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domingo, 24 de fevereiro de 2008

"Juízo Final"

Nada a ver

Murilo Benício, que substituirá Fábio Assunção na novela "Juízo Final", será casado com Claudia Raia e pai de Mariana Ximenes. Pela idade deles, não fica estranho?

Fonte : Zapping UOL

(Estranho mesmo tudo! Claudia Raia com Murilo e Murilo pai da Ximenes!!!!)

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26/10/2008 free counters

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Não sei de qual novela é essa foto do Fábio:

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26/10/2008 free counters

"O Primo Basílio"

(Nota velha)





Trailer do filme



Daniel Filho começa a filmar adaptação de "O Primo Basílio" em outubro

26 de agosto de 2006

O romance "O Primo Basílio", que o escritor português Eça de Queiroz escreveu em 1878, inspira Daniel Filho a gritar "ação!" em mais um set de filmagem. A partir de outubro, o diretor roda uma adaptação dessa clássica trama de adultério, transferindo o cenário de Lisboa para São Paulo, no ano de 1958. Com roteiro de Euclydes Marinho, trata-se da história de Luísa (Deborah Falabella), uma jovem romântica casada com Jorge (Reynaldo Gianechini), um engenheiro envolvido na construção da nova capital federal, Brasília. Sua vida vira de cabeça para baixo quando ela reencontra o primo Basílio (Fabio Assunção), sua antiga paixão, que volta ao Brasil após anos estudando no exterior. Mais nomes de peso completam o elenco, como Glória Pires, no papel da empregada Juliana, Simone Spoladore, como a desquitada Leopoldina, e Zezeh Barbosa, como a empregada Joana. Quem assina o projeto é a Lereby Produções, em co-produção com Globo Filmes, Miravista e Total Entertainment. O longa chegará às telas em 2007 , com distribuição da Buena Vista.

(Não assisti)





SITE DO FILME

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26/10/2008 free counters

VÍDEO: Morrem atores Rubens de Falco e Oswaldo Louzada

da Folha Online

Nesta sexta-feira as artes dramáticas sofreram uma dupla perda, com as mortes de Rubens de Falco e de Oswaldo Louzada.

Falco morreu aos 76 anos nesta manhã, ao sofrer uma parada cardíaca, no Centro Integrado de Assistência ao Idoso. Há dois anos ele estava internado na instituição para se recuperar de uma AVC (Acidente Vascular Cerebral, termo técnico para designar um derrame). A repórter da Ilustrada Dayanne Mikevis traz as informações.










O ator foi consagrado pelo papel de Leôncio na primeira versão da novela "Escrava Isaura", produzida pela TV Globo na década de 70. Em 2005, ele voltou à novela para o papel de comendador Almeida na versão produzida pela Record.

A emissora da Barra Funda divulgou uma nota de pesar pela morte de Falco.

Além de "Escrava Isaura", Falco participou das novelas "Sinha Moça", "Bambolê", "Brida", "Drácula", "Pacto de Sangue", entre diversas outras produções em emissoras como Globo, Record, SBT, Bandeirantes e TV Tupi.

A outra grande perda foi o ator Oswaldo Louzada, que morreu aos 95 anos no Rio de Janeiro devido a falência múltipla dos órgãos. Louzada interpretou um idoso que enfrentava os maus tratos da neta na novela "Mulheres Apaixonadas" em 2003. Seu último trabalho foi "Sob Nova Direção", da Globo.

O videocast é mais um produto gratuito que a Folha Online oferece para seus leitores. O programa é apresentado por Vivian Retz.

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26/10/2008 free counters

EÇA DE QUEIRÓS E ACRÍTICA AO COMPORTAMENTO DA MULHER NA SOCIEDADE PORTUGUESA

EÇA DE QUEIRÓS E ACRÍTICA AO COMPORTAMENTO DA MULHER NA SOCIEDADE PORTUGUESA

“Eu gosto de catar o mínimo e o escondido. Onde ninguém mete o nariz, ai entra o meu, com a curiosidade estreita e aguda que descobre o encoberto”. (Machado de Assis)


RESUMO: Eça de Queirós revela em suas obras uma crítica ferrenha ao tradicionalismo da sociedade burguesa e ao conservadorismo da igreja especificamente na segunda fase, composta pelos romances que formam a trilogia conhecida como Cenas da Vida Portuguesa mais o romance A Relíquia. Neles, o autor expõem as mulheres, na maioria das vezes, como adúlteras ou beatas. Esse papel desempenhado pela figura feminina procura desvelar toda a hipocrisia e moral decadente do século XIX por meio de uma análise psicológica que visa criticar para corrigir a sociedade da época

PALAVRAS-CHAVES: adúltera, beata, burguesa, lisboeta.

Eça de Queirós, o precursor do Realismo em Portugal, revelou em suas obras uma crítica mordaz ao tradicionalismo da burguesia e ao conservadorismo da igreja que impedia o desenvolvimento natural da sociedade.O romancista ao falar da classe social vigente revela a hipocrisia e a moral decadente do século XIX por meio de uma análise psicológica na qual a figura feminina sempre tinha um papel determinante em todas as suas obras.

Ao falar da sociedade burguesa o autor demonstra uma grande preocupação com a “deficiente” educação das mulheres da burguesia lisboeta, apenas preparada para o casamento rico, a ociosidade doméstica (suprida por criadas ou amas), a beatice, as fantasias sentimentais ”.

Essas preocupações do autor estão presentes principalmente nos romances da sua segunda fase que se inicia com O crime do padre Amaro, nele as figuras femininas principais a Sra. Joaneira e a filha Amélia são beatas convictas, no entanto mesmo conhecendo todos os dogmas da igreja elas infringem-nos ao manterem casos amorosos com o clero. Enquanto a Amélia mantém um romance com o pároco Amaro, a mãe vivia a muitos anos um caso amoroso com o cônego Dias: “ ...Que gente era aquela, a S. Joaneiro e a filha, que viviam assim sustentadas pela lubricidade tardia de um velho cônego? As duas mulherinhas que diabos, não eram honestas! ”.
A obra seguinte O primo Basílio, a crítica volta-se para a mulher da burguesia lisboeta. Neste romance a protagonista Luísa é apresentada como uma burguesa de Lisboa casada, sentimentalista, mal-educada e sem valores morais que se casa “no ar” com Jorge um engenheiro de minas. Essa personagem representa as mulheres burguesas da época incapazes de ações e de reflexões.Viviam ociosamente sobre o temperamento romântico, alimentado por leituras de Walter Scott e de outros livros “açucarados”, que propiciasse “devaneios” como A Dama das Camélias,de Alexandre Dumas
O romance Os Maias analisa a mulher da alta sociedade aqui representada pelas adúlteras Maria Monfort e a condessa de Gouvarinho, ambas tem uma vida fútil, regadas a festas noturnas, passeios e jogos.
Maria Monfort e uma das personagens principais, e a partir dela que transcorrerá toda a trama. E apresentada como uma moça mimada que costuma ter tudo o que deseja. Era filha única de um rico comerciante, no entanto apesar de toda a fortuna Maria não era aceita nos lugares em que as famílias lisboetas conservadoras costumavam freqüenta. Essa rejeição, por parte da burguesia portuguesa, dava-se por causa da origem da riqueza de seu pai que era proveniente do tráfico negreiro. A bela rapariga só poderia ir a tais lugares se tivesse um sobrenome de prestígio, por isso casa-se com Pedro da Maia, mas em seguida apaixona-se por um príncipe e foge abandonando o marido juntamente com um filho.
A condessa de Gouvarinho mantém um caso com Carlos Eduardo da Maia e faz de tudo para destruir seu romance com Maria Eduarda. Essa personagem apresenta características semelhantes as das outras adúlteras de Eça de Queirós, no entanto ao contrário de Luísa e Maria Morfort que morria de medo que os seus maridos, ou a sociedade descobrissem as suas traições a condessa Gouvarinho não se preocupando com os padrões impostos pela sociedade.
As beatas também são representadas nesse romance através das figuras da mulher de Afonso da Maia que segundo ele é a grande responsável pela tragédia que sucedera ao filho, pois o criara sobre uma educação precedida pela igreja.
As outras beatas são Terezinha e sua mãe esta vê pecado em tudo e até proíbe a filha ainda criança de brincar com Carlos da Maia por ele ser homem, aquela como boa católica atende a mãe, mas torna-se uma pessoa triste é frustrada.
Em toda a obra notamos uma critica a religião. Para Afonso da Maia o fanatismo religioso empobreceu seu país, levou sua esposa e filho a morte. Já Carlos Eduardo acha que ela tornou as mulheres feias por não se arrumarem para não despertarem pecados e tristes por só viverem sofrendo e se penitenciando por causa do pecado que elas vêem em tudo.
Em A Relíquia o fanatismo religioso chega ao auge com Dona Maria do Patrocínio, a Titi, uma beata que vê pecado até na natureza, achava-a obscena por ter criado dois sexos. Vivia só na companhia de duas criadas, obrigatoriamente castas como ela. As únicas figuras masculinas freqüentadoras da casa eram os padres e o tabelião Justino. Apesar de temente a Deus as ações de Tia Patrocínio deturpam-na, visto que são sempre marcadas pela fúria, falta de piedade e rancor proveniente de um ódio em relação ao pecado.
Eça de Queirós queria montar com esses romances um painel crítico da sociedade portuguesa, na qual concedera à educação e ao comportamento feminino uma grande importância. As mulheres dessa época tinham uma educação que visava apenas prepara-las para um casamento rico, e uma vida de beatice e futilidade sentimental as quais o autor apresentava em muitas de suas obras fazendo com que seus personagens irreverentes, atormentados, cheios de pesadelos pudessem nos mostrar a outra face do mundo, a que nunca vemos ou nunca queremos ver.

REFERÊNCIAS BIBIOGRÁFICAS

MOISÉS, Massaud. A Literatura Portuguesa. 25 Ed.: São Paulo: Cultrix, 1990.
MOISES, Massaud. A Literatura Portuguesa em Perspectiva. São Paulo: Atlas, 1994.
QUEIRÓS, Eça de. A Relíquia. Santiago: [s/ed.], 1997.
QUEIRÓS, Eça de, O Crime do Padre Amaro. São Paulo: Ática, 2000.
QUEIRÓS, Eça de. O Maias. Belo Horizonte: Editora Itatiaia Limitada, 1980.
QUEIRÓS, Eça de. O Primo Basílio. Rio de Janeiro: Ediouro, [s/d].
SARAIVA, José Antônio.História da Literatura Portuguesa. 16 Ed: Porto Editora LDA, [s/d].


janayres
Publicado no Recanto das Letras em 13/03/2006
Código do texto: T122422

FONTE: Recanto das Letras

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26/10/2008 free counters

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Juízo Final: Murilo Benício substituirá Fábio Assunção




Da Redação

Murilo Benício estará no elenco da nova novela das oito da Globo. O ator, longe das novelas desde Pé na Jaca, retorna para a telinha como o vilão de Juízo Final, título provisório da trama assinada por João Emanuel Carneiro.

Inicialmente, o nome escalado para o papel foi Fábio Assunção. O loiro, no entanto, pediu, oficialmente, para ser afastado da produção, por conta de assuntos pessoais.

Com a saída de Fábio, outros nomes do primeiro time global foram cogitados. Entre eles, os de Marcello Anthony e Alexandre Borges.

Confirmado pela emissora, Murilo vai assumir, então, o personagem Dodi, no folhetim dirigido por Ricardo Waddington. Como Fábio ainda não havia começado as gravações de Juízo, não devem haver grandes atrasos na produção, a próxima a entrar no horário nobre da emissora. A história terá ainda Cláudia Raia, Mariana Ximenes, Taís Araújo e Christiane Fernandes no elenco.

As gravações de Juízo Final já começaram, mas a Globo ainda não tem previsão para rodar as cenas que envolvem Murilo.

Fonte : Estrelando

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26/10/2008 free counters

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Os Maias ,elenco:

FÁBIO ASSUNÇÃO - Carlos Eduardo da Maia


ANA PAULA ARÓSIO - Maria Eduarda


WALMOR CHAGAS - Dom Afonso da Maia


LEONARDO VIEIRA - Pedro da Maia


SIMONE SPOLADORE - Maria Monforte


MARÍLIA PÊRA - Maria Monforte (velha)



PAULO BETTI - Joaquim Castro Gomes


SELTON MELLO - João da Ega


MATHEUS NACHTERGAELE - Teodorico Raposo


MYRIAN MUNIZ - Titi (Patrocínio das Neves)


EVA WILMA - Maria da Cunha


OSMAR PRADO - Tomás de Alencar


OTÁVIO MÜLLER - Dâmaso Salcede


ELIANE GIARDINI - Condessa de Gouvarinho


OTÁVIO AUGUSTO - Conde de Gouvarinho



CECIL THIRÉ - Jacob Cohen


MARIA LUÍSA MENDONÇA - Rachel Cohen


MARIA CLARA FERNANDES - Encarnación


BRUNO GARCIA - Adelino


SÉRGIO VIOTTI - Padre Vásquez


FELIPE MARTINS - Eusebiozinho


EWERTON DE CASTRO - Manuel Vilaça


RITA ELMOR - Teresinha


RODRIGO PENNA - Artur Corvelo



ANTÔNIO CALLONI - Palma Cavalão


LEONARDO MEDEIROS - Taveira


DAN FILIP STULBACH - Craft


ILYA SÃO PAULO - Cruges


GISELLE ITIÉ - Lola


LUÍS DE LIMA - Monsieur Guimarães


MILA MOREIRA - Viscondessa de Gafanha


ARICLÊ PEREZ - Maria da Gama



CARLOS ALBERTO - Dom Diogo Coutinho


IVAN MESQUITA - Coronel Sequeira


STÊNIO GARCIA - Manuel Monforte


FABIO FULCO - Tancredo


JOSÉ LEWGOY - Abade Custódio


JANDIRA MARTINI - Eugênia Silveira


WÁLTER BREDA - Xavier


JUSSARA FREIRE - Amélia


THELMA RESTON - Vicência



RUTH BRENNAN - Miss Sarah


MARINA BALLARIN - Melanie


RENATA SOFFREDINI - Gertrudes


HÉLIO ARY - Batista


MARCOS FRANÇA - Domingos


GILLES GWIZDEK - Monsieur Théodore


PHILLIP CROSKIN - Mr. Brown


JACQUELINE DOLABONNA - D. Joana Coutinho


MÔNICA MARTELLI - Consuêlo



RONNIE MARRUDA - Mulato Julião


MARIANA LEONI - Adélia


FRANCISCA QUEIRÓZ - Ana




as crianças


ISABELLE DRUMMOND - Rosa (Roseclair)


ALISSON SILVEIRA - Charles


SAMIR ALVES - Carlos (criança)


MARIA ISABEL QUINHÕES - Teresinha (criança)



ADRIANO LEONEL - Eusebiozinho (criança)


ANA CAROLINA HERQUET - Maria Eduarda (criança)




e


RAUL CORTEZ como Eça de Queiróz, o narrador

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26/10/2008 free counters

Fabio Assunção vive pesadelo na vida real.

No olho do furacão

O galã Fabio Assunção vive pesadelo na vida real. Ele encara suposto envolvimento com drogas e seu afastamento das novelas


19/02/2008 00:13




Nem em ficção o ator Fábio Assunção poderia imaginar que passaria por tamanho inferno astral. Famoso por interpretar os galãs nas novelas globais, o ator de 37 anos enfrenta um difícil momento na vida, depois de supostamente ter se internado em uma clínica de reabilitação, ser acusado de envolvimento com um traficante e ainda ser afastado da próxima novela das oito.

Desde o final de janeiro, o ator vem enfrentando diversos problemas pessoais. Fábio chegou a reforçar a segurança dos filhos e se isolar de repórteres para conseguir encarar o novo, e nada agradável, momento.

Envolvimento com o tráfico
No dia 24 de janeiro, Fábio esteve presente na superintendência da Polícia Federal, na zona oeste de São Paulo, onde prestou depoimento sobre seu envolvimento com um suposto traficante.

Na ocasião, Fábio estava acompanhado de um homem que portava 30g de cocaína em um flat de São Paulo. Os dois foram flagrados pela Polícia Federal que os revistou e confirmou que o ator não portava drogas. Assunção passou cerca de duas horas depondo na sede da PF de São Paulo e foi liberado depois do depoimento.

Clínica de reabilitação
Ainda há controvérsias, já que o ator não se pronunciou sobre o assunto. Mas, segundo publicação do jornal Agora, do dia 29 de janeiro, Fábio teria viajado a Miami para se internar em uma clínica de reabilitação.

A clínica na qual o ator se internou teria sido, inclusive, a mesma que a atriz Lindsay Lohan já havia passado alguns dias. A assessoria de Fábio nega tudo.

Afastamento da telinha
Para completar o inferno astral do ator, a assessoria da Rede Globo comunicou que Fábio pediu um afastamento da emissora e, por isso, não atuaria mais na próxima novela das oito Juízo Final, de João Emanuel Carneiro.

O ator já estava escalado para viver o vilão Dodi e, inclusive, já teria gravado suas primeiras cenas em Buenos Aires. Porém, segundo nota publicada na coluna Zapping, da Folha Online, Fábio Assunção teria sido afastado pela Globo e não pediu pra sair, como o ator havia informado antes.

Em defesa a Fábio Assunção, o autor e amigo pessoal dele, Gilberto Braga, pediu para a imprensa deixar o ator em paz. Além disso, Gilberto garantiu que Fábio será o protagonista de sua próxima obra na telinha. Será uma minissérie sobre Tom Jobim, com previsão para ir ao ar em 2010.

Fonte: Jornal O Povo

(Agora Inês é morta)

( Estão usando o supostamente, dando a versão da assessoria do Fábio, junto com quem publicou e o que foi publicado; Que o Fábio não portava drogas e etc.., mesmo assim esse momento não pode passar em branco, acho que o Fábio deve processar sim todo mundo que quiz fazer desse assunto um meio de lucro com mentiras e sensacionalismo*, o jornalismo , não é mais jornalismo, virou um lixo, um amontoado de mexiricos, fofocas de péssimo gosto, um horror, isso tudo é muito nojento!
Não costumo assistir esse "entulho televisivo"!
Não compro produtos que patrocinam esse tipo de programa faço questão!
Alguem me telefonou para contar sobre o episódio com o Fábio, pois havia assistido num programa matutino uma noticia escabrosa sobre ele, que não havia o menor sentido sobre a familia, internção, até prisão, não condiz com o comportamento do ator que nem se deixa ser fotografado fumando ou bebendo para não fazer apologia , enfim um exagero em tudo, mas quem divulgou estava sempre pensando no lucro financeiro, vendendo informações erradas para o publico... então tem que ser punido!
Niguem pensou no filho dele, na familia e nele mesmo!!!!
Porque nome , o ator , a pessoa, o assunto "Fabio Assunção" sempre vende, sempre rende !




*O sensacionalismo aparece nos meios de comunicação como uma espécie de balança, oscilando em determinado momento para a punição e, em outro, para a transgressão. O veículo, que envereda pelo caminho sensacionalista, chama a atenção para si por meio desses dois fatores: a punição e a transgressão.

Não se trata de um fenômeno novo. É talvez a mais antiga ferramenta para aumentar as vendas de produtos de comunicação e implica em uma opção editorial. O produto sensacionalista baseia-se em uma linguagem específica, que será chamada aqui de "clichê".
O sensacionalismo coloca uma espécie de lupa sobre um determinado fato e o amplia, "sensacionalizando" aquilo que nem sempre é sensacional.

Assim operavam os telejornais sensacionalistas e programas de apelo popular.
# Definições:

Sensacional - adjetivo de dois gêneros 1. Que produz sensação intensa; 2. referente a sensação; 3. que desperta viva admiração ou entusiasmo, espetacular, formidável, um filme sensacional.

Sensacionalismo - substantivo masculino 1. divulgação e exploração em tom espalhafatoso de matéria capaz de emocionar ou escandalizar; 2. uso de escândalos, atitudes chocantes, hábitos exóticos etc. com o mesmo fim; 3. exploração do que é sensacional na literatura, na arte etc.

Sensacionalista - adjetivo de dois gêneros; em que há ou que usa de sensacionalismo; notícia sensacionalista; jornal sensacionalista

(Novo Dicionário da Língua Portuguesa, Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1996).


Já os veículos apenas informativos - e não sensacionalistas - utilizam-se de uma linguagem que oferece distanciamento, chamada aqui de "sígnica".

