melhor roteiro, a melhor direção...e não seja o melhor filme. Isso, entre outras coisas problemáticas. A principal delas: o festival perdeu uma oportunidade histórica ao deixar de premiar o intenso filme de estréia de Matheus Nachtergaele, A Festa da Menina Morta. Nada contra Nome Próprio, mas festivais não podem perder a chance de apontar como vencedora uma obra como a de Matheus.

    Aliás, Gramado é o campeão das oportunidades perdidas. Ano passado foi a mesma coisa. Teve a chance de indicar Deserto Feliz, de Paulo Caldas, e optou por Castellar na Terra dos Generais, belo documentário de Prates Corrêa, mas sem o mesmo impacto do filme de Caldas. O júri deste ano foi composto por cineastas respeitáveis (Ana Carolina, Roberto Gervitz, Lina Chamie e Carlos Gerbase) e um crítico a quem admiro, Marcelo Janot.

    Tiveram nas mãos a oportunidade de fazer uma premiação histórica. E a deixaram escapar. Pena.

    Premiação 2008. Júris oficiais, Prêmios Kikitos

    Longa-Metragem Brasileiro:

    Melhor filme de longa-metragem: NOME PROPRIO de Murilo Salles
    Melhor Diretor: Domingos Oliveira pelo filme JUVENTUDE
    Melhor Ator: Daniel de Oliveira pelo filme A FESTA DA MENINA MORTA
    Melhor Atriz: Leandra Leal pelo filme NOME PROPRIO
    Melhor Roteiro: Domingos Oliveira pelo filme JUVENTUDE
    Melhor Fotografia: Lula Carvalho pelo filme A FESTA DA MENINA MORTA
    Prêmio Especial do Júri: A Festa Damenina Morta de Matheus Nachtergaele
    Premio de Qualidade Artística: para os Atores Aderbal Freire Filho,
    Domingos Oliveira e Paulo Jose pelo filme JUVENTUDE
    Melhor Diretor de Arte: Pedro Paulo de Souza pelo filme NOME PROPRIO
    Melhor Música: Matheus Nachtergale pelo filme A FESTA DA MENINA MORTA
    Melhor Montagem: Natara Ney pelo filme JUVENTUDE
    Prêmio da Crítica: A Festa Da Menina Morta de Matheus Nachtergale
    Melhor filme do Júri Popular: A Festa Da Menina Morta de Matheus Nachtergale

    Longa-Metragem Estrangeiro:

    Melhor Filme: COCHOCHI de Israel Cardenas e Laura Guzman
    Melhor Diretor: Carlos Moreno pelo Filme PERRO COME PERRO
    Melhor Ator: Marlon Moreno e Oscar Borda pelo filme PERRO COMOE PERRO
    Melhor Atriz: Ana Carabajal pelo filme POR SUS PROPIOS OJOS
    Melhor Roteiro: Liliana Paolinelli pelo filme “ POR SUS PROPIOS OJOS
    Melhor Fotografia: Juan Carlos Gil pelo filme PERRO COME PERRO
    Prêmio Especial do Júri: para POR SUS PROPIOS OJOS
    Prêmio de Qualidade Artística: para COCHOCHI
    Excelência de linguagem técnica: COCHOCHI de Israel Cardenas e Laura Guzman
    Premio da Crítica: Perro come Perro de Carlos Moreno
    Melhor Filme do Júri Popular: POR SUS PROPIOS OJOS de Liliana Paolinelli

    CURTA METRAGEM

    Melhor filme: Areia de Caetano Gotardo
    Melhor Diretor: Jaime Lerner pelo filme Subsolo
    Melhor Ator: Augusto Madeira pelos filmes Blackout e Noite de Domingo
    Melhor Atriz: Malu Galli pelo filme Areia
    Melhor Roteiro: César Cabral e Leandro Maciel por Dossiê Rebordosa
    Melhor Fotografia: Heloisa Passos por Areia
    Premio Especial do Júri: Booker Pittman de Rodrigo Grota
    Melhor Diretor de Arte: José de Aguiar pelo filme Booker Pittman
    Melhor Música: Booker Pittman pelo filme Booker Pittman
    Melhor Montagem: César Cabral e Leandro Maciel pelo filme Dossiê Rê Bordosa
    Prêmio da Crítica: : Booker Pittman de Rodrigo Grota

    Mostra Gaúcha

    Melhor Filme: Um dia como hoje de Eduardo Wannmacher
    Melhor Direção: Diego Muller por Cortejo Negro
    Melhor Roteiro: Eduardo Wannmacher por Um dia como hoje
    Melhor Fotografia: Fernando Vanelli por Cortejo Negro
    Melhor Direção de Arte: Rita Faustini por O Sete Trouxas
    Melhor Música: Fausto Prado por Subsolo
    Melhor Montagem: Fábio Lobanowsky por Um dia como hoje
    Melhor Edição de Som: Cristiano Scherer por Rosário dos Navegantes
    Melhor Produtor/ Produtor Executivo: Pablo Muller por Cortejo Negro
    Melhor Ator: Júlio Andrade por Um dia como hoje
    Melhor Atriz: Carolina Sudat por Um dia como hoje

    Premiação paralela. Prêmios Cidade de Gramado

    Júri da Crítica
    Melhor longa-metragem Brasileiro: A Festa da Menina Morta
    Melhor longa estrangeiro: Perro come Perro
    Melhor curta: Booker Pittman

    Júri Popular
    Melhor Longa brasileiro: A Festa da Menina Morta
    Melhor longa estrangeiro: Por sus Propios Ojos

    Júri de Estudantes
    Curtas
    Melhor diretor de arte: José de Aguiar por Booker Pittman
    Melhor montagem: César Cabral e Leandro Maciel por Dossiê Rê Bordosa

    Longa-metragem brasileiro
    Melhor diretor de arte: Pedro Paulo de Souza, por Nome Próprio
    Melhor música: Matheus Nachtergaele por A Festa da Menina Morta
    Melhor montagem: Natara Ney, por Juventude

    Longa-metragem estrangeiro
    Excelência de linguagem técnica: Cochochi, de Israel Cardenas e Laura Guzman

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    26/10/2008 free counters

    Pentágono diz que russos não estão saindo da Geórgia


    REUTERS


    WASHINGTON - Os EUA ainda não identificaram nenhuma retirada substancial das forças russas estacionadas na Geórgia, afirmaram autoridades norte-americanas na terça-feira.

    "Não vimos nenhuma grande mudança na disposição das forças ali", afirmou a repórteres Bryan Whitman, porta-voz do Pentágono.

    Uma outra autoridade dos EUA disse: "Parece que as forças russas não estão se retirando da Geórgia em grande número."

    O conflito entre a Geórgia e a Rússia começou no começo do mês, quando o governo georgiano tentou, à força, retomar o controle sobre a região separatista da Ossétia do Sul. A Rússia respondeu com uma grande contra-ofensiva na qual derrotou facilmente os militares do país vizinho.

    Apesar de os dois lados terem firmado um cessar-fogo, autoridades georgianas e norte-americanas afirmam que a Rússia não parece estar retirando suas forças dali.

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    26/10/2008 free counters

    Aparelho vibra e irrita até usuário arrumar postura do corpo

    Neurologistas dos Estados Unidos apresentaram um aparelho que, utilizado em contato com a pele, vibra e incomoda o usuário até que ele acerte a postura. A idéia do iPosture é que a pessoa se acostume com a posição correta do corpo até não precisar mais do aparelho
    Divulgação
    iPosture vibra até que usuário acerte postura; chega ao mercado em setembro
    iPosture vibra para acertar postura; chega ao mercado em setembro

    O produto pode ser colocado na roupa ou diretamente sobre a pele. Segundo seus criadores, o aparelho deve ser usado por quatro horas por dia, pelas primeiras duas ou quatro semanas --quando ele se acostumar, deve ficar na postura correta sem ajuda do vibrador.

    Entretanto, o usuário deve continuar a usar o aparelho de duas a três vezes por semana, para manter a melhoria.

    O iPosture tem cerca de 2,5 cm de diâmetro e uma "tecnologia intuitiva" que detecta quando o corpo não está na postura correta.

    "A postura afeta diretamente a nossa imagem --e quão confiantes nós parecemos para os outros--, mas nós estamos muito ocupados que dificilmente temos tempo para pensar nisso", afirma Moacir Schnapp, um dos criadores do aparelho, em nota.

    O aparelho estará disponível no site www.iPosture.com, em setembro.

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    26/10/2008 free counters

    Site transforma mouse nas mãos de Jackson Pollock

    da Folha Online

    Sabe o Jackson Pollock (1912-1956), pintor norte-americano que virou referência do expressionismo abstrato? Este site --de utilidade nula-- faz o cursor do mouse operar como se fosse as mãos do artista.


    A técnica de pintura desenvolvida (mas não criada) por Pollock ficou conhecida como "dripping" (gotejamento).

    Consiste em respingar tinta sobre telas gigantes. As obras chamam atenção pelos traços escorridos e espalhados.

    Na página da web, basta chacoalhar o cursor para obter algum resultado. Clicando com o botão esquerdo do mouse o internauta consegue trocar de cores.

    Pollock abandonou o uso de pincel no decorrer de sua carreira. Chegou a empregar pedaços de madeira e escovas de dente para compor suas telas.

    Ele morreu num acidente de carro em agosto de 1956.

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    26/10/2008 free counters