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Bibliographic Record Creator Queirós, José Maria Eça de, 1845-1900
Title O Mandarim
Credits Produced by Biblioteca Nacional Digital ( http://bnd.bn.pt ), Rita Farinha and the Online Distributed Proofreading Team at http://www.pgdp.net
Language Portuguese
LoC Class PQ: Language and Literatures: Romance literatures: French, Italian, Spanish, Portuguese
EText-No. 16384
Release Date 2005-07-29
Copyright Status Not copyrighted in the United States. If you live elsewhere check the laws of your country before downloading this ebook.
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Queirós, José Maria Eça de, 1845-1900
en.wikipedia
pt.wikipedia
A Cidade e as Serras (Portuguese)
A Cidade e as Serras (Portuguese)
El Mandarín (Spanish)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1873-01/02) (Portuguese) (as Editor)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1873-03/04) (Portuguese) (as Editor)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1873-10/11) (Portuguese) (as Editor)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1877-01/02) (Portuguese) (as Editor)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1877-05/06) (Portuguese) (as Editor)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1878-01) (Portuguese) (as Editor)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1878-02/05) (Portuguese) (as Editor)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1882-06/07) (Portuguese) (as Editor)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1882-11/12) (Portuguese) (as Editor)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1883-06) (Portuguese) (as Editor)
As Farpas: Chronica Mensal da Politica, das Letras e dos Costumes (1887-08/09) (Portuguese) (as Editor)
A Illustre Casa de Ramires (Portuguese)
O Mandarim (Portuguese)
As Minas de Salomão (Portuguese) (as Translator)
O Mysterio da Estrada de Cintra
Cartas ao Diário de Noticias (Portuguese)
A Relíquia (Portuguese)
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
O Mandarim by José Maria Eça de Queirós
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Eu não tenho mesmo o que fazer... olha o que achei!
Rastafári só de brincadeira
30 de abril de 1997
Assunção: dread-locks e coceira
Uma semana de estágio nos redutos de funk e reggae da Vila Madalena, em São Paulo, mais seis horas de cabeleireiro e os lindos cachos do ator Fábio Assunção, 25 anos, transformaram-se em emaranhados dread-locks (mechas horríveis, na tradução literal). Por 15 dias, o ex-Jesus Cristo virou um autêntico rastafári jamaicano. Mas logo ele começou a se irritar com o novo visual e o primeiro aviso foi uma coceirinha: sem poder lavar a cabeça para não desmanchar o cabelo, feito com auxílio de laquê, Fábio sentiu-se aliviado na última quarta-feira quando passou outras duas horas no cabeleireiro. Mas se foi pra desfazer, por que é que ele fez? Para viver o vestibulando César, na Comédia da vida privada, que vai ao ar dia 6 de maio na Globo. A idéia de Fábio foi dar um toque black ao personagem: "Foi só uma brincadeira. Alma negra é outra coisa, não só um penteado."
CAMPANHA PELO USO GERAL DO FÁBIO ASSUNÇÃO
Tem gente dizendo por aí que, com a boa fase do cinema brasileiro, o público parou de encarar filme nacional como um gênero e passou a vê-lo como o que é, uma comédia ou um drama ou um policial. Sei, sei. Acho que ainda não é bem por aí, e que o pessoal, no máximo, divide filme brasileiro em duas espécies: tramas burguesas com atores globais e tramas marginais com atores desconhecidos. “Cidade de Deus” pertenceria à segunda categoria, claro. E, embora quase todo mundo esteja super orgulhoso com as quatro indicações ao Oscar, o velho preconceito (“Ish, o planeta vai continuar achando que aqui no Brasil s” tem favelado!”) persiste. Como o público freqüentador de cinema também é burguês, acho que prefere se ver retratado na tela. Historinhas de classe média para pessoinhas idem, mesmo que a atriz que esteja me representando seja a Malu Mader, que não é assim tão parecida comigo ou com a maioria das mortais. Bom, estou falando de “Sexo, Amor e Traição”, que tá atingindo a estupenda marca de 2 milhões de espectadores no país. A comédia do Jorge Fernando, uma refilmagem de uma produção mexicana, segue a linha dos diálogos-clichês, cenários de cartão postal e gente bonita, com uns clipezinhos de música entre uma cena e outra. Mas a sala tava cheia e os espectadores, principalmente as espectadoras, riram bastante, então reclamar do quê?
A história é nula e realmente não importa. O principal é o elenco. Do lado dos garanhões, tem o Fábio Assunção, o Murilo Benício, o Caco Ciocler, e o Marcello Antony fazendo um gay (o que matou de rir a galera). As moças, representadas pela Malu, Alessandra Negrini e Heloísa Périssé, também são jeitosinhas. Tem quem gosta, né? E a Beth Faria ainda dá uma canja no papel do Michael Jackson. Bem, não sei se a intenção era essa, mas que ela tá a cara do sujeitinho complicado, isso tá.
Outro dia, um diálogo engraçado da novela “Celebridade” mostrava duas personagens chamando o Fábio Assunção de deus. Elas têm toda razão. Inclusive, num momento de “Sexo”, a Malu diz que toda mulher deveria experimentar transar com o Fábio. Olha, taí uma idéia sábia. A gente podia até começar uma campanha. Acho até que mulher casada transar com o Fábio não deveria ser considerado adultério. Deveria ser visto como bônus por tempo de serviço. O Fábio é maravilhoso, e mesmo que o filminho seja tão meia-boca, pelo menos dá pra ver o bumbum dele e o Marcello de sunguinha vermelha. Já é mais do que se pode dizer da maioria dos filmes. A única traição do título foi o Fábio ainda não ter sido liberado para uso irrestrito da população feminina. Note o “ainda”. Tenho fé.
Outra traição, e essa não tem nada a ver com o filminho citado acima, foi o que eu vi no site Metacritic. Os críticos americanos falam muito bem de “City of God”, dão uma média alta pro negócio, um destaque enorme, e aí, nos comentários dos leitores, aparece um mané afirmando que “Cidade” é o melhor filme brasileiro de todos os tempos, mas que isso não é grande coisa, já que filme brasileiro é tudo uma m**** mesmo. Pra completar, o energúmeno diz que sabe do que tá falando porque, afinal, ele é brasileiro. Agora, o que a gente faz com um elemento desses? Eu normalmente sou contra a pena de morte, mas sinto que, em alguns casos, devemos abrir exceções. Paredón nele!
Lola Aronovich é professora de inglês e cinéfila.
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Um trecho em audio do livro O Mandarim (en spañol)
El Mandarin [The Mandarin]
El dilema moral del mandarin. El viejo dilema de si una persona, ocasionando la muerte de alguien que no conoce consigue toda la riqueza y el poder es la historia de El Mandarin del portugues Jose Maria Eca de Queiroz (1845-1900). En ella un pobre empleadillo al tocar una campana hace que muera un lejano mandarin en China y hereda sus riquezas. Pero la obsesion de haber sido la causa de la muerte de un inocente embarga al ahora poderoso protagonista y el resto de la historia cuenta sus intentos de rehabilitacion. Es una fantasia ironica que es considerada una de las grandes novelas del ilustre escritor, ya que tiene vigencia permanente.
The old dilemma that if a person, by causing the death of someone that he doesn't know, can get wealth and power, will do it, is the story of this brilliant novel by the Portuguese writer Eca de Queiroz.
© and (P)2001 Editorial Fonolibros de Colombia
#audioplayer10
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Capa de THE MAIAS
The Maias (New Directions Paperbook) (Paperback)
by Jose Maria Eca de Queiros (Author), Margaret Jull Costa (Translator)
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Anita y Garibaldi

Sinopse
GariBbaldi in América é uma história de paixão,
aventura e afirmação da liberdade humana.
Giuseppe Garibaldi, 32 anos, italiano, marinheiro, comandante dos rebeldes republicanos que invadem Laguna, SC, durante a Guerra dos Farrapos (1835 - 1845), encontra sua alma gêmea em Anita, 18 anos, lagunense, casada com o sapateiro local. Entre a paixão e as batalhas, eles definirão o rumo de suas vidas, e influenciarão o curso da revolução.
GariBbaldi in América foi concebido para ser finalizado em dois formatos: filme de longametragem e minissérie em 2 capítulos, para TV. Rodado em 35 mm, ambientando à época (1834 a 1848) e com reconstituição cenográfica e dramática que remonta ao Brasil e Itália do século passado.
A história se baseia na vida de Giuseppe e Anita, mas é uma obra de ficção, com as licenças poéticas e dramáticas necessárias para torná-la um filme cativante. Tão cativante quanto foi a vida dos protagonistas. Produzido em 2005/6, será exibido primeiramente nos cinemas, e depois em homevídeo, Tvs de sinal aberto, Tvs a cabo e Tvs por assinatura.
Elenco Principal :
ANITA GARIBALDI Ana Paula Arósio
GIUSEPPE GARIBALDI Gabriel Braga Nunes
LUIGI ROSSETTI Antonio Buil Pueyo
JACINTO Alexandre Rodrigues
TIO DUARTE Paulo Cesar Peréio
TEIXEIRA NUNES Leonardo Medeiros
BENTO GONÇALVES Paulo Betti
“Guerra, orgulho, revolução, coragem e amor...
Esse é um grande projeto que tem um forte potencial comercial e de sucesso”.
Syd Field (Professor Americano, consultor de roteiros)
Em GariBbaldi in América é a primeira vez que a saga libertária de Garibaldi na América se transforma num grande filme de época. Os treze anos de Giuseppe Garibaldi no Brasil, Argentina e Uruguai foram anos de uma aventura sem igual. Giuseppe Garibaldi chegou ao Rio de Janeiro com 26 anos. Partiu de volta para a Itália, de Montevidéu, com 39 anos. Nesse período viveu paixões ardentes, realizou façanhas militares julgadas impossíveis, sobreviveu a naufrágios e tempestades, defendeu o cerco de uma cidade e cercou e incendiou outras.
Garibaldi foi um herói romântico mais sedutor e audaz do que qualquer outro criado pela imaginação dos escritores. E isso é o espantoso: a saga de Garibaldi é real. Sua luta ao lado dos republicanos riograndenses, ao lado dos Lanceiros Negros - a brigada de cavalaria composta apenas de negros fugidos à escravidão - e ao lado dos uruguaios na defesa de Montevidéu é uma aventura verdadeira, e por isso nos toca e nos comove.
Ana Maria de Jesus Ribeiro, Anita, foi uma mulher à frente de seu tempo. Vestindo calças e liderando as tropas em batalha, surpreendeu até mesmo Garibaldi. Anita tinha consciência precisa da guerrilha e da situação política. Lutou por amor a Garibaldi, mas principalmente pela causa. Ela já era republicana. A produtora Laz Audiovisual orgulha-se de estar desenvolvendo um projeto tão importante para a cultura brasileira e italiana, que reúne todos os ingredientes de grandes fantasias épicas. E é com muita satisfação que apresentamos esta proposta de investimento cinematográfico, considerando que GariBbaldi in América estará também nas telas de cinemas europeus, através do contrato de co-produção com a Itália, repercutindo no Brasil e no mundo, conquistando espectadores e trazendo benefícios a todos envolvidos neste projeto maravilhoso
Ficha Técnica
PRODUÇÃO
Laz Audiovisual Ltda.
CO-PRODUÇÃO
Alberto Rondalli, Prole de Adão,
TeleImage e Quanta
PRODUTORES
R. A. Gennaro e Virginia W. Moraes
DIREÇÃO
Alberto Rondalli
ARGUMENTO
R. A. Gennaro
ROTEIRO
Alberto Rondalli
DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA
Cláudio Collepiccolo
Aldo Antonelli
DIREÇÃO DE ARTE
Sérgio Silveira e Luiz Rossi
EDIÇÃO/MONTAGEM (A Definir)
FIGURINO
Maria Diaz
PRODUÇÃO EXECUTIVA
Ricardo Genaro
PRODUÇÃO DE FINALIZAÇÃO
Eliane Ferreira e Fábio Donzelini
PRODUÇÃO DE ELENCO
Sandra Pires, Paulo Letier,
Nádia Bambirra e Deborah Aguia
“Fábio está superbem
“Fábio está superbem e não está em tratamento para dependentes químicos, como andaram dizendo”
FONTE :
REVISTA ISTOÉ GENTE
(Lógicamente alguma ameba pra ter uns segundinhos de audiencia)
MAS E SE ELE ESTIVESSE EM TRATAMENTO QUAL O PROBLEMA?!
E NÃO SERIA DA CONTA DE NINGUEM, MUITO MENOS DA IMPRENSA, QUE FAZ QQ COISA PRA VENDER , PRA DAR AUDIENCIA, QUE FALTA DE RESPEITO COM O ATOR E COM FILHO DELE!!!
TENHO NOJO DE QUEM ESPALHOU ISSO, SENDO OU NÃO VERDADE !!!!
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Bastidores , Os Maias
Além do romance original de Eça de Queiróz que dá o nome à minissérie, a adaptadora Maria Adelaide Amaral usou tramas e personagens de duas outras obras do autor português: A Relíquia, com o núcleo de Teodorico Raposo e Titi; e A Capital, com o núcleo de Artur Corvelo.
A minissérie Os Maias (co-produção com a emissora portuguesa SIC - Sociedade Independente de Comunicação) tinha tudo para dar certo. O elenco era de primeira linha. A Rede Globo investiu alto na produção: cada capítulo teve um custo de R$ 200 mil. E ainda levou parte do elenco para gravar durante cinco semanas em Portugal. Mas todo o aparato montado para a produção acabou não despertando o interesse do público. Ao longo de sua trajetória, a minissérie obteve uma média de 15 pontos no Ibope. Chegou ainda a dar 9, muito abaixo dos 35 esperados pela alta cúpula da Globo.
O diretor Luiz Fernando Carvalho talvez tenha pecado pelo ritmo lento que aplicou à produção - ele utilizou praticamente duas semanas para a apresentação dos atores da primeira fase. Maria Adelaide Amaral seguiu fielmente o linguajar original utilizado pelo autor Eça de Queiróz no livro: o texto ficou excessivamente erudito.
Outro detalhe que também comprometeu o andamento da minissérie foi o horário exibido, principalmente nas quarta-feiras, quando a Globo exibia futebol: Os Maias chegou a ir ao ar depois da meia-noite. Mas, ao contrário de outras minisséries bem sucedidas na emissora, esta produção não conseguiu manter a fidelidade do público até altas horas.
Por outro lado, o diretor Luiz Fernando Carvalho, mais uma vez, abusou da arte cênica para incrementar a produção: fotografia, cenários, figurinos, direção de arte impecáveis.
A atuação de alguns atores foi um dos destaques da minissérie: Walmor Chagas, perfeito como o aristocrata Dom Afonso da Maia; Matheus Nachtergaele, como o dúbio Teodorico Raposo; e Fábio Assunção, que defendeu muito bem, passou segurança e não comprometeu seu personagem, Carlos da Maia. Raul Cortez teve uma participação especial, narrando a história em off, como se fosse o próprio autor Eça de Queiróz.
Três atores estrangeiros participaram da história: os ingleses Philip Croskin (Mr. Brown) e Ruth Brennan (Miss Sarah) e o italiano Fabio Fulco (Tancredo). Além disso, a minissérie lançou a atriz curitibana Simone Spoladore (Maria Monforte), que foi protagonista do filme Lavoura Arcaica - dirigido por Luiz Fernando Carvalho.
Alguns meses antes do início das gravações, o elenco e a equipe participaram de palestras feitas por especialistas na obra de Eça de Queiróz, realizadas no Projac.
Publicado em 1888, o livro Os Maias é um retrato da decadência da aristocracia portuguesa na segunda metade do século XIX. O romance é apresentado em três fases, indo de 1850 a 1875, e chegando ao ano de 1888. Um dos destaques desta produção foi a tentativa de dar um tom realista a trama, o que levou a minissérie a ser gravada durante cinco semanas em várias regiões de Portugal, sendo a primeira produção a passar tanto tempo fora do Brasil.
Uma pequena intervenção de Maria Adelaide Amaral na obra causou a revolta dos aficcionados por Eça de Queiróz. É que, no livro, quem dá a trágica notícia a Carlos Eduardo da Maia de que ele é irmão de sua amada Maria Eduarda é Joaquim Castro Gomes (Paulo Betti), então marido dela. Mas Maria Adelaide resolveu trazer de volta Maria Monforte, a mãe, para dar ela mesma a notícia. Marília Pêra foi chamada para fazer a interpretação. A cena, uma das mais belas, é quase um trecho de ópera. Não só pela intrerpretação dos atores, como pela imagem conseguida por Luiz Fernando Carvalho.
As cenas de interior foram gravadas no estúdio Renato Aragão, situado em Vargem Grande (zona oeste do Rio), e alguns locais do Rio de Janeiro foram usados para a realização de cenas externas, como o Teatro Municipal; o Palácio do Catete; a antiga Casa da Moeda, no centro da cidade (locação do fictício cortiço da trama); o Museu do Açude; a Fortaleza de Santa Cruz, em Niterói; e o Museu da Cidade, no Parque da Cidade. Uma estação de trem na cidade mineira de São João Del Rey também serviu de cenário para a trama.
Os locais de Portugal usados como locações para a minissérie foram o Vale do Douro, ao norte do país, onde foram gravadas as seqüências das colheitas de milho e vinho. Na estação de trem de Vargelas foi gravado o embarque de Carlos da Maia para Coimbra. Ainda ao norte, quase na fronteira com a Espanha, está a vila de Monção, onde está situado o Palácio da Brejoeira, que na ficção serve como a Quinta de Santa Olávia. Lá foi realizado o enterro de Pedro da Maia e é onde Afonso cria Carlos. Sintra, distrito situado a meia hora de Lisboa, serviu de cenário para o passeio de Pedro, Maria e Manuel ao Castelo dos Mouros. Também em Sintra foram gravadas as fachadas da Quinta da Regaleira e da Quinta da Riba Fria; esta, cenário da casa de Maria Monforte.
Já a praça do Palácio Real foi adaptada ao século XIX. Em Óbidos, distrito de Leiria, com características de vila medieval, foi realizada uma procissão da qual participam cerca de 250 figurantes, recrutados em Lisboa e em Óbidos. Já em Lisboa, diversos locais serviram de cenário para a minissérie. A tradicional casa dos Maias, conhecida como o Ramalhete, teve como fachada um antigo casarão abandonado de 1788. Também foram gravadas cenas nas ruelas estreitas e sinuosas de Alfama, que ainda conserva o aspecto castiço - neste cenário Maria Monforte encontra-se às escondidas com Tancredo. No Palácio Nacional de Queluz, foi realizado o suntuoso baile de um príncipe com o qual Maria Monforte dança a primeira valsa. Já no Museu do Traje, foi simulado um espaço público.
A fachada do Teatro São Carlos foi acoplada às cenas de interior gravadas no Teatro Municipal do Rio. E a praça de touros Campo Pequeno, em Lisboa, abrigou uma grande figuração para as cenas em que Pedro conhece Maria, durante uma tourada. Por fim, em Coimbra foram feitas as cenas da vida acadêmica de Carlos da Maia. Como cenários, a Universidade Velha de Coimbra; a biblioteca da Universidade; o Jardim Botânico; e o Largo da Sé Velha.
A trilha sonora, com produção de André Sperling, contou com a gravação especial de uma peça sinfônica inédita, feita pelo maestro John Neschling, que regeu uma orquestra de 90 integrantes.
Em 2004 a minissérie foi lançada em DVD
FONTE:
teledramaturgia.com.br
"Meu nome não é Johnny"

"Meu nome não é Johnny", longa dirigido por mauro Lima e protagonizado por Selton Mello, contabilizou 203.400 espectadores este fim de semana e arrecadou R$ 2,09 milhões. A renda foi 29% maior do que a obtida na semana anterior. O filme também continua surpreendo em média de público: foram 1.189 ingressos vendidos por cada cópia.
Estilo: Drama
Tamanho: 899 Mb
Idioma: Português
Formato: CAM