Então, em resumo, o leitor percebe que está entrando em terreno sensacionalista quando existe a intenção de punir ou transgredir (às vezes, as duas ao mesmo tempo), tendo como base a linguagem clichê.
( Sensacionalismo extraído do blog Sensacionalismo)

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26/10/2008 free counters

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

AS PERSONAGENS FEMININAS E A IRONIA DE EÇA DE QUEIRÓS

Suely do Espírito Santo

Tenho sido questionada com freqüência
sobre as razões que me fizeram escolher, entre outros temas ligados aos estudos
ecianos, exatamente esse sobre as personagens femininas de Eça de Queirós.
Faltaria com a verdade se dissesse que a escolha do tema está diretamente
ligada a uma certa simpatia que nutro pelo assunto em si. Mas essa afirmativa
apenas expressa a verdade parcial sobre a escolha de meus estudos.
Na verdade, o interesse pelo tema “O universo feminino em Eça de Queirós: um recorte social de quadros e cenas”,monografia que escrevi para minha dissertação de Mestrado apenas psicológicos ou apenas sociológicos.
pela PUC-RJ, surgiu de um questionamento desencadeado por um estudo comparativo que fiz entre algumas obras de Eça de Queirós e Camilo Castelo Branco. Das obras de Camilo a mais significativa pareceu-me O que Fazem Mulheres na qual o autor retratava uma sociedade onde o adultério feminino, apesar de discriminado, era comum.

A posição do narrador de Camilo mostrava-se compreensiva e solidária, porque ele entendia que a sociedade privava a mulher de liberdade e do desenvolvimento da razão, permitindo-lhe apenas o uso da emoção. Por isso, a sociedade não deveria julgá-la pela
razão, e sim pelo sentimento, compreendendo-lhe e perdoando-lhe a(s) infidelidade(s) como contingência natural de sua condição feminina. Tal pensamento camiliano parecia realmente intrigante por traduzir noções de valores que, na minha concepção, receram-me peculiares, além de considerar
que esses valores embutiam no seu âmago conceitos discriminatórios, ainda que
bastante humanitários na intenção. Em suma, o pensamento camiliano baseava-se
no conceito básico de que as mulheres deveriam ser compreendidas e perdoadas,
se não fosse pelos motivos, pelo menos por elas não saberem o que faziam.

A postura de Eça com relação ao adultério era semelhante à de Camilo só em alguns pontos; na maioria dos outros era oposta. Camilo e Eça concordavam que a sociedade não possibilitava à mulher o desenvolvimento da razão. Só nesse ponto havia concordância. Ao contrário de Camilo, Eça não aceitava a infidelidade feminina. Criticava-a,
criticando mais ainda a sociedade que fizera a mulher assim. Na visão de Camilo, uma atitude semelhante à de Eça seria considerada incongruente, porque a sociedade exigia da mulher aquilo que essa mesma sociedade lhe negava.

Nesse confronto entre os dois autores, observei que a mulher - criticada com rigor por um, e desculpada com benevolência por outro - aparecia freqüentemente associada ao tema do adultério, e devia, portanto, ser merecedora da atenção dos escritores da
época.

Num primeiro momento decidi examinar as causas que teriam levado Eça de Queirós a tratar com relevância e insistência o tema do adultério feminino. Para tal, escolhi examinar o papel da mulher portuguesa no século XIX, procurando compreendê-la dentro de um contexto social. Tal escolha foi motivada pela premissa de que toda literatura
de qualidade retrata em menor ou maior grau o tempo na qual se insere. Para compreender as mulheres ecianas era necessário compreender primeiro o seu tempo. Compreendendo o tempo, compreendia-se o homem, suas idéias e as influências que o contexto social exercia sobre ele.

Por outro lado, a decisão de dar prioridade a uma análise dita social não invalidava a possibilidade de um estudo sobre a abordagem psicológica dada pelo autor às suas heroínas. Isto porque considerei que limitar a pesquisa apenas a um aspecto - no caso, o social- não apresentaria respostas satisfatórias, porque parti da hipótese de que o
adultério tanto feminino quanto masculino, não pode ter sua compreensão circunscrita a fatores apenas psicológicos ou apenas sociológicos.

O projeto inicial que elaborei previa quatro capítulos, sendo que o terceiro desenvolveria cinco mulheres. Logo me dei conta da inviabilidade do propósito, dado o curto espaço de tempo que dispunha. Optei então por elaborar o trabalho em três capítulos, o último deles desenvolvendo apenas três mulheres: Luísa, Amélia e Maria Eduarda.
Nesses três capítulos, procurei enfocar aquilo que considerei essencial para o
estudo do autor e para o desenvolvimento do tema proposto, e que seria, em síntese, a compreensão da estética de Eça de Queirós e a análise do contexto social; o papel da mulher na sociedade conforme Eça de Queirós a via; e a mulher e a sexualidade.


No primeiro capítulo intitulado “O realismo e a realidade de Eça de Queirós”, dei prioridade ao estudo do realismo eciano através da análise das intenções do autor, juntamente com as fontes que o influenciaram no momento histórico/literário vivido por ele.
Ainda nesse capítulo, enfoquei alguns usos e costumes da época, com o objetivo
de demonstrar que o conhecimento dos mesmos pode facilitar ao leitor uma melhor
compreensão das personalidades ecianas.

No capítulo dois, que preferi chamar de
“A mulher, a religião e a família” procurei abordar alguns conceitos de
valores e de moral vigentes na época, e a influência que poderiam ter exercido
na construção da narrativa eciana. Além desses, os conceitos de religião e
família vistos pela ótica de Eça de Queirós ajudaram a compor a
fundamentação para o desenvolvimento do ponto que considerei principal nesse
capítulo: o de estudar o papel da mulher portuguesa na sociedade do século
XIX.

O terceiro e último capítulo
denominado “Mulheres, crimes e pecados” procura estabelecer conceituações
associadas à figura feminina. A intenção, nesse capítulo, foi aprimorar o
estudo da mulher sob o ângulo da sexualidade. As três heroínas escolhidas -
Luísa, Amélia e Maria Eduarda - aparecem exatamente nesta ordem.

Tal disposição obedece a um critério de importância com que o autor parece tê-las revestido. Luísa é a personagem feminina mais desenvolvida por Eça de Queirós e é também a personagem que melhor ilustra o adultério, palavra chave que desencadeou o interesse pela pesquisa. Amélia vem em segundo lugar porque, dentre as três, é aquela
que considerei a segunda personagem mais bem desenvolvida no seu aspecto
psicológico e social. Maria Eduarda foi analisada por último porque a considerei a personagem que Eça menos desenvolveu em termos psicológicos, sendo ela mais um estereótipo do modelo perfeito de mulher para o século XIX, do que aquilo que poderia ser considerado um exemplo de personagem feminina “real”.
A essas três mulheres, que considero expoentes do universo feminino eciano,
associei pecados capitais. Por conseguinte, Luísa, de O Primo Basílio está
ligada, evidentemente, ao adultério; Amélia, de O Crime do Padre Amaro
à gula por motivos figurados; e Maria Eduarda, de Os Maias, ao incesto,
porque esta parece ter sido criada mais para ilustrar o argumento do incesto, do
que o de ter um papel independente.


A crítica que Eça de Queirós desenvolveu sobre a sociedade e a mulher portuguesa do século XIX pode transparecer para o leitor através de pequenos recortes, muitas vezes em quadros, ou então retratando cenas que se apresentam à maneira de um teatro realista. Portanto, a escolha do subtítulo “um recorte social de quadros e cenas” foi oriunda dessa constatação, uma vez que, como procurei demonstrar no decurso de meu trabalho, Eça de Queirós provavelmente elaborou sua estética partindo de uma visão ocidental que concebia a sociedade como “teatrum mundi”

Além desse aspecto, outro merecedor da minha atenção foi o estilo de Eça de Queirós, considerado inigualável pela maioria dos críticos. Ainda no primeiro capítulo, comento sobre esse aspecto, e abordo também, embora de maneira sucinta, aquilo que considero fundamental para qualquer análise da obra do autor de Os Maias, que é a ironia eciana. Embora não tenha me aprofundado neste ponto, uma vez que o objetivo do trabalho não era propriamente um estudo estrutural do estilo do autor, mas
sim as circunstâncias que propiciaram sua crítica segundo a visão de mundo que possuía, ainda assim considero que a ironia foi o ponto marcante do realismo de Eça de Queirós. Uma ironia que não estava apenas limitada a construções lingüísticas, mas que também foi brilhantemente desenvolvida nas próprias criações de temas do autor, pois seus “quadros” e “cenas” parecem ter sido veículos perfeitos para a crítica mordaz à sociedade de seu tempo.


A maneira de ver o mundo que o cercava era única no estilo de Eça de Queirós. Sua temática estava voltada para osdramas morais dentro de um contexto social. Seus romances principais: O Crime do padre Amaro, O Primo Basílio e Os Maias são críticas a instituições e à moral da época. Mesmo em obras em que mesclou a visão realista com a fantasia, como em A Relíquia, ainda assim o escritor permaneceu um crítico sarcástico da sociedade portuguesa. Parte dos temas que foram objeto de suas críticas n’As Farpas, ele os transformou em romances no decurso de sua carreira. Eram as “teses”, ou melhor, suas teorias sobre a sociedade, às quais Eça procurou dar vida e ação. Para tal intento, ele criticou usando sua técnica, que ele chamou de “processo”, a qual incluía não só a criação de um estilo próprio, mas também a
adequação desse estilo às novas idéias estéticas da época.

Na crítica que fez aos usos e costumes da sociedade em que vivia, Eça de Queirós não poderia deixar de se referir às mulheres de seu tempo. E ele o fez impiedosamente, uma vez que a maioria de suas heroínas foram alvo de suas “farpas”. Considerei que, dentre todas,Amélia e Luísa poderiam ser consideradas expoentes, respectivamente, do tipo
feminino do interior de Portugal e o da capital cosmopolita. Ambas, Amélia e
Luísa, foram elaboradas como figuras portadoras de culpa que, ao contrário de
seus pares masculinos, foram castigadas pois carregavam o estigma do pecado e,
consequentemente, as únicas condenadas e punidas com o sofrimento e a morte

Amélia cometera o pecado da luxúria, eembora fosse menos culpada do que Amaro, sobre ela recaíram todas as punições. Primeiro, Amélia foi mandada para o isolamento no sítio de Ricoça, um local semelhante a uma prisão, onde tinha por pretensa carcereira a impiedosa D. Josefa. Lá, Amélia não tinha paz nem acordada e nem dormindo. De
dia sentia medos, e de noite era atormentada por pesadelos em que se via dando
à luz monstros com aspectos de cabra ou de cobra, numa alusão à relação que
a sociedade fazia entre a Eva pecadora, a cobra tentadora e a figura feminina,
estas três imagens em geral associadas à noção que se tinha do demônio
tentador, também personificado pela figura da cabra.
Depois do parto, Amélia iniciara um processo de sofrimento físico, com dores semelhantes às dores de Luísa. Após uma longa e dolorosa agonia, Amélia morre, não sem antes passar por rituais de purificação da carne - simbolizada pelo sangramento que o Dr. Gouveia nela inflige - e a purificação da alma - no ritual simbólico da extrema-unção que, pelo tom do Abade Ferrão ao administrá-la, mais parece um ritual de
exorcismo.

Luísa, por sua vez, cometera o crime do adultério e, de certa forma, o pecado da luxúria. Por essa culpa dupla foi punida com mais rigor do que fora Amélia. Luísa, mesmo desfrutando os prazeres da carne com Basílio no Paraíso, nunca tinha sido verdadeiramente feliz porque logo se decepcionara com o amante. Após a partida de Basílio, começa o sofrimento físico da heroína que fica à mercê de Juliana. A vida de Luísa transforma-se num inferno de canseiras, trabalhos e humilhações. Seu
sofrimento mental também é constante, pois teme ser denunciada. Além disso,
sofre com pesadelos, o que não lhe permite ter paz nem mesmo dormindo. A morte
de Luísa é pior do que a de Amélia porque a sua agonia é mais longa e suas
dores mais terríveis. Amélia, antes de morrer, passara pelos rituais de
purificação, enquanto que Luísa é purificada apenas no corpo, pelo gesto de
Julião ao mandar raspar-lhe os cabelos. Não tendo sido purificada na alma,
pois não recebera os últimos sacramentos em vida, Luísa era, sem dúvida, a
maior pecadora da galeria de Eça. Uma pecadora que, simbolicamente, não pudera
ter seus pecados remidos.

Maria Eduarda, a mais inocente das três pecadoras, foi aquela punida com menos rigor. Sendo isenta de culpa no incesto, não morre como as outras, mas parte para uma vida desconhecida toda vestida de negro, numa metáfora clara de que sua vida será como uma morte. Nesse caso, a morte das esperanças e dos sonhos de felicidade com Carlos.

Se as mulheres foram exemplarmente punidas, seus parceiros seguiram vidas próprias sem maiores perturbações. O padre Amaro, por exemplo, encontra-se tempos depois com o cônego Dias. Está muito bem disposto, bem instalado numa paróquia e providenciando sua
transferência para uma outra, melhor e mais próxima de Lisboa.

Basílio retorna de passagem a Portugal no mesmo dia do enterro de Luísa. Sabendo do ocorrido dois dias depois, quando vai procurá-la, ele apenas se aborrece por ter perdido o seu divertimento, lamentando então não ter trazido a amante francesa.

Carlos Eduardo, por outro lado, aparece de volta a Portugal depois de dez anos, mais gordo e bem disposto. Vivera aquele tempo todo em Paris desfrutando a riqueza herdada pelo avô.

Nessas três obras, a narrativa não termina com a morte triste de Amélia e Luísa, ou com a partida soturna de Maria Eduarda. Após os sofrimentos e as perdas, Eça de Queirós retratava o depois.
E o depois mostrava que além da morte, a vida continuava sem alterações, sem
grandes mudanças, porque as pessoas permaneciam as mesmas.

Ao terminar suas obras com o narrador revisitando os personagens masculinos que sobreviveram, Eça de Queirós transmite-nos a moral filosófica de que, após os grandes tumultos da desgraça, tudo se acomoda e tudo recomeça como num ciclo monótono e
infindável. Então, as grandes paixões e emoções, que antes houvera inspirado intenções de ações impulsivas e não concretizadas, essas paixões parecem findas com o passar do tempo.

Amaro, por exemplo, é um homem renovado quando o cônego Dias o encontra. Este relembra as idéias desesperadas de Amaro que queria “retirar-se para a serra, ir para um convento, passar a vida em penitência...” e Amaro responde que tudo tinha sido os “primeiros momentos... Olhe que me custou! Mas tudo passa...”

Carlos, depois de dez anos, rememora seu sofrimento passado: “Pensei em me matar. Pensei em ir para Trapa. E tudo friamente, com uma conclusão lógica. Por fim dez anos passaram, e aqui estou outra vez ...

Tanto Amaro quanto Carlos expressam nesses pensamentos características muito humanas. Ambos pensaram em mudanças radicais nas suas vidas, mas nenhum dos dois realmente agira.
Limitaram-se a fazer aquilo que a sociedade achava normal. Padre Amaro
era um padre: logo, Amaro continuou padre. Carlos era um ricaço: por conseguinte, foi viver sua vida de rico. Aí estava a conclusão da moral eciana. O ser humano raramente é capaz de gestos drásticos, porque sua tendência natural é mais de acomodar-se à situação conhecida do que aventurar-se no desconhecido. Afinal, a vida também é feita de clichês.
Ao terminar suas obras de uma forma aparentemente comum, Eça de Queirós não estava sendo otimista, nem pessimista. Não estava usando ironia sarcástica, nem amarga, nem triste. Eça de Queirós apenas constatava uma realidade crua, que pode até parecer otimista para uns, pessimista para outros. Talvez até irônica, ou sarcástica.
Ou triste. Depende de quem lê e de quem interpreta.
Para mim ele foi simplesmente Realista.

AS PERSONAGENS FEMININAS E A IRONIA DE EÇA DE QUEIRÓS
Suely do Espírito Santo

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26/10/2008 free counters

'Confesso que foi melhor do que eu esperava', diz Andréa Maltarolli sobre ‘Beleza Pura’

A autora assistiu a exibição do primeiro capítulo ao lado de grande parte do elenco, em um restaurante carioca







Andréa Maltarolli, autora da nova novela das sete, “Beleza Pura”, que fez a sua estréia nesta segunda-feira, 18, assistiu a exibição do primeiro capítulo ao lado de grande parte do elenco, no restaurante Galeria Gourmet, na Barra da Tijuca, no Rio. “Eu estava muito tranqüila. Já sabia que ia sair tudo bem, e tenho certeza que a novela vai ficar ainda melhor. Recebi telefonemas de amigos, parentes que assistiram e gostaram, disseram que amanhã vão assistir novamente, fico muito feliz com isso”, diz Andréa, sobre a estréia. Ela completa: “Fiquei muito feliz, muito satisfeita, sabia que ia ser muito boa, mas confesso que foi melhor do que eu esperava.”

O ator Humberto Martinsbuscar que interpreta o vilão Renato Reis, um cirurgião plástico famoso que vai se apaixonar por Joana, personagem da atriz Regiane Alvesbuscar, fala sobre a estréia da trama, que conta com a supervisão do autor Silvio de Abreu e direção de Rogério Gomes. “O primeiro capítulo foi ótimo, a novela está muito boa. O Rogério é uma pessoa que sabe dirigir muito bem um elenco, o texto está com conteúdo, o que se pode esperar é uma novela bem interessante que com certeza vai ser muito bem assistida”.



Carlos Zambrotti
Christiane Torloni

"O primeiro capítulo foi lindo. Estamos trabalhando tanto que não temos noção desse todo que assistimos hoje, está grandioso”, disse a atriz Zezé Polessabuscar, que vive Ivete Chiclete, uma ex-chacrete e dona de um salão de beleza chamado “Belezoca”. A atriz ainda contou ao EGO que acha legal assistir o primeiro capítulo ao lado do elenco. “Gosto muito de assistir ao lado do elenco, do pessoal da produção, da autora, da direção, este é um momento de confraternizar, comemorar esse trabalho árduo”.

‘ACREDITO QUE VAI SER SUCESSO’, DIZ GUSTAVO LEÃO

O ator Gustavo Leãobuscar foi um dos primeiros a chegar ao local para assistir o primeiro capítulo. “Gostei muito da novela, acredito que vai ser um sucesso”, disse o ator que vai interpretar Felipe Cascudo. “Ainda não comecei a gravar, mas o meu personagem Felipe é um cara muito engraçado, ele vai ser um “faz-tudo” na clínica estética”.


VEJA MAIS FOTOS AQUI DA REUNIÃO DO ELENCO DE 'BELEZA PURA'



EM CASA



O ator Edson Celularibuscar, que interpreta o bem-sucedido Guilherme na trama, chegou acompanhado de sua mulher, a atriz Cláudia Raiabuscar ao local depois de assistir a novela em casa. “Preferimos assistir em casa para poder ver com mais calma. Prefiro ver com tranqüilidade. Estamos com um produto muito bom, estou muito orgulhoso de trabalhar com o texto da Andréa Maltarolli e com a direção do Papinha (o diretor Ro

gério Gomes)”, conta Edson. A atriz Claudia Raia também deu sua opinião: “Achei linda a novela”.

MUDANÇA NO VISUAL

A atriz Helena Fernandesbuscar ficou satisfeita com a exibição do primeiro capítulo. “A novela é maravilhosa, clara, bem cuidada, com um texto inteligente, vai ser o maior sucesso”. Sobre o novo visual, a atriz colocou mega-hair e clareou os fios para viver Márcia, uma jornalista de moda e beleza casada que quer subir na vida. “O cabelo curto é muito mais prático, é só passar uma pomada, dar um jeitinho e está ótimo, já o cabelo comprido dá mais trabalhado, estou me acostumando com o cabelo, é uma sensação diferente”, disse a atriz que já usava cabelo curto há dez anos.

As atrizes Regiane Alves, Christiane Torlonibuscar, Monique Alfradiquebuscar, Ísis Valverdebuscar, Maria Clara Gueiros, Bianca Comparato, e os atores Leopoldo Pacheco e Bruno Mazzeobuscar também participaram da festa.

Elenco de 'Beleza Pura' assiste junto à estréia da novela


Fonte :EGO

(Até que gostei do primeiro cap. , mais pela fotografia, cenario, um estilo seriado americano para jovens essa trama já vi em alguma novela...
Diante de tanta chatisse nas novelas, vamos ver até quando dura esse ritmo)

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26/10/2008 free counters